Blog das PME´s

31/05/2012

Entenda o Simples Nacional sem Complicações

O SIMPLES NACIONAL foi criado com o objetivo de unificar a arrecadação dos tributos e contribuição devidos pelas micro e pequenas empresas brasileiras, nos âmbitos dos governos federal, estaduais e municipais. O regime especial de arrecadação não é um tributo ou um sistema tributário, mas uma forma de arrecadação unificada dos seguintes tributos e contribuição:

Quais são os Impostos Unificados no Simples:

Federais: IRPJ, CSLL, PIS, COFINS, IPI

-Previdência: INSS patronal

-Estaduais: ICMS

-Municipais: ISS

Quem se enquadra:

A princípio, a maioria das Micro e Pequenas Empresas, que estão dentro dos parâmetros da Lei Geral, podem fazer parte do Super Simples.

–  Microempreendedor Individual(MEI), fatura até R$ 60 mil/ano

–  Microempresa (ME) – PJ que fatura até R$ 360 mil/ano

– Pequena Empresa (EPP) – PJ que fatura mais de R$ 360 mil até R$ 3,6 milhões/ano

Quem não se enquadra:

Existem algumas atividades que são impeditivas para adesão ao Simples Nacional, normalmente são os negócios que estão ligados a atividades de profissões técnicas regulamentadas, os quais poderão ser verificados através do código CNAE – Código de Atividade Nacional Econômica.

A seguir identificamos algumas vantagens, oportunidades e também as desvantagens do Sistema Simples :

Vantagens:

–  Forma de unificação de arrecadação de tributos em  uma única alíquota

–  Processo mais fácil de controle e contabilidade

–  Redução da carga tributária direta

–  Redução do custo trabalhista (Folha de Pagamento), pois não há contribuição do INSS Patronal

Desvantagens:

–  Não há muitas desvantagens no sistema, mas uma se destaca entre elas. O fato da unificação dos tributos nas esferas Federal, Estadual, Municipal, não permite que empresas que compram insumos ou produtos para industrialização ou revenda de empresas do sistema simples, não se aproveitarem dos créditos de impostos do sistema cumulativo, como: IPI, Pis, Cofins, ICMS. Isto acaba gerando impasses em negociações entre as empresas e afastando grandes compradores de empresas no sistema simples.

Como cálculo imposto e alíquotas

Resumidamente, o valor devido mensalmente pelas ME e EPP optantes pelo Simples Nacional é determinado mediante aplicação das tabelas dos anexos da Lei Complementar nº 123, de 2006. As tabelas estão em anexo em formato excel.

Para efeito de determinação da alíquota, a empresa utilizará a receita bruta acumulada nos 12 (doze) meses anteriores ao do período de apuração.

Já o valor devido mensalmente, a ser recolhido pela ME ou EPP, será o resultante da aplicação da alíquota correspondente sobre a receita bruta mensal auferida (regime de competência) ou recebida (regime de caixa), conforme opção feita pelo contribuinte.

Exemplo:

A Papelaria ABC D+ ME Ltda, optante pelo Simples Nacional, obteve receita bruta resultante exclusivamente da revenda de mercadorias não sujeitas à substituição tributária. A empresa não possui filiais.

Legendas:

PA = Período de apuração;

RBT12 = Receita Bruta dos últimos 12 meses exclusive o mês do Período de Apuração (PA);

RBA = Receita Bruta Acumulada de janeiro até o mês do PA inclusive.

Exemplo de Cálculo :

Receita Bruta de julho/2008 = R$ 25.000,00

RBA = R$ 135.000,00

RBT12 = R$ 220.000,00 (Ver Tabela I) é alíquota dessa faixa = 5,47%

Jul Ago Set Out Nov Dez Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul
30 20 20 10 10 20 25 = 135
15 15 15 15 25 25 30 20 20 10 10 20 = 220

Fluxo de faturamento (valores em milhares de R$):

Simples Nacional devido no mês = (R$ 25.000,00 x 5,47%) = R$ 1.367,50.

Fonte: Receita Federal

CNAE

As ferramentas certas ajudam a otimizar seu trabalho e seu tempo. Planeje-se com um checklist especialmente feito para organizar suas tarefas. Conheça as utilidades do Excel 2010, esse pode ser o detalhe essencial que faltava para sua empresa decolar.

Por: Laecio Barreiros publicado do Blog Pensando Grande da Microsoft

http://www.pensandogrande.com.br/entenda-o-simples-nacional-sem-complicacoes/

 

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21/05/2012

O Poder da Co-Criação na Geração de Valor para o Negócio

Objetivo da cocriação é gerar valor por meio da interação, diz professor da Universidade de Michigan

Venkat Ramaswamy, da Universidade de Michigan, diz que empresas têm que ficar mais perto dos stakeholders, clientes e empregados

A cocriação sempre existiu. Compartilhar um problema com um amigo para que ambos encontrem uma solução conjunta parece um conceito óbvio, mas muitas empresas esquecem disso e deixam passar o que há de maior valor na interação humana: a troca de ideias. Essa é a mensagem-chave do indiano Venkat Ramaswamy, professor da Ross School of Business, da Universidade de Michigan (Estados Unidos).

Ele participou nesta quinta-feira (17/05) de um café da manhã na Amcham-São Paulo para falar sobre “o poder da cocriação na relação entre clientes e empresas”. Segundo o especialista, as companhias precisam intensificar a interação com sua cadeia de parceiros, clientes e colaboradores para criar valor aos seus negócios e ações.

“Temos que nos engajar para extrair o melhor do modo como interagimos, não importa o setor ou em que etapa da cadeia produtiva atuamos”, afirmou o especialista, que leciona nas áreas de marketing e sistemas de informação.

Isso significa ficar mais perto dos stakeholders, como fornecedores, investidores, clientes, colaboradores e outros parceiros. “A cocriação do trabalho só existe a partir das ideias e das experiências humanas”, defende Ramaswamy.

O especialista mostrou a uma plateia de executivos, empresários e gestores, entre eles Laecio Barreiros, diretor da L&Barreiros Controladoria, que o ponto fundamental do conceito é engajar, isto é, ir além do mero diálogo. “Só usar a palavra cocriação é um erro. Isso assusta. O melhor é mudar o modo como interagimos com esses parceiros estratégicos”, ensina.

Mais participação

Segundo Ramaswamy, as empresas estão acostumadas a se fechar em seus próprios ecossistemas. No passado, elas ditavam o que os clientes demandariam. Atualmente, o consumidor tem o poder de escolher o que quer e compartilhar seus gostos com outros consumidores. É aí que reside a mina de ouro para a inovação das empresas.

“O ideal é que haja um fluxo bidirecional de informações”,ressalta. “As pessoas querem participar e todos são capazes de contribuir com boas ideias de negócios. O primeiro passo é mudar nosso mindset para passar a ouvir mais. Basta que consigamos trazer mais gente para nossos debates.”

Embora alguns processos possam ser feitos simplesmente ao agregar mais participantes a um encontro de gestores e líderes da companhia com fornecedores, por exemplo, tentar preencher uma sala com clientes pode ser uma tarefa impossível em alguns casos. A internet é a saída, indica o professor.

Foi justamente a rede a responsável por acelerar o processo de participação e expandir a interatividade das empresas com seus stakeholders.“O poder da tecnologia é criar plataformas que facilitem a troca de ideias e a administração dos resultados que queremos obter”, destaca o acadêmico.

Corrida e café

Entre os cases apresentados no evento da Amcham, Ramaswamy trouxe o Nike+ (Nike Plus). A empresa ampliou o foco, que se centrava no desenvolvimento e na venda de tênis, e o estendeu para também interagir com os consumidores dos calçados da marca. Criou um sistema capaz de medir o desempenho de pessoas durante suas corridas e montou uma plataforma por meio da qual cada um poderia compartilhar seus resultados, traçar rotas e estabelecer metas.

“A Nike conseguiu criar uma plataforma completa de engajamento fundada na coleta de dados [das corridas] apresentados com uma ‘cara’ agradável [o site e os sensores de iPods], em um processo de incentivo com uma plataforma acessível a qualquer um”, analisou. “Ela não substituiu sua expertise, mas expandiu sua marca ao interagir com cada vez mais gente.”

No primeiro ano do lançamento da plataforma, a Nike teve 600 mil corredores cadastrados, em 160 países, entrando no site de três a quatro vezes por semana. O market-share da empresa no mercado de tênis de corrida dos EUA foi de 47% em 2006, para 57% em 2007.

A Starbucks também trouxe seus negócios para perto do cliente ao permitir, por meio de seu site, que cada um opinasse sobre tudo nas lojas de café – do cardápio ao atendimento, das opções de bebidas ao design das lojas. Desde 2009, foram recebidas mais de 28,7 mil sugestões de bebidas, 13,5 mil de alimentos, 8,7 mil de chás e 12,8 mil de locais para as lojas.

“A Starbucks acertou porque, no fim das contas, não vende café, mas a experiência”, aponta Ramaswamy. “As pessoas não vão só para beber café, vão para relaxar, conversar ou trabalhar.”

Um dos resultados para a rede de cafeterias foi a implantação de opções mais saudáveis, como frutas, na oferta de produtos de algumas unidades nos EUA. “O segredo foi engajar as pessoas e trazer de fora da empresa as inovações.”

Aplicando a participação

Além de trazer apresentar exemplos de cocriação de empresas como o banco Santander e a loja da Apple, Ramaswamy compartilhou quatro pilares que ajudam a balizar a cocriação: objetivo, processo, interface ou plataforma e pessoas – “o mais importante de tudo”.

Segundo ele, as experiências humanas podem criar valor ao estabelecer um diálogo claro e o acesso a dados de forma transparente a fim de incentivar a reflexão. “A plataforma certa é aquela que permite a participação.”

Ele encerrou mostrando como o Hospital Moinhos de Vento, do Rio Grande do Sul, enfrentou uma situação de alta rotatividade e baixo engajamento de funcionários – além de um fluxo de caixa negativo – aderindo à cocriação. A estratégia do grupo foi toda repensada a partir de debates e engajamento de enfermeiros, médicos, pacientes e familiares, organizações comerciais e operadores de planos de saúde. A estrutura organizacional foi reformada e passou a ouvir os stakeholders.

Por meio da cocriação, a empresa renovou suas práticas de governança, reformou sua oferta de produtos e serviços e reviu processos de internação dos pacientes, entre outras medidas. Até a reestruturação do ambiente foi definida para tirar a aparência de hospital e transformá-lo em algo próximo de um centro de convivência, com acomodações confortáveis e entretenimento aos familiares.

O Moinhos de Vento passou a perceber maior motivação de colaboradores, subiu a ocupação dos quartos e a imagem junto aos clientes ficou positiva. Como resultado, a receita saiu do terreno negativo, com altas dívidas, para um fluxo de caixa no azul. “A cocriação é capaz de transformar tudo”, concluiu Ramaswamy.

Por: Marcel Gugoni – Amcham SP.

11/05/2012

O perfil de um bom tweet … Os melhores e piores !

Na ultima contagem, o Twitter tinha meio bilhão de usuários – autores, no total, de cerca de 175 milhões de tweets por dia. A cada segundo são abertas 11 contas novas. Mas qual, exatamente, o valor dessas mensagenzinhas de no máximo 140 caracteres ?

 

Para descobrir, três pesquisadores criaram um site e pediram a 1.443 usuários que avaliassem a qualidade de 43.738 tweets. Em seguida, dividiram um subconjunto (4.220) em oito categorias. A conclusão mais impressionante ? Só 36% dos tweets mereciam ser lidos – parcela menor do que seria de supor, já que usuários do Twitter só seguem quem querem.

Os pesquisadores advertem que os voluntários eram gente interessada em tecnologia e de olho no noticiário ( muitos souberam do estudo por sites como TechCrunch e CNN.com ). Logo, talvez não representem usuários do Twitter em geral. Ainda assim, o estudo rendeu um punhado de dicas uteis para seus seguidores interessados: seja claro – não fale em código nem só para iniciados. Não abuse de hashtags. Não retuite conversas privadas.

“ O segredo é saber quem é seu publico e que cada pessoa pode ter valores distintos ”, diz Paul André, um dos autores do estudo.

 

Melhores tweets:

 

Ideia Solta

Tweets “engraçados” ou “interessantes” em geral são considerados dignos de ler. Logo, antes de postar um pensamento qualquer, veja se satisfaz um desses quesitos. Se quem vai ler for dizer “Quem interessa ?”, não tuite.

 

Promoção Própria

Aqui, uma surpresa: usuários do Twitter consideram a autopromoção – sobretudo se o tweet trouxer links para o trabalho da pessoa – útil.

 

Consulta a Seguidores

Para usuários, uma das principais funções do Twitter á ajudar na busca de respostas. E, embora muitos tuiteros usem hashtags em excesso ( o que pode ser irritante),o recurso é útil para checar respostas a perguntas.

 

Partilha de Informação

Muitos seguidores usam o Twitter para conseguir informações. Logo, contextualize links, evite retuitar noticias velhas ( de uma hora atrás, ate) e seja conciso. Não é preciso usar todos os 140 caracteres.

 

Piores twettes:

 

Opinião/Queixa

A menos que o comentário seja especialmente inteligente ou útil ( “Não coma na Cantina do Pedro”),seguidores não vão gostar. “Ele reclama disso o tempo todo”, escreveu um avaliador. Alias, tweets com queixas sempre são mal avaliados.

 

Eu, Eu, Eu

Se um tweet parece responder à pergunta implícita “O que você esta fazendo agora ?”, não espere aplausos. Isso inclui check-ins com o Foursquare, que causam “especial repulsa”, contam os pesquisadores.

 

Conversas

Certos tuiteiros gostam de incluir um comentário pessoal antes de uma citação ou um tweet. Seguidores detestam isso, pois a impressão é que estão presenciando “uma conversa privada”. Prefira mensagens diretas.

 

Marcar Presença

Este tipo de tweet é considerado inútil e chatissimo. A próxima vez que acordar com vontade de tuitar “ Bom dia, gente !”, lembre de nosso conselho: não tuite !

 

A pesquisa foi realizada pelos Professores,  Paul André, da Carnegie Mellon University,  Michael Bernstein, do MIT, e Kurt Luther, do Georgia Institute of Techonology, publica na Harvard Business Review Maio/2012.

Acho que vale a pena seguir os conselhos dos pesquisadores, além do fundo cientifico e tem uma tremenda logica !

 

Bons negócios,

 

02/05/2012

Inteligência Competitiva para PME´s

A empresa precisa gerenciar seu Conhecimento e gerar Inteligência Acionável para poder sustentar a sua vantagem competitiva, chamamos este processo de Inteligência Competitiva que somados com as Técnicas Controladoria para PME´s,  produzem os  seguintes efeitos e objetivos para seu negócio:

– Apoiar a empresa no alcance de suas metas estratégicas.

– Auxiliar a empresa a maximizar oportunidades e mitigar riscos oriundos de seus micro e macro ambientes.

– Ajudar a empresa a definir suas diretrizes e metas, a formular sua estratégia e a fortalecer, unificar e alavancar o uso de seu conhecimento

– Transformar informação em resultado

– Ajudar a vender

– Analisar e identificar oportunidades

– Mitigar riscos

– Implementar alertas

– Analise de desempenho e performance de negócios, produtos, regiões

 

Cases de Inteligência competitiva implementados pela L&Barreiros:

Empresa de Alimentos e Eventos:

Desenho da Estratégia de Operação e Mecânica de Preços  para administrar e gerir área de eventos com fornecimento de alimentos e serviços para Grande Player da área de saúde,  contrato de 5 anos no valor de R$ 12 milhões

Distribuidora de Suplementos Alimentares:

Mapeamento das margens e vendas históricas do mix de produtos e clientes com segmentação de atuação territorial da força de vendas, melhorando a cobertura de atendimento, mantendo as margens de contribuição e elevando o faturamento em 40 % no ano de implantação.

Fabricante de Peças Motos e Autos:

Estratégia de Preços e bonificação por volume para atendimento do mercado de reposição de peças e partes com base no preço alvo de mercado, estruturando engenharia reversa para praticas de redução de custos, planejamento tributário e ampliação de market share.

Pense grande, comece pequeno, cresça rápido ! A L&Barreiros tem as ferramentas para acelerar seu crescimento.

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