Blog das PME´s

27/02/2012

Liberdade para criar

Nos da L&Barreiros Controladoria, sempre acreditamos que o sucesso é consequência de trabalho bem feito e que uma venda ou processo de negocio que geramos, só termina quando fazemos o próximo negocio ou projeto no cliente.

E quando isto ocorre e o reconhecimento do cliente vem através de uma exposição publica via da imprensa, nos enche de orgulho e de energia para continuar nesta missão.

Vejam em anexo a entrevista de um dos nossos clientes a Design On Divisórias ( www.designon.com.br ), falando da contribuição da L&Barrreiros Controladoria no seu processo de crescimento sustentável.

Aproveitamos para destacar, trechos aonde fica evidente o reconhecimento do cliente em nosso trabalho:

Liberdade para Criar:

Este é o fundamento do empresário Oswaldo Ferreira, diretor da Design On, uma empresa que há sete anos oferece muito mais que projetar e construir divisorias para escritórios.

 

Pergunta Revista Infra:

Que balanço você faz dos últimos três anos em termos de negócios :

 

Resposta Design On – Oswaldo Ferreira:

O ano de 2009 foi difícil, porque passamos pela crise financeira mundial e tivemos um crescimento praticamente zero. Já em 2010 crescemos aproximadamente 61%, sucesso superado em 2011, quando atingimos 78%. Isso me faz acreditar que, se não fosse pela crise mundial, teríamos mantido um crescimento médio de 65%  aproximadamente nos últimos 3 anos.

Pergunta Revista Infra:

Como é crescer e se planejar no Brasil ?

 

Resposta Design On – Oswaldo Ferreira:

O sucesso não demorou a chegar e fomos obrigados a rever nosso planejamento quando percebemos quem em três anos de atividade, passamos a despontar como uma das empresas lideres do setor de divisorias . Como vivemos em um pais emergente, os investimentos são cada vez maiores e, consequentemente, a demanda por nossos produtos também cresce. Por isso nossa preocupação em manter a qualidade em todos os processos nos levou a contratar uma consultoria industrial e de gestão ( www.lbarreiros.com.br) para nos ajudar a planejar um crescimento sustentável. Isto nos trouxe excelentes resultados, sem duvida alguma.

 

Acompanhem no link  nas paginas 30 e 31, a integra da entrevista de nosso cliente Sr. Oswaldo Ferreira, diretor da Design On Divisorias

http://www.revistainfra.com.br/digital/139_fevereiro2012/

 

Bons negócios,

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15/02/2012

Serviços Compartilhados e Outsourcing (BPO) ao alcance de todos !

 

L&Barreiros Controladoria faz parceria com PLL Consultoria para oferecer Serviços Compartilhados às PME´s. 

Da consolidação desta parceria, será ofertado ao mercado o  Shered Service Center –  SSC,  que  atuara no nicho de pequenas e médias empresas – PME´s, já com larga experiência no mercado de outsourcing (terceirização de processos de negócios), que resultam em modernização tecnológica e ganhos de competitividade.

O SSC atua no segmento de outsourcing para processos de negócio, nas áreas de contabilidade, fiscal, relatórios gerenciais, orçamento, financeiro, assessoria tributária, assessoria gerencial/ financeiro. Oferecemos gestão e solução agregando valor aos nossos clientes.
No SSC as empresas focarão no seu negócio principal, deixando a execução de processos de apoio para o SSC, aumentando assim a eficiência e melhorando a execução de processos.
Mensalmente os clientes receberam relatórios gerenciais de suma importância para tomar decisões estratégicas nas empresas e experimentarão beneficios:

• Ganho na qualidade e controle

• Atualização tecnológica

• Obtenção de maior flexibilidade interna

• Otimização de tempo e custo

• Foco no seu negócio principal

• Integração rápida de novas aquisições

• Implantação de software sem custo (direito de uso de software)

• Captura de economias de escala

O SSC disponibiliza o sistema de gestão – ERP, sem custo adicional. Através do sistema o cliente terá maior segurança nas informações, flexibilidade nas parametrizações, experiência, integração e  facilidades de uso.

Vale a pena conhecer o modelo !

Bons Negócios,

09/02/2012

10 Erros de Precificação Cometidos por Prestadoras de Serviços

1 – Calcular preços pelo custo e não pela percepção de valor pelo cliente

Preços baseados em custos levam a:

  • Se o seu preço é mais alto do que o valor percebido pelo cliente, o      custo de venda sobe, os descontos aumentam, o ciclo de vendas se prolonga      e a lucratividade sofre.
  • Se o seu preço é mais baixo, a venda se torna fácil, mas você deixa      de ganhar dinheiro, e portanto não há maximização dos seus lucros.

Resultados: custos mais altos, receita menor, lucro menor.

2 – Calcular preços pelo “mercado”

O mercado é frequentemente citado como a “sabedoria das multidões”, o julgamento coletivo do valor de um serviço. Mas quando prestadoras de serviços lançam mão do “preço de mercado”, elas aceitam a comoditização dos mesmos. A alternativa é encontrar maneiras de diferenciar os seus serviços de modo a criar valor adicional para segmentos específicos do mercado.

Resultado: lucro menor.

3 – Tentar ter as mesmas margens de lucro em áreas de serviço diferentes

A “lei imutável” de pricing é que clientes distintos vão atribuir valor diferente a serviços idênticos. Para qualquer tipo de prestação de serviços, lucros são otimizados quando o preço reflete a disposição de pagar do cliente.

Resultado: ausência de otimização levando a perda de lucros

4 – Ausência de segmentação de clientes

Segmentos de clientes são diferenciados pelas necessidades distintas que os mesmos têm do seu serviço. A proposta de valor para qualquer serviço é sempre diferente entre segmentos de mercado e a estratégia de pricing deve refletir essa diferença. Sua estratégia de realização de preço deve incluir opções que customizam os seus serviços, apresentação, opções de entrega, mensagem de marketing e a sua estrutura de pricing para segmentos distintos de clientes, de modo a capturar o valor adicional criado para esses segmentos.

Resultado: ausência de maximização do potencial de mercado, acarretando menor receita e lucros.

5 – Não alterar Preços por Um Longo Período

Acontece quando mudanças em custos, ambiente de concorrência e preferências de clientes são ignoradas.
Muitas prestadoras de serviços temem o resultado de uma mudança de preços e postergam isso o quanto podem. Mas as que exibem alta performance acostumam seus clientes e pessoal de vendas a mudanças frequentes de preços. O processo de manter clientes informados dessas mudanças pode na verdade ser um componente de um bom atendimento ao cliente.

Resultado: redução gradual do lucro e quando finalmente mudam o preço, acabam perdendo clientes devido ao valor acumulado do ajuste.

6 – Premiação de cooperadores por receita e não por lucro

Incentivos baseados em volume de vendas criam um dreno nos lucros quando parceiros são recompensados por empurrar vendas pelo menor preço possível. Esse erro é especialmente danoso quando existe a autoridade de negociar descontos. O trabalho do pessoal de vendas deve ser redefinido como o de maximizar lucros e incentivar lucratividade, ao mesmo tempo que oferecem aos seus parceiros as informações e ferramentas para isso.

Resultado: menores volumes de vendas em serviços de baixo custo e lucros menores em geral.

7 – Preços são alterados sem prever a reação dos concorrentes

Qualquer mudança nos seus preços provocará uma reação por parte dos seus concorrentes. Firmas inteligentes sabem o suficiente a respeito da concorrência de modo a prever a sua reação e se preparar para isso. O resultado é que danosas GUERRAS DE PREÇOS, que têm o potencial de destruir a lucratividade de toda uma indústria, podem ser evitadas.

Resultado: risco de guerras de preços com consequências catastróficas.

8 – Gasto insuficiente de recursos na estrutura de pricing

Custo, volume de vendas e preços são as três variáveis básicas que controlam lucro. Muitos times de gestão focam na redução de custos ou no crescimento de volume de vendas, mas apenas uma fração das prestadoras de serviços investem em processos e estruturas de pricing, resultando na utilização de procedimentos simplistas para precificação.

Resultado: receita e lucros reduzidos.

9 – Inexistência de processos internos de otimização de pricing

Em algumas firmas dessa area, reuniões urgentes para precificação de um novo serviço se tornou uma rotina. Frequentemente os participantes não estão preparados e a pesquisa é limitada a alguns casos mencionados na reunião, talvez a lista de preços de um concorrente para ano anterior e uma planilha com a estrutura de custos incluindo uma série de valores assumidos.

Resultado: receita e lucros reduzidos.

10 – Gastar a maior parte do tempo servindo os piores clientes

A maioria das firmas nem mesmo sabe quem são os clientes mais lucrativos. Enquanto 80% dos lucros geralmente vêm de apenas 20% dos clientes, a falha em identificar e focar nesses 20% deixa a empresa desguardada contra concorrentes mais astutos.
Essa falha priva sua firma da fidelização que seria conseguida através de melhor atenção e serviço aos melhores clientes.

Resultado: receita e lucros reduzidos.

 

Bons Negócios,

Laecio Barreiros

Fonte: Per Sjofors, Professional Pricing Society, Georgia, USA

Tradução e Adaptação: Marcos Barros, Pricing Specialist Certificado pela Professional Pricing Society – Georgia, USA.  Diretor de Desenvolvimento da Profit Solutions Consulting

01/02/2012

Passo a passo para a abertura formal da sua empresa

Quero abrir o meu próprio negócio, e agora?

Para tornar-se empreendedor o primeiro passo é sempre o mais complicado, pois é necessário planejamento, dedicação e análise. Segundo o consultor Laécio Barreiros ( www.lbarreiros.com.br)  é preciso seguir um roteiro detalhado para abrir uma empresa sem sustos: “Inicialmente, devemos seguir alguns passos básicos e elaborar um plano de negócios, que é importante para prever e desenvolver pesquisas de mercado, identificar o público alvo, a região de atuação, realizar uma avaliação econômica de viabilidade, taxa de retorno, entre outras ferramentas de planejamento para antever e controlar o desenvolvimento dos negócios”, explicou.

Para ele, muitos negócios são criados a partir do “feeling” e do comportamento empreendedor de seus idealizadores, apesar da sua informalidade e simplicidade, também podem ter sucesso e prosperar. No entanto, quando se planeja cada passo, a chance de sucesso se torna bem maior.

Apesar de sermos um dos povos mais empreendedores, conforme a pesquisa do GEM – Global Entrepreneurship Monitor, abrir uma empresa no Brasil não é uma tarefa simples, é um processo extremamente burocrático e descentralizado entre as esferas e órgãos municipais, estaduais, federais e agências reguladoras.

Para auxiliar o empreendedor e simplificar o processo, Laécio cita o passo a passo do sócio Humberto Maria Pereira, que é utilizado em processos de abertura formal de empresas.

Conheça seguir o passo a passo necessário para abrir sua própria empresa:

1 – Pesquisar junto a Prefeitura e CETESB se no endereço que foi escolhido não haverá impedimento para a atividade desejada;

2 – Elaborar a identificação da empresa e da atividade ( Razão Social) ex: RXX (denominação) Atacadista de alimentos (identificação da atividade);

3 – Fazer busca de nome na Junta Comercial do estado desejado, em São Paulo JUCESP;

4- Juntar a documentação pessoal dos sócios ( CPF, RG, Certidão de casamento, comprovante residencial )

5 – Elaborar e confeccionar o Contrato Social seguindo os artigos do novo código civil, se a empresa for constituída como ME ou EPP está dispensada de assinatura no contrato de advogado, fora desta condição, o visto do advogado é obrigatório;

6 – Concluído o registro na Junta Comercial para sociedade empresarial e no Cartório de Registro Civil se sociedade for simples, preparar cadastro na Receita Federal, através do programa gerador – CNPJ, que se for empresa comercial será liberada a inscrição estadual no órgão da Fazenda Estadual ( nota, se for empresa que necessite de registro na CETESB, somente depois de liberada a licença de funcionamento da CETESB);

7 – Após o devido registro na Receita Federal e Estadual inscrever-se na esfera Municipal (nota em SP é preenchido via site da PMSP, ficha de cadastro para impressão e assinatura do sócio responsável e levar à praça de serviço no Vale do Anhangabaú com os documentos exigidos);

8- Junto a Subprefeitura terá de tirar a licença de funcionamento (obrigatório para todas as empresas) e juntamente com esta licença deverá ter vistoria e liberação pelo corpo de bombeiros;

9 – Para algum casos específicos ( Industrias e Atacadista) ha uma licença do estado para a liberação de funcionamento;

10 – Empresas de segurança armada, deverão obter  licença da Policia Federal para funcionamento;

11 – Por fim, se for uma Empresa, optante pelo sistema de tributação do Simples Nacional, fazer o registro de opção no site próprio;

Obs.: Existem também as agencias reguladoras dos setores econômicos e conselhos de classes, que necessitam ser consultados e registrados para que os negócios e produtos possam operar, exemplo: ANVISA, SUSEP, CIF, CRC, CRM, CRQ, CRF, entre outros.

Realmente, não é um caminho muito fácil de percorrer e daí surge a necessidade de recorrer ao suporte de um especialista, os profissionais de contabilidade que estão habituados com esta rotina e conseguem navegar com mais facilidade neste mar de papeis, formulários, autorizações e carimbos, guichês e repartições. Veja que com eles é difícil, imaginem sem !

Laécio ressalta que é preciso manter o ânimo, pois uma das principais regras do bom empreendedor é a perseverança

 

Bons negócios,

 

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