Blog das PME´s

21/11/2017

REFORMA TRABALHISTA (x) LEI DA TERCEIRIZAÇÃO (=) STAFF LOAN

 

A combinação da crise econômica, Reforma da CLT em vigor a partir de novembro/2017 e também da aprovação da Lei da Terceirização em março/17 que introduziu  uma  grande mudança na duração de contratos temporários para ate 180 dias. Estas mudanças,  contribuem  para um aumento na expectativa de crescimento nos negócios de Staff Loan no Brasil.

Vejamos a seguir as principais mudanças introduzidas e os principais pilares sobre o trabalho temporário Staff Loan;

– Vínculo empregatício : A Lei da Terceirização parte da premissa geral de que não há vínculo empregatício entre a tomadora dos serviços e o empregado terceirizado.

Atividade meio e fim: A Lei da Terceirização firma o conceito de serviços determinados ou específicos, prevendo que a contratação terceirizada poderá ocorrer sem restrições, inclusive para atividade-fim (ligada ao core business da empresa).

Segurança e medicina do trabalho: Quem contrata os serviços é responsável pelo ambiente de trabalho em que o empregado terceirizado irá trabalhar, seja nas próprias instalações da tomadora dos serviços ou em local previamente acordado. “Este entendimento traz consequências para a tomadora dos serviços nos casos de acidente de trabalho, reforçando o que já está previsto na legislação previdenciária”.

Benefícios: É facultativo à tomadora dos serviços disponibilizar alguns benefícios específicos ao empregado terceirizado, como alimentação, assistência medica e transporte.

– Responsabilização trabalhista: A Lei da Terceirização estabelece uma ordem clara a ser seguida: primeiro será cobrada da empregadora do trabalhador terceirizado (prestadora dos serviços). Só então, se esta não comparecer, é que a justiça poderá acionar a companhia tomadora dos serviços.

Responsabilidade previdenciária: A tomadora dos serviços continua como responsável solidária. Isso quer dizer que podem ser cobradas as contribuições previdenciárias tanto da prestadora de serviços como de quem os contrata. “Nesse sentido, pedir comprovantes da prestadora dos serviços sobre o pagamento do benefício previdenciário aos seus empregados ganha singular importância”.

Segurança jurídica: Especialistas garantem que os dispositivos introduzidos pela reforma trabalhista irão desestimular a chamada “aventura jurídica”, pois o reclamante passará a ter que arcar com as custas do processo e pagar honorários, salvo casos excepcionais.

 

Staff Loan,

Uma alternativa inteligente apoiada na evolução e alteração da legislação.

Empresas em fase de crescimento e reestruturação, demandam uma grande necessidade de pessoal técnico já treinados e capacitados para iniciar rapidamente na operação e contribuir com a solução de problemas em curto período de tempo, evitando que a equipe do cliente, tenha que concorrer entre o dia a dia e gargalos específicos, aumentando o custo de horas extras e o incremento no quadro funcional em um período de apagão de mão de obra.

Diferenciais da L&Barreiros – Staff Loan:

  • Gestão Corporativa, Suporte e Apoio por Especialistas
  • Responsabilidade e Risco Zero com Reclamações Trabalhistas
  • Profissionais Especialistas em Contabilidade e Finanças
  • Sistema de Controle e Acompanhamento de Time Sheet com Indicadores de Performance e Produtividade
  • Agilidade no Atendimento através do Banco de Profissionais e Especialistas já treinados e capacitados

 

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06/09/2017

Realidade Aumentada

Filed under: Uncategorized — lbarreiros @ 04:06

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Realidade Aumentada é uma tecnologia utilizada para unir o mundo real com o virtual, através da utilização de um marcador, webcam ou de um smartphone (IOS ou Android), ou seja, é a inserção de objetos virtuais no ambiente físico, mostrada ao usuário em tempo real com o apoio de algum dispositivo tecnológico.
A nova tecnologia tem sido aprimorada para se tornar desde ferramenta de trabalho até mesmo forma de entretenimento, ficou muito conhecida com a febre do jogo Pokemon Go, mas já encontram aplicações práticas hoje para; apresentação de produtos, embalagens, treinamentos, vendas, revistas, manuais técnicos, jogos e por aí vai, não há limite para suas aplicações, principalmente agora que os preços já estão mais convidativos e acessíveis às PMEs .
Nos na L&Barreiros e nas empresas investidas, já estamos estudando fortemente está tecnologia e já disparamos uma série de projetos para implementa-las no dia a dia dos nossos negócios, inclusive com a parceria para representação e investimento .
Conforme formos evoluindo e implementando os projetos, compartilharemos os resultados .

 

 

 

29/08/2017

Risco de Auditoria: Atitude Mental x Staff Loan

Filed under: Uncategorized — lbarreiros @ 22:22

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A renomada psicóloga da Universidade de Stanford, Carol Dweck, passou anos estudando a maneira como as pessoas pensam e como alcançar o sucesso.

Ela descobriu então o poder da nossa atitude mental. Em Atitudes Mentais (Mindset), ela explica porque o sucesso não depende apenas de nossas habilidades ou talento e sim de como nós enfrentamos as situações da vida e de como isso depende de 2 atitudes mentais: a fixa e a progressiva.

A fixa é autoexplicativa, já a atitude mental progressiva  pode nos fazer pessoas mais felizes, realizadoras e capazes de controlar nossas próprias vidas, alcançada o sucesso. Escolher entre essas 2 atitudes mentais pode fazer toda diferença na sua vida e na sua carreira.

E o que isso tem a ver com o nosso dia a dia profissional, principalmente para as áreas de Finanças, Contabilidade, Fiscal e similares ?

Iniciamos o 3º.  quadrimestre do ano e por consequência, logo chegarão os processos de fechamento de ano calendário fisco-contábil, por consequência os processos de auditoria e ai que nos profissionais da área ficamos tensos, processos de conciliação atrasados, ajustes de lançamentos contábeis, arquivos, controles incompletos, etc … Normalmente fica para traz os processos mais volumosos e mais braçais, por que temos que focar em processos de maior valor agregado para a Gestão, e ai fica um monte de trabalho por fazer, com pouco tempo para realizar e o pior, cada vez menores sem condições braços para a realização. Logo ser pontuado em processo de auditoria é uma certeza e com isso mancha o trabalho árduo de um ano !

Portanto uma atitude de mente mental progressiva se faz necessária para encarar o problema de frente e decidir resolve-lo e como ?

Podemos ajuda-lo nesta missão critica !

L&Barreiros Controladoria, lança no mercado uma solução que promete facilitar e agilizar o dia a dia das empresas com problemas e gargalos nos processos de Contabilidade e de Finanças. Trata-se do “Staff Loan”, Empréstimo Temporário e Eventual de Mão de Obra Técnica Especializada.

Temos pessoal técnico especializado em Contabilidade e Finanças já treinados e capacitados para iniciar rapidamente na operação e contribuir com a solução de problemas em curto período de tempo, evitando que a equipe do cliente, tenha que concorrer entre o dia a dia e gargalos específicos, aumentando o custo de horas extras e o incremento no quadro funcional e.

Contate-nos para conhecer esta solução:

 

Laecio Barreiros

laecio@lbarreiros.com.br

Tel.: (11) 2337-8845  Negócios

Celular: (11) 9.9999-5004

http://www.lbarreiros.com.br

26/05/2016

Infográfico: Como a controladoria pode ajudar sua empresa

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A controladoria é um segmento que otimiza os processos dentro da empresa – das micros até grandes instituições. Sua função é assegurar o futuro do negócio. O controller é uma pessoa capacitada para organizar, traçar metas e objetivos, assim como aplicar conhecimentos contábeis e administrativos para trazer lucratividade para a empresa.

Neste material, preparado para empreendedores e profissionais de todas as áreas, você conhecerá como a controladoria faz este processo e como funciona o business check-up.

 

“A forma de fazer negócio mudou na última década. O aumento da competitividade e as mudanças diárias do mercado, faz com que todas as empresas precisem estar preparadas para todos os cenários e buscar mensalmente otimizar os resultados – por este motivo a controladoria, que era uma ferramenta usada nas grandes empresas, agora é peça fundamental de pequenas e médias também”

 

Por: Laecio Barreiros

L&Barreiros Controladoria

Como multinacionais utilizam a controladoria para crescer

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Um dos segredos das multinacionais que chegam ao País é pensar sempre cinco anos à frente. É uma forma de manter a empresa competitiva com mais produtividade e eficiência diante dos desdobramentos do mercado. O Brasil ainda é um país em desenvolvimento, e com ou sem crise, os investimentos são medidos sempre. As grandes corporações que apostam nos brasileiros avaliam riscos e oportunidades a todo momento. Este é um exemplo que as pequenas e médias também devem seguir. Porém, como adaptar os recursos, objetivos e estratégias de grandes empresas para a realidade do empreendedor que busca também a lucratividade, o crescimento e principalmente o equilíbrio financeiro da sua empresa? A controladoria é parte fundamental deste processo.

Um profissional que trabalha com controladoria tem conhecimento avançado em gestão organizacional, recursos humanos, finanças e produção. Unindo essas forças ele é capaz de diagnosticar possíveis falhas e pontos que podem ser otimizados para aumentar a produtividade da empresa. O controller – como é conhecido – tem  capacidade de trazer uma visão diferente e modificar o modelo de negócio ou até criar auditorias complexas para identificar pontos de melhoria e responder a pergunta que, em algum momento, todo empreendedor faz: por que eu não consigo lucrar mais?

As grandes empresas se beneficiam da controladoria também para acompanhar todos os processos internos da empresa – essa é a fórmula essencial para identificar os gastos desnecessários que devem ser cortados. A área também aponta investimentos certeiros ou até mesmo novas estratégias e modelos de negócios.

A realidade da pequena ou média empresa não muda muito. É preciso mapear os custos para dar um passo à frente, principalmente quando a empresa sai da fase de iniciante e começa a se profissionalizar e construir uma base sólida no mercado. As estratégias de controladoria das multinacionais adaptadas para as PMEs tornam possível acompanhar todos esses dados, otimizar resultados, reduzir custos e gerenciar riscos e fraudes, que são uma das preocupações de quem investe no seu próprio negócio.

Baixe nosso e-book: 20 dicas de como a controladoria pode ajudar na sua empresa 

O papel do controlador nas pequenas e médias empresas é visualizar novos horizontes, evitar situações de risco e até mesmo identificar estratégias para se esquivar das crises econômicas externas. Esta visão vai além dos demonstrativos dos relatórios contábeis ou administrativos. É uma forma de auxiliar o empreendedor nas tomadas de decisão principalmente quando a empresa visa não apenas o crescimento, mas a segurança e continuidade dos negócios.

20/02/2015

Se o Papa é pop, os empreendedores também podem ser: Como sua empresa pode ganhar a atenção das corporações gigantes

pap pop

Quando Papa Francisco anunciou o lançamento da Scholas.Lab, agora no início do mês, ele ganhou a admiração do mundo tecnológico. Em um momento em que a maior parte da comunicação é mais digital, nada mais natural do que o Vaticano saber interagir neste novo ambiente. Assim, criar uma aceleradora de startups parece algo fora da tradição católica, mas faz todo o sentido para quem quer e precisa, urgentemente, interagir com pessoal dos likes, comments e shares. Para o Vaticano e todas as outras grandes empresas, a inovação está cada vez mais fora das organizações.

Por esta razão, se vai empreender ou já está empreendendo, Bradesco, Telefónica e Coca-Cola, apenas para citar alguns exemplos de empresas que venho dando uma força, também podem ajudar.

O Bradesco criou o Inovabra, um programa pioneiro no Brasil que foca na oferta dos mercados e da capilaridade que o banco tem para alavancar o negócio das startups. A Telefónica criou a Wayra, uma sofisticada aceleradora de startups que vem conseguindo atrair empreendedores experientes. E a Coca tem o Coca-Cola Founders, um programa global em que se associa a empreendedores que sabem escalar seus negócios por meio da atuação da gigante de bebidas. A empresa gostou tanto do tema, que lançou o Coca-Cola Up, um segundo programa em parceria com a Artemísia, para apoiar empreendedores de negócios sociais. Em comum, todas estas gigantes oferecem acesso a mercados que uma startup brasileira nunca teria, mesmo que tivesse recebido um aporte milionário.

Mas a lista de gigantes que buscam startups continua. Hospital Albert Einstein, Natura, Mondelez, Senior Solution e Totvs já lançaram suas iniciativas para apoiar startups e muitas outras serão lançadas em 2015.

Mas se você é empreendedor e tem interesse em ser acelerado por uma grande empresa, alguns cuidados devem ser tomados:

-> Entenda se o programa é realmente estratégico para a grande empresa. O principal executivo e, principalmente, o diretor de inovação devem estar a bordo. Isto demonstra não só compromisso da alta direção, mas também um sinal de seriedade para os demais da empresa. Além disso, a chamada deve endereçar os principais desafios da corporação. Se isto não estiver claro, você não saberá exatamente como a sua startup pode ajudar a empresa.

-> Analise detalhadamente a chamada do programa. Algumas cláusulas podem ser abusivas em uma primeira leitura, mas podem fazer sentido em um contexto mais estratégico para a grande empresa. Sempre, na dúvida, entre em contato com o responsável pelo programa. E ter um bom advogado ao lado, não é recomendável, é obrigatório.

-> Só entre em iniciativas ganha-ganha. É fácil, inclusive pelo tamanho e burocracia, a grande empresa pisar na startup. Para que isto não ocorra, prefira os programas que tem, entre os organizadores, pessoas externas à corporação que consigam trazer uma discussão de acordo mais vantajoso para as duas partes e uma interação mais tranquila posteriormente.

-> E saiba aproveitar, mais do que os recursos que a grande empresa pode oferecer, o mercado que ela já tem acesso. Quase sempre, isto seria inatingível para uma startup brasileira conseguir entrar em mercado tão grande em um tempo tão curto.

Por fim, entenda que os programas de startups das grandes empresas também são startups corporativas. Ainda há muitas dúvidas e incertezas também do lado da corporação. Ambos os lados estão e estarão aprendendo a empreender.

Fonte: ESTADÃO PME, por: Marcelo Nakagawa

http://blogs.pme.estadao.com.br/blog-do-empreendedor/categorias/marcelo-nakagawa/

04/02/2015

Perspectivas e Oportunidades para 2015

2015

No ano passado, as empresas brasileiras enfrentaram uma série de desafios econômicos. Para 2015, há a previsão de que se somem ao cenário novas diretrizes para políticas públicas que deverão continuar causando impacto na trajetória econômica do país. Os executivos e empresários não podem esperar pelo desfecho dessas mudanças com os braços cruzados.

O caminho agora é trabalhar no sentido de aumentar a produtividade das empresas, e isto certamente diz respeito a investimentos em soluções tecnológicas, gestão e controles. Percalços econômicos aumentam as oportunidades para que as empresas saiam da massa homogênea de negócios e alcancem posição de destaque e liderança de mercado.

Embora este não seja o caminho percebido como mais natural uma vez que o Brasil passa por dificuldades econômicas, este é o momento certo para as empresas investirem em novas tecnologias e controles que permitam impulsionar a automatização e eficiência de seus negócios, redução de desperdícios e custos.

Os empresários, que enxergam problemas e não oportunidades, não querem gastar, adiam investimentos, e isso acaba por configurar um importante desafio para as PME´s. Por esta razão, é importante estar antenado sobre as oportunidades que estarão perdendo ao optar por não atualizarem e não investir em gestão e controles.

A implementação de novas soluções automatiza os negócios e ajuda as empresas a otimizar seus processos, aumentando a produtividade para manter o foco nas transações de vendas e atendimento aos clientes que no fundo é a missão dos empreendedores e empresas.

Em um recente evento ( jan/15), na Amcham SP em debate com vários representantes setoriais, economistas, executivos e empresários sob as perspectivas e oportunidades para 2015, chegamos a um consenso sobre alguns setores da economia e tendências para o ano, vejamos:

OPORTUNIDADES SETORIAIS:

– Concessão de Rodovias e Pedágios

– Setores que mantem relação com crescimento da economia americana

– Setores ligados a Eco-eficiência e Sustentabilidade

NÃO É OPORTUNIDADE / DIFICULDADES SETORIAIS:

– Setores ligados a credito e consumo

– Infraestrutura

– Educação

Mais do que nunca, o investimento em processos de controladoria, inteligência comercial e gestão de negócios , é imperativo para diminuir os impactos negativos da desaceleração da economia.

Bons negócios,

27/01/2015

Entenda como o Canvas pode trazer maior organização e objetividade para a sua empresa.

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O processo de estruturação do seu negócio não precisa ser longo e detalhado. Principalmente em startups, tudo passa por validação e muda tão rápido que um relatório tradicional nem sempre é a forma mais prática de modelagem. O Canvas é uma ferramenta bastante eficiente para ilustrar as características do seu Modelo de Negócios (Business Model). Ele permite o gerenciamento estratégico utilizado em negócios existentes ou que ainda estão no papel.

Canvas é um mapa simples e visual, que aborda os principais aspectos que o empreendedor precisa considerar ao trazer sua empresa para a realidade do mercado. Ele deve conter um resumo dos pontos chaves de um bom planejamento. O Canvas não substitui totalmente o Plano de Negócios (PN), mas é uma ferramenta mais fácil de ser utilizada no dia a dia e pode ajudar no ganho de competitividade, já que oferece agilidade ao processo e é flexível o suficiente para suportar alterações constantes.

 

Criando o seu Canvas

Seu modelo de negócios deverá possuir nove campos, que fazem parte de quatro pilares essenciais e insubstituíveis: infraestrutura, oferta, cliente e finanças. A infraestrutura diz respeito à avaliação dos recursos disponíveis para se chegar a um valor do produto para o cliente. A oferta se refere ao produto ou serviço oferecido ao consumidor e sua proposta de valor. O pilar de cliente é composto por público alvo, canais de contato com o consumidor (distribuição e marketing) e o relacionamento estabelecido durante e após a venda. As finanças abrangem os custos gerais e as fontes de receita da empresa.

A organização visual do Canvas já existe e o modelo pode ser baixado online no site do Business Model Generation (em inglês). Para que a equipe de uma empresa que deseja usá-lo possa discutir os aspectos de uma forma mais clara e tangível, recomenda-se a utilização de post-its no quadro impresso, que facilitam o preenchimento dos campos e sua alteração, quando necessário. Um Canvas preenchido visível a todos os colaboradores da empresa, como em um mural no escritório, permite uma visão completa do negócio e incentiva a reflexão sobre aspectos com espaço para melhorias. 

Instrumento de inovação

Canvas é uma excelente ferramenta para a diferenciação do seu negócio no mercado. Tendo uma visão objetiva do todo, é possível entender seu potencial e planejar melhor como atingir o seu público alvo e obter o retorno financeiro desejado. Além disso, nunca é tarde demais para rever seu modelo de negócios. O quadro é útil mesmo para empresas já maduras, mas que desejam entender melhor como seus setores interagem e inovar em seus processos.

Fonte: Endeavor @ https://endeavor.org.br/como-utilizar-modelo-canvas-negocio/

 

Na pratica:

Veja a seguir uma dica quente, elaborada pelo SEBRAE para montar seu Canvas;

Para você que já deve ter se perguntado, se a sua ideia de negócio é viável, certo? Logo em seguida, começam a surgir dezenas de dúvidas a respeito de quais cuidados você deve ter ao abrir uma empresa. Mas afinal, o que é preciso pensar na hora de planejar o seu negócio?

O Business Model Canvas, mais conhecido como Canvas, é uma ferramenta de planejamento estratégico, que permite desenvolver e esboçar modelos de negócio novos ou existentes.

É um mapa visual pré-formatado contendo nove blocos, são eles:

  1. Proposta de valor: o que sua empresa vai oferecer para o mercado que realmente terá valor para os clientes;
  2. Segmento de clientes: quais segmentos de clientes serão foco da sua empresa;
  3. Os canais: como o cliente compra e recebe seu produto e serviço;
  4. Relacionamento com clientes: como a sua empresa se relacionará com cada segmento de cliente;
  5. Atividade-chave: quais são as atividades essenciais para que seja possível entregar a Proposta de Valor;
  6. Recursos principais: são os recursos necessários para realizar as atividades-chave;
  7. Parcerias principais: são as atividades-chave realizadas de maneira terceirizada e os recursos principais adquiridos fora da empresa;
  8. Fontes de receita: são as formas de obter receita por meio de propostas de valor.
  9. Estrutura de custos: São os custos relevantes necessários para que a estrutura proposta possa funcionar.

As ideias representadas nos nove blocos formam a conceitualização do seu negócio, ou seja, a forma como você irá operar e gerar valor ao mercado, definindo seus principais fluxos e processos, permitindo uma análise e visualização do seu modelo de atuação no mercado.

Fonte: http://www.sebraepr.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/Canvas:-como-estruturar-seu-modelo-de-neg%C3%B3cio

12/12/2014

O que é o Big Data e como ele apoia o crescimento das PMEs ?

Administre dados sofisticados e valiosos com dispositivos e sensores habilitados para a internet e transforme operações de negócios.

big data

O Big Data está em qualquer lugar. Quaisquer dados, grandes ou pequenos, podem ser uma força poderosa para acelerar a vantagem competitiva. Como evolução da sua estratégia geral analítica e de Business Intelligence, uma abordagem tática para o Big Data pode prepará-lo para o processo de reimaginação da sua pequena ou média empresa.

Quando pensamos em Big Data, logo pensamos na tradução e imaginamos “Grandes Dados”, relacionando o termo à grande quantidade de dados a ser analisado. Mas o termo é um pouco mais abrangente, levando como base os 3 Vs do Big Data. Mas o que são os 3 “Vs”? Você, empreendedor, conhece ou já ouviu falar?

 

Os 3 Vs são:

Volume, que está relacionado à grande quantidade de dados de dentro e de fora da empresa;

Velocidade, uma vez que muitos novos dados são criados na internet e alguns destes dados podem ser interessantes para sua empresa;

Variedade, sendo que o dado pode ser um compartilhamento de um texto em uma rede social, um post no blog, um review em um e-commerce, etc.

 

Desta forma, com a união destes três pilares, é possível analisar praticamente tudo que está público, envolvendo dados estruturados – caso exista acesso à estrutura de armazenamento daquele contexto – e também os dados não estruturados, como imagens, vídeos, áudios e documentos.

Fonte: Texto adaptado do site: http://www.pensandogrande.com.br

http://www.pensandogrande.com.br/o-que-e-o-big-data-e-como-ele-vai-apoiar-o-crescimento-das-pmes/

 

03/11/2014

As quatro faces do CFO ( Chief Financial Officer )

Bussola

Os CFOs vivenciam, hoje, uma pressão nunca antes experimentada sobre a sua função. Escândalos financeiros enfrentados por empresas nos últimos anos e problemas em publicação de balanços contribuíram para o aumento do ativismo de acionistas que acompanham os movimentos das empresas em detalhes microscópicos. Ao mesmo tempo, esses executivos enfrentam pressão por corte de custos, retorno sobre os ativos, aumento de receitas e controles internos estruturados, que garantam as boas práticas de governança corporativa por parte da empresa.

Além disso, o crescente desaparecimento da função do Chief Operating Officer (COO) nas empresas tem gerado uma sobrecarga de responsabilidades nos CFOs, com funções que, muitas vezes, pouco ou nada têm a ver com a gestão financeira da organização, o que torna sua posição ainda mais desafiadora.

Cada vez mais, o CFO é responsável por cumprir simultaneamente quatro papéis bastante complexos na organização:

 

  • Controlador: proteger e preservar os investimentos da organização, reportando de forma precisa as informações financeiras.
  • Operador: garantir o funcionamento dos processos com a utilização eficaz dos recursos financeiros da empresa.
  • Estrategista: prover uma liderança para tomada de decisões alinhadas à estratégia financeira.
  • Catalisador: estimular iniciativas que contribuam para o alcance dos objetivos estratégicos e financeiros, criando uma cultura de gestão de riscos.

 

Saiba mais sobre Finance Transformation

 

Uma grande mudança começa a tomar conta dos departamentos financeiros das organizações.

Antes voltadas quase exclusivamente para a contabilidade, essas áreas agora são consideradas centros de informações estratégicas, e o Chief Financial Officer (CFO) está ganhando um papel ainda mais abrangente e menos concentrado na rotina financeira.

Cada vez mais, as empresas têm utilizado as informações financeiras de forma mais estruturada, como elemento de alavancagem que proporciona suporte para as unidades de negócio na tomada de decisão. As organizações que estão à frente nesse caminho da transformação financeira apresentam maior crescimento, lucratividade e geração de valor aos acionistas, quando comparadas às demais empresas dos respectivos segmentos.

Neste sentido, o Chief Financial Officer (CFO) precisa se aprimorar continuamente para executar seu papel dentro da função financeira das empresas. Ele pode sustentar a estratégia e a operação de sua organização, com processos e informações estruturadas, para suporte de áreas-chave, como de compras, de produção, de vendas e distribuição e de serviços.

 

Prioridades e oportunidades

 

No geral, as áreas financeiras estão obtendo êxito ao enfrentar esses desafios. Algumas empresas ainda apresentam departamentos financeiros com dificuldades para obter o fechamento dos livros contábeis de maneira ideal, enquanto, em outras, o CFO já desempenha um papel de liderança na estratégia e execução do negócio. A grande maioria das organizações está, na verdade, entre esses dois extremos. Suas principais operações financeiras são confiáveis e estão ganhando eficiência, mas, ao mesmo tempo, o CFO ainda aspira desempenhar um papel mais estratégico no negócio.

 

Fonte: Material condensado e resumido da Revista Deloitte Mundo Corporativo

http://www2.deloitte.com/br/pt/pages/finance-transformation/solutions/finance-transformation-solution-sets.html

 

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