Blog das PME´s

23/12/2009

Mais de 70% das MPEs paulistas pretendem investir em 2010

Filed under: Uncategorized — lbarreiros @ 12:43

A maioria dos empresários das MPEs (Micro e Pequenas Empresas) está otimista em relação a 2010, sendo que 71% pretendem investir em seu negócio, segundo a pesquisa mensal do Sebrae-SP sobre o faturamento das MPEs paulistas, divulgada nesta terça-feira (15).

Sobre os tipos de investimento, 33% dos entrevistados afirmaram que esperam comprar máquinas e equipamentos, 20%, reformar as instalações e 13%, incentivar a qualificação dos funcionários. Outros 12% planejam comprar equipamentos de informática, 11%, comprar terrenos e prédios e o mesmo percentual realizar outros investimentos, como abrir uma filial e contratar serviço de publicidade. (*) ver comentário da L&Barreiros no final do texto.

Em relação ao faturamento da empresa, 72% afirmam que haverá aumento, enquanto 24% apostam que irá se manter no mesmo nível de 2009.

Os empresários acreditam  ainda que, no próximo ano, ocorrerá crescimento no nível de atividade da economia, ou seja, aumento da produção (62%), redução do desemprego (61%), manutenção da taxa de inflação (46%) e queda (45%) ou manutenção (33%) das taxas de juros.

Principais estratégias

O estudo destacou também as principais estratégias das MPEs para 2010: 88% pretendem aperfeiçoar os produtos e serviços já existentes, 80% prevêem lançamento de produtos e serviços e 66% esperam investir na mão-de-obra.

“As estratégias das MPEs para 2010 indicam que essas pretendem aproveitar a retomada da economia para alavancar seus negócios. Após passarem por um ano difícil em 2009, os empreendedores têm perspectivas favoráveis”, afirmou o diretor-superintendente do Sebrae-SP, Ricardo Tortonella.

Em relação ao número de funcionários, 51% esperam aumentar e 44%, manter a quantidade de empregados.

Avaliação de 2009

De acordo com o levantamento, 43% dos proprietários das MPEs acreditam que o ano de 2009 foi parecido com 2008. Já 35% disseram que este ano foi pior que o ano anterior e, para 22%, foi melhor.

A avaliação da indústria foi mais pessimista em relação aos demais setores da economia, pois 48% declararam que 2009 foi pior que 2008, enquanto para 48% dos empresários do comércio 40% do setor de serviços avaliaram o ano como semelhante a 2008.

A principal dificuldade enfrentada pelas MPEs foi a queda de consumo, citada por 66% das empresas, seguida pelos impostos (59%) e o aumento de custos com matérias-primas, tarifas públicas aluguéis, apontado por 57% dos entrevistados.

(*) Comentário da L&Barreiros Controladoria:

Mais uma vez os MPE´s cometem falha grave no seu processo de Gestão, focando investimentos apenas em  Maquinas, Equipamentos, Produtos, Prédios, etc … Não que isso não tenha que ser feito, pelo contrario, o investimento em ativos é garantia futura de resultados … apenas acredito que o investimento em modelos de gestão, controle e melhoria da performance gerencial,  também tenha que ser sempre priorizada.

 

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09/12/2009

Tire a empresa do papel – Especial Voce S/A Ed. dez/09

Filed under: Uncategorized — lbarreiros @ 20:23

Tire a empresa do papel

É importante ter um plano de negócio para evitar que seu projeto morra cedo.

Materia com participação do Consultor Laecio Barreiros

Você S/A / Desenvolva sua carreira / Edição 9122 / Especial Seja Seu Patrão – Estratégia

http://vocesa.abril.com.br/desenvolva-sua-carreira/materia/tire-empresa-papel-517916.shtml

Uma grande ideia tem mais chances de se transformar em um bom empreendimento quando colocada em prática de forma planejada e cuidadosa. É o que se chama dentro das escolas de negócios de business plan (ou plano de negócios). Para ser eficiente, o plano exige do empreendedor a visão do todo e a habilidade de colocá-lo no papel, calculando os aspectos estruturais, seus riscos, possibilidades de giro de estoque, margens para distribuidores, previsões de faturamento, estrutura da sede, equipe, fornecedores, clientes, rotina, divisão de trabalho e burocracias.

O problema é que mais da metade de todas as iniciativas empreendedoras do país morrem até o quinto ano de vida. Dos 13 000 novos negócios abertos por mês no estado de São Paulo (um terço dos negócios no país), 27% morrem em até um ano e 62% não ultrapassam o quinto ano de vida. “Foram mal planejados e ficaram insustentáveis”, diz Laecio Barreiros, diretor da L&Barreiros Controladoria, especializada em planejamento para pequenas e médias empresas, em São Paulo. Para seu negócio dar certo, veja a seguir cinco tópicos que podem ser os responsáveis pelo sucesso ou pelo declínio do seu empreendimento.
1º.- É preciso muito mais do que criatividade

Seja honesto consigo mesmo e avalie suas competências, habilidades, talentos, capacidades, limites e, acima de tudo, se haverá realização pessoal no negócio que você pretende montar, independentemente do dinheiro no bolso. Mas saiba que não adianta apenas ter criatividade e satisfação pessoal para que um empreendimento dê certo. É preciso ter consciência da importância de um plano de negócios consistente e fazer uso dele. “Somente o impulso criativo não é o bastante para o sucesso de um negócio”, diz Jacilda Pedroni, especialista em psicologia organizacional e economia política mundial e diretora da Personnel Support Consultoria, em São Paulo. É possível que um negócio dê errado antes mesmo de sair do papel.

Para evitar que isso aconteça, é essencial que haja planejamento. “Uma dificuldade corriqueira é traduzir o conceito de um negócio. Sem uma definição de o que é e para quem, o planejamento se perderá no meio do caminho”, diz Celso Grisi, coordenador do curso de MBA em gestão de negócios, comércio e operações internacionais, da Fundação Instituto de Administração (FIA), de São Paulo.
Veja alguns fatores que devem ser analisados para fazer um planejamento correto:
• societário: relacionamento saudável entre os sócios;
• mercadológico: clientes e fornecedores mapeados;
• tecnológico: infraestrutura de hardware e software;
• financeiro: de onde sairão os recursos e se serão suficientes, além de controle rigoroso do fluxo de caixa;
• burocrático: tempo e custo de cada formalidade.

 “Avalie se há dinheiro suficiente para tocar o negócio, bem como o domínio das tecnologias para chegar à melhor metodologia de produção, que, não basta ser boa, deve apresentar vantagem de custo e qualidade sobre os concorrentes. Em relação às sociedades, é importante estabelecer acordos de governança, atribuições, tarefas, aportes e a divisão dos resultados para cada sócio. Crie possibilidades de substituir os sócios e a melhor forma de realizar essa transição”, diz Celso Grisi, da FIA. Mas, mesmo seguindo todo o roteiro, nada garante a prosperidade do negócio. Quando o planejamento estiver em fase de conclusão, é muito importante que ele seja testado. Use e abuse de testes de conceitos e pesquisas de mercado. Procure entidades, fundações, consultorias e incubadoras das universidades que apoiam o pequeno empresário e que fornecem roteiros de planejamento.

2º. – Fluxo de caixa é um indicador de saúde

Uma das principais dificuldades do empreendedor é decifrar o tal fluxo de caixa. O palavrão do mundo das finanças nada mais é do que um instrumento gerencial capaz de controlar e informar sobre todas as movimentações financeiras durante um período de tempo de sua empresa.
O fluxo de caixa representa a disponibilidade de dinheiro e, por isso, indica como está a saúde de seu negócio. Seu controle pode aumentar lucros, evitar problemas por não prever sobras ou falta de dinheiro e servir como ferramenta de apoio à tomada de decisões. O problema é que o que deveria ser primordial para as empresas costuma ficar em segundo plano.

“É comum o pequeno empreendedor olhar com maior atenção para o produto e serviço que quer oferecer ao mercado e deixar para depois o controle das finanças”, diz Laecio Barreiros, da L&Barreiros Consultoria, em São Paulo. O especialista lembra que o descontrole no fluxo de caixa é um dos principais responsáveis pelo alto índice de mortalidade dos novos negócios no país. “Muitas vezes as empresas quebram com dinheiro para receber, mas com um fluxo de caixa desequilibrado”, diz Celso Grisi, da FIA.

O capital de giro é o controle das entradas e saídas de dinheiro no caixa da empresa e é o responsável por indicar previamente, entre outras questões:

• quando será preciso obter um empréstimo de capital de giro (recurso que fará sua empresa funcionar mês após mês);
• qual a hora para reduzir e aumentar preços;
• se é possível conceder prazos de pagamentos aos clientes ou comprar à vista dos fornecedores;
• se as vendas serão suficientes para cobrir desembolsos futuros;
• quando os estoques devem ser renovados;
• e, por fim, pode servir como medidor de quanto está valendo seu negócio no mercado, em caso de uma possível venda. 

Uma grande ideia tem mais chances de se transformar em um bom empreendimento quando colocada em prática de forma planejada e cuidadosa. É o que se chama dentro das escolas de negócios de business plan (ou plano de negócios). Para ser eficiente, o plano exige do empreendedor a visão do todo e a habilidade de colocá-lo no papel, calculando os aspectos estruturais, seus riscos, possibilidades de giro de estoque, margens para distribuidores, previsões de faturamento, estrutura da sede, equipe, fornecedores, clientes, rotina, divisão de trabalho e burocracias.

O problema é que mais da metade de todas as iniciativas empreendedoras do país morrem até o quinto ano de vida. Dos 13 000 novos negócios abertos por mês no estado de São Paulo (um terço dos negócios no país), 27% morrem em até um ano e 62% não ultrapassam o quinto ano de vida. “Foram mal planejados e ficaram insustentáveis”, diz Laecio Barreiros, diretor da L&Barreiros Controladoria, especializada em planejamento para pequenas e médias empresas, em São Paulo. Para seu negócio dar certo, veja a seguir cinco tópicos que podem ser os responsáveis pelo sucesso ou pelo declínio do seu empreendimento. 

 3º. – Inadimplência pode ser a causa da morte

Qualquer pessoa física ou jurídica que não pague uma dívida com atraso de mais de 90 dias é considerada inadimplente perante todo o sistema financeiro do país. “Mas tão grave quanto deixar de pagar empréstimos junto aos bancos ou mesmo os impostos junto ao Fisco é o não cumprimento de obrigações acessórias relativas às folhas de pagamento, faturamento e vendas, dentre outros.

Toda essa confusão fiscal, administrativa e legal pode comprometer os negócios de uma companhia e levá-la à queda”, diz Celso Grisi, da FIA. Nesse rodamoinho de calotes e inadimplência, o empresário cai na informalidade, omissão de pagamentos e não cumprimento de certas burocracias. Ele deixa de emitir notas fiscais com a ilusão de que está melhorando seu lucro. 
O que ele não observa é que a nota é também uma prova legal de suas negociações e poderá protegê-lo de possíveis calotes de seus clientes. “Se a empresa quebra por inadimplência, o empresário quebra junto e sua reputação escorre pelo ralo”, diz Celso Grisi. A figura do fiscal ou do promotor de Justiça que bate à porta da empresa para cobrar o que você deve ao Fisco amedronta qualquer um, mas pode ser evitada caso o empreendedor tenha jogo de cintura e fique atento ao noticiário oficial.
Vira e mexe o governo federal lança mão de programas de refinanciamento para pequenas e médias empresas, para evitar que suas dívidas fiscais se multipliquem em função da cobrança de juros. A Receita Federal está aberta a negociações para o acerto de contas. Em função da crise financeira global, o Programa de Recuperação Fiscal (Refis) criou alguns ajustes benéficos aos devedores.
Quem aderiu ao novo programa até 30 de novembro de 2009 — com restrição às empresas do Simples Nacional — pelo site da Receita Federal ou da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN) pôde parcelar suas dívidas em até 180 meses, com redução de juros, multas e encargos sociais. 
Mas o “Refis da Crise”, como foi apelidado, pode ser cancelado caso o devedor deixe de pagar até três prestações, consecutivas ou não, vencidas em prazo superior a 30 dias. Tanto a Serasa quanto a Receita Federal e o Sebrae oferecem serviços online de informação, como estatísticas, dados recentes de pesquisas de mercado, consultas, como pendências e inadimplências das empresas por meio do CNPJ, e esclarecimentos sobre concessão de crédito, redução de riscos e possibilidades de negócios de sua empresa e melhores métodos para quitação de dívidas.

4º. – A relação com fornecedores é a chave do sucesso

Os fornecedores de uma empresa devem ser escolhidos a dedo, não apenas considerando-se o custo de seus produtos e serviços, mas também a longevidade da relação com a companhia. Em momentos de dificuldades financeiras, muitas vezes o que diminui a instabilidade é um relacionamento sólido com sua rede de fornecedores e clientes. 
Os clientes estão cada vez mais exigentes e querem certificações de um produto manufaturado por funcionários e fornecedores bem preparados, remunerados justamente, e feito por meios ecologicamente corretos, além de selos que atestam qualidade. Tais exigências e compromissos só podem ser cumpridos se todo o processo de produção seguir determinadas condutas.
Os valores de uma empresa, portanto, devem estar completamente alinhados aos valores de seus parceiros. De nada adianta, por exemplo, uma produtora de papel investir em amplos programas de reflorestamento e reciclagem mas não estabelecer parcerias com fornecedores também preocupados e comprometidos com o meio ambiente. O ideal é que os fornecedores forneçam equipamentos e máquinas que não emitam gases causadores do efeito estufa ou mesmo que produzam embalagens sustentáveis. Fornecedores qualificados geram maior solidez à empresa contratante. 
Os bons hábitos empresariais em cadeia ajudam a garantir o sucesso de um negócio não só para si, mas para todo o seu entorno. “As empresas que mantêm um relacionamento saudável entre si têm maiores chances de progredir, porque compartilham conhecimento e podem pensar juntas em novos empreendimentos”, diz José Carlos Pilão, especialista em gestão da produção e consultor empresarial, em São Paulo.
Mas como saber estabelecer parcerias saudáveis e contratar bons fornecedores? Algumas fórmulas simples costumam ajudar. Para contratar um fornecedor, deve-se seguir o mesmo procedimento exigido em processos seletivos na contratação de um profissional. Outro ponto importante é conhecer as características e vocação específicas do fornecedor que você procura para o seu negócio. Alguns fornecedores desenvolvem atividades que, por questão estratégica, não estão internalizadas na empresa, mas compõem as atividades da organização. Ele deve, portanto, possuir as qualificações necessárias, ser orientado quanto ao entendimento do negócio, além de possuir capacidade de adesão ao projeto da organização que o contrata.

5º. – Como administrar a equipe e atrair gente boa

Selecionar profissionais qualificados, comprometidos, com conhecimentos em determinadas funções e, ainda, hábeis em suas interfaces com públicos interno e externo pode ser um desafio exaustivo, que exige tempo e paciência. Muitas empresas, na tentativa de facilitar esse processo de seleção, assumiram o papel de formadoras e oferecem programas de estágios, trainee, investem em cursos e palestras. Mas não é o caso das pequenas. A elas cabe o olhar crítico e certeiro na hora da contratação. Mas será que é possível formar uma boa equipe somente por meio do recrutamento?
Para ter um time de bons profissionais usando critérios especiais de contratação é preciso instituir procedimentos bem estruturados. A definição de cada atividade, permeada pelos níveis hierárquicos e departamentos, deve ser estabelecida baseando-se nas competências e finalidades de cada interface. Isso sem tirar a autonomia para atuação do profissional e da equipe em programas de reconhecimento por resultados, o que favorece a produtividade, alcance de metas e soluções rápidas. “É importante, nesse contexto, que a pequena empresa adote critérios de motivação de seus colaboradores, com apresentação de resultados e políticas de incentivo”, ressalta José Carlos Pilão. Cada etapa do processo seletivo determina um posicionamento estratégico para o recrutamento, com fontes diferentes diante de cada situação. Uma das grandes fontes para bons recrutamentos são as escolas técnicas, universidades e associações.

Outra fonte eficaz está no networking e nas redes sociais. Algumas consultorias de seleção também possuem expertise em potencializar e promover o alinhamento entre ofertas e potenciais candidatos, minimizando tempo de processos seletivos. A falta de pessoas certas nos lugares certos, com competências apropriadas às funções, pode chegar a definir o fracasso de uma empresa. A primeira falha geralmente diagnosticada é a falta do trabalho em equipe.

Essa falta de visão de que a empresa funciona por um sistema que depende de todos os passos e funções, que estão interligados (um não acontece sem o outro) até seu produto final, é nocivo para o futuro do negócio. Para que essa união aconteça é preciso que a empresa invista em comunicação interna. A motivação e o comprometimento estão atrelados ao rumo definido pela empresa e sua habilidade em se comunicar com os liderados. Há a necessidade de desenvolver uma cultura empresarial consistente que una os grupos internos.

 

02/12/2009

Utilizando seu conhecimento do passado, Buffett faz oito previsões para o futuro.

Filed under: Uncategorized — lbarreiros @ 16:09

Com a proximidade do ano novo e das tradicionais previsões sobre o futuro, nada melhor do que ouvir a voz de quem entende do assunto. O mega-investidor Warren Buffett – que enriqueceu fazendo previsões e colocando dinheiro nelas – traçou oito projeções, com a intenção de serem “atemporais”, para a agência CNBC.

1. Recessões não podem ser evitadas
Em 2007, Buffett acertou ao prever que se o desemprego aumentasse muito, a economia norte-americana entraria em recessão. No entanto, afirmou que isso é normal, sendo parte da natureza do capitalismo ter recessões periódicas. Buffett disse ainda que é jovem o bastante para esperar mais seis ou sete delas – o investidor tem 81 anos.

2. Nós sobreviveremos às recessões atuais e futuras, como sobrevivemos aos problemas do passado
Lembrando que o país superou problemas da magnitude da Segunda Guerra Mundial, bomba atômica e Grande Depressão no século 20, Buffett afirmou que “vivemos em uma economia maravilhosa (…) e as pessoas vivem sete vezes melhor que a média há um século”.

3. Recessões criam oportunidades
Buffett afirma que suas melhores compras foram feitas em 1974, em uma época de pessimismo devido ao choque de petróleo. “Mas as ações estavam baratas”, lembrou o investidor.

4. Nem todas ações ficarão baratas
Comparando o mercado com um jogo de beisebol, o mega-investidor afirma que ao investir você não precisa “fugir dos arremessos” , podendo apenas “observá-los cair ou subir”. Buffett lembra que um investidor de sucesso espera a melhor ação, ao melhor preço, mas isso não acontece todos os dias.

5. A multidão cometerá erros
Citando um conselho de Benjamin Graham, investidor que morreu em 1976 e é considerado por Buffett seu mentor, afirma que estar certo ou errado não está ligado às pessoas concordarem ou não com você, mas aos fatos e razões estarem certos.

6. Investidores vão se equivocar pensando que uma queda dos preços das ações é ruim
Comparando o mercado acionário com o mercado de bens, Buffett usou a metáfora do preço de um produto – como um hamburger do McDonald’s – para dizer que um preço mais baixo deve levar o investidor a pensar eu está comprando algo mais barato hoje – e não lamentar que pagou mais caro no passado.

7. Bons tempos induzem a más decisões
Em carta aos acionistas de sua holding Berkshire Hathaway em 2000, Buffett usou a metáfora da Cinderela para explicar a lógica de quem compra muito quando os preços estão altos – na sua visão, investidores que continuam especulando em companhias que têm valuations muito acima do que seu caixa projeta para o futuro, e não conseguem “perder um minuto da festa”.

8. Haverá outra “festa selvagem, seguida de outra ressaca dolorosa”
Analisando a bolha da internet, Buffet avalia que o mundo ficou louco e “o que aprendemos com a história é que as pessoas não aprendem com a história”.

Por: Equipe InfoMoney
30/11/09 – 21h00
InfoMoney

  

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