Blog das PME´s

26/10/2009

Trigger, Split, IPO? Conheça alguns dos principais jargões utilizados no mercado e na Bolsa de Valores

Filed under: Uncategorized — lbarreiros @ 12:10

Quem acompanha diariamente o movimento das bolsas não vê surpresa alguma na frase: “forte volatilidade das blue chips derrubou o benchmark”. Porém, parte dos investidores – em especial, os mais novatos – pode encontrar grande dificuldade para interpretar os jargões de mercado.

Como um ambiente habituado a conversas e decisões rápidas, o mercado apresenta linguagem própria, objetiva. Assim, os eventos de um pregão são descritos por termos técnicos bastante úteis, mas que às vezes dificultam a vida dos leigos.

Grande parte das palavras utilizadas nos mercados deriva do inglês; já que muitas das expressões não têm na Língua Portuguesa um representante fiel para traduzir a essência de tal situação. E outro caso evidente é a criação de gírias para descrever determinada situação da bolsa.

Alguns termos – como blue chips, benchmark ou upside – podem ser considerados comuns para investidores que acompanham o dia-a-dia dos mercados. Já outros jargões – como galo, bola e pagão – são ainda menos conhecidos do grande público, por figurarem entre as gírias utilizadas pelos operadores.

Algumas expressões:

ADR

Sigla de American Depositary Receipt. São títulos emitidos por algum banco depositário norte-americano para representar as ações de algum emissor estrangeiro. São cotados em dólares e negociados no mercado acionário dos Estados Unidos. Empresas como Vale, Petrobras, Ambev e Ultrapar, entre muitas outras, têm ADRs listados em Wall Street.

Arbitragem

Termo usado para definir operações que buscam tirar algum proveito de variações na diferença de preços entre dois ativos ou entre dois mercados, ou das expectativas dessa diferença. Como exemplos, podemos citar a compra de um ativo à vista e a venda desse mesmo ativo no mercado futuro.

Benchmark

Termo usado para designar a principal referência de uma aplicação. No caso dos fundos de ações, por exemplo, o benchmark em geral é o Ibovespa, enquanto nos fundos DI e de renda fixa o parâmetro mais usado é o CDI.

Blue chip

Relaciona as ações de maior liquidez e capitalização no mercado. De maneira geral, são os ativos mais procurados, como Petrobras e Vale, entre outras.

Bullish e Bearish

Termos utilizados para designar se um mercado apresenta tendência de alta ou de baixa, respectivamente. “Bullish” faz referência ao ataque do touro (bull, em inglês), feito de baixo para cima, ou seja, aposta em tendência ascendente. Já “bearish” é o contrário, e remete ao ataque do urso (bear), de cima para baixo; tendência de baixa.

Call

Significa uma opção de compra. Termo geralmente utilizado no mercado de derivativos. Também usado por analistas para recomendar a “compra” de determinado ativo aos investidores.

Candlestick

Tipo de gráfico de origem japonesa utilizado em análise técnica, que demonstra simultaneamente as cotações de abertura e fechamento de determinado ativo, bem como as máximas e mínimas do mesmo. Dependendo do formato de cada figura, analistas “enxergam” padrões para o mercado.

Chinese wall

Caracteriza a atuação independente entre setores diversos de uma mesma instituição. Por exemplo, a área de tesouraria de um banco não deve ter contato com a gestão de ativos da mesma instituição.

Day trade

Operação ou conjunto de operações realizadas por um investidor com determinado ativo em um mesmo dia.

Derreter

Jargão também utilizado para designar um movimento significativo de queda. Algum ativo está “derretendo” quando apresenta forte trajetória declinante.

Dividend yield

Indica o retorno de um dividendo. Razão entre os proventos pagos em dinheiro por uma empresa e a cotação das ações desta empresa no mercado de ações.

Espirro

Jargão usado nos mercados para designar uma variação brusca, para baixo ou para cima, de determinado ativo ou índice. O “Ibovespa deu um espirro” pela tarde quando apresenta comportamento agressivo em seu gráfico em intervalo curto de tempo.

Flippers

Investidores que participam de um processo de IPO (abertura de capital) adquirindo o ativo para vendê-lo em sua estréia, no primeiro dia negociação, a fim de obter lucro rápido. O termo ficou conhecido na abertura de capital da BM&F, que relacionou um “filtro anti-flippers”, restringindo a participação de investidores que haviam “flipado” em ofertas anteriores.

Hedge

Termo utilizado para designar a atuação de um investidor em outra posição ou outro mercado (em geral, o mercado futuro) para proteger algum investimento, ou minimizar o risco de perdas em situação adversa.

Insolvente

Empresa que não consegue arcar com o pagamento das suas contas ou dívidas nos prazos determinados. Em grande parte dos casos, a insolvência de uma empresa sugere um processo de falência.

IPO

Initial Public Offering. Termo em inglês que significa oferta inicial de ações, que define o mecanismo através do qual uma empresa abre o seu capital e passa a ser listada na bolsa de valores.

Mico

Gíria muito utilizada nos fóruns de mercado para determinar um ativo que apresenta geralmente comportamento pior que a tendência de um mercado e de seus principais índices. Mostra uma perspectiva negativa em relação ao desempenho de tal título.

Posicionado

Investidor que mantém sua posição ou aplicação em determinado ativo financeiro. Por exemplo: alguém está posicionado no setor de consumo quando detém ativo do setor no momento em questão.

Pull back

Quando alguma ação que vem de período negativo apresenta trajetória de recuperação ou potencial de retomada em sua cotação.

Put

Significa uma opção de venda. Termo geralmente utilizado no mercado de derivativos. Contrário de “call”, opção de compra.

Quilo

Termo utilizado para determinar milhão.

Resistência

Muito utilizado na análise técnica, indica um patamar difícil de ser rompido de acordo com as apostas do mercado em geral. Dado que as expectativas dos investidores mudam com o tempo, uma resistência pode ser rompida, com o ativo tentando romper, eventualmente, uma resistência mais acima.

Reversão

Ocasião em que algum papel é vendido à vista para compra no mercado de opções.

Small caps

Contrário de blue chips. São ativos de baixa liquidez e capitalização no mercado. Também chamados de “segunda linha”.

Split

Caso em que uma ação passa por desdobramento. O número de ações emitidas é elevado, com a correspondente redução em seu valor nominal. Um “split” mantém o capital social da companhia inalterado.

Stop

Ferramenta que funciona como preço-limite estabelecido pelo investidor para liquidar sua posição. A partir daquele patamar, não se aceita mais o negócio. Um stop pode ser para realização de lucro (stop gain) ou para limitar uma perda (stop loss).

Suporte

Patamar que determina o nível de cotação de um papel no qual há uma parcela considerável de investidores dispostos a comprar o ativo àquele preço. O suporte, também muito usado na análise técnica, representa uma barreira para que a cotação não caia ainda mais.

Swap

Relaciona um contrato de troca de rentabilidades, que pode ser entre moedas, commodities ou outros ativos financeiros.

Tomar

Comprar pela quantidade e preço sugeridos.

Top pick

Ativo ou mercado considerado como melhor opção por algum analista ou instituição.

Trader

Termo norte-americano para designar quem opera no mercado financeiro.

Trigger

Motivo que desencadeou algum movimento de ação ou indicador, para baixo ou para cima.

Upside

É o potencial de valorização de determinado ativo. De maneira geral, é calculado a partir da relação entre a projeção de alguma instituição ou analista para o valor de tal ação em determinado período e sua atual cotação. Por exemplo, um papel que negocia a R$ 100,00 e tem um preço alvo a R$ 150,00 mostra um upside, ou potencial de valorização, de 50%.

Conversa de operador

Quem trabalha dentro da rotina das bolsas utiliza jargões para facilitar e abreviar a comunicação. Alguns termos utilizados pelos operadores são desconhecidos dos investidores em geral, mas muito utilizados no cotidiano dos traders.

Bater

Vender.

Desovando

Vendendo montante expressivo de determinado ativo.

Lixo

Sem liquidez, baixo volume de negócios.

Long-Short

Combinação entre posição comprada e posição vendida, respectivamente.

Nada na mão

Não existe nenhuma operação pendente.

Pagão

Comprador. Até certo preço que o investidor aceita pagar, é considerado pagão.

Posição zerada

Quando o investidor não está comprado ou vendido

Raspar

Comprar quantidade indeterminada de tal ativo, até um valor pré-estipulado

A numeração do mercado

Bola = zero

Galo = 50

Duque = 200

Terno = 300

Quadra = 400

Quina = 500

Uma listagem mais abrangente de termos utilizados no mercado financeiro pode ser encontrada no glossário da InfoMoney.

Por: Roberto Altenhofen Pires Pereira em 07/07/08 – 20h30  InfoMoney

20/10/2009

Empreendedores de oportunidades ou de necessidades ?

Filed under: Uncategorized — lbarreiros @ 14:15

Brasil tem mais de 14 milhões de empreendedores * Categoria comemora no mês de outubro o Dia do Empreendedor  

Em busca de uma boa oportunidade de mercado muitos brasileiros investem em seu próprio negócio. Levantamentos apontam que o número de profissionais que optou por esta iniciativa no primeiro bimestre de 2009 aumentou em quatro vezes com relação ao mesmo período do ano passado, demonstrando uma tendência em alta.

 “O principal motivo de muitos recorrerem a esta nova perspectiva é colocar em prática uma ideia inovadora ou até para fugir de empregos infrutíferos”, explica o diretor da L&B Controladoria, Laecio Barreiros.  

Outro fator que merece destaque é o fato de que pela primeira vez os ‘empreendedores de oportunidades’ – os que planejam a abertura do negócio – superaram os ‘empreendedores de necessidade’ – os que se aventuram nos negócios – apontando melhora no potencial do brasileiro.  

Segundo índices do SEBRAE, hoje o País conta com mais de 5 milhões de pequenos e médios negócios representando 20% do PIB, o que torna as PMEs muito importantes para a economia do país.  

Mesmo sendo um campo de oportunidades, é preciso ter cautela na hora de começar seu investimento. “Para abrir uma empresa é necessário, antes de tudo, traçar um plano bem detalhado. O futuro empreendedor deve saber dos riscos, da viabilidade de seu investimento, noção dos concorrentes e ter uma visão de um todo”, explica Barreiros.  

Planejar a abertura é essencial para que os lucros e resultados sejam positivos e que a vida da empresa seja duradoura. “Os novos pequenos e médios empresários brasileiros estão cada vez mais buscando estratégias de crescimento e se adaptando à realidade do mercado, o que é muito positivo”, finaliza Barreiros.  

O consultor Laecio Barreiros conta com todo o know how em consultoria para empresas de pequeno e médio portes adquirido em passagens em organizações de renome como GE Capital It Solutions / IBM Brasil (Ivix), Mc Donald’s, Manah, Moore Brasil, Zurich Seguros, Rhodes, Estanplaza Hotels e Grupo JM Fitafer, além de alguns cases de sucesso em PMEs como  WWSports, SMKT Suplementos Alimentares,  Zest Cozinha Criativa e MKR Comercial, entre outras. www.lbarreiros.com.br

 

15/10/2009

Voce Está Louco ! … use na PME

Filed under: Uncategorized — lbarreiros @ 00:45

Recentemente me deparei com uma situação muito comum e recorrente em PME´s … Simplificar os relatórios e demonstrações financeiras, traduzindo a linguagem contábil e financeira comum aos técnicos para os menos preparados ou iniciados.
Diante deste impasse que logo solucionamos e atendemos de pronto a necessidade do cliente, trouxe-me a memória um livro que li a uns 2 anos atrás: “ Você Está Louco ! ” do Ricardo Semler, celebre autor do “ Virando a própria mesa”.
No capitulo; Uma aventura em Technicolor na pag. 123 tem uma passagem que ilustra bem situação mencionada, a qual faço um breve resumo a seguir:

ABAIXO OS CONTADORES: ARRIBA CONTA DE FAXINEIRA.

Poucos entendem tanto de balanço quanto a senhorita da limpeza. Se sobrar mês no final do salário, a coisa pega. Receita e despesa, da maneira mais simples possível, tem consternado contadores e dirigentes de empresa.
Mas a coisa não se resume a faxineiros. Um dos nosso sócios, dono da RGIS, maior empresa de inventários dos EUA, é um bilionário. Certa vez ele me fez uma pergunta.
– Quer saber o segredo de ganhar dinheiro ?
– Quero sim, respondi,
– Vou te mostrar, disse ele enfaticamente, puxando da gaveta da escrivaninha um caderninho surrado. Veja aqui, continuou, enquanto me mostrava as linhas ordenadas com números, escritas à mão. Essa coluna da esquerda é o ano, a do meio é o faturamento da empresa, e a do canto é quanto eu levei para casa naquele ano.
– Sim, respondi intrigado.
– Pois é simples. Veja que em 1959, quando você nem era nascido, rapaz, eu e meu irmão trabalhamos sozinhos, fizemos inventários e recebemos US$ 12.000 no ano, ta vendo ?
– Agora, note que de 1959 em diante, todo ano houve acréscimo nas duas colunas, ate atingir centenas de milhões por ano, certo ?
– Sim, vejo, eu disse, devidamente impressionado.
– Pois é, disse ele fechando e guardando o caderninho, é simples: faça os números subirem todo ano e você se dará bem.
Entrevista encerrada, levantamos e fomos nos juntar aos outros. A minha primeira reação, como a que tem as pessoas quando digo que a faxineira entende de receita e despesa quando vai ao supermercado ou paga o aluguel, era de ridicularizar o que eu tinha ouvido. Ora é claro que uma obviedade dessas de nada auxilia – afinal, o difícil é saber como criar o aumento ano a ano.
Com o passar dos anos fui descobrindo que não – que a disciplina de simplificar tudo e manter o olho no alvo é suficiente. Esse americano não sabe ler um balanço, nem quer aprender . Ao longo do tempo fui conhecendo cada vez mais gente assim e foi fácil criar categorias. Já as empresas muito sofisticadas muitas vezes não conseguem enxergar o caminho, de tão atentas que estão aos controles digitais do carro. Industrias inteiras, como a de automóveis ou aviação, poderiam ter economizado bilhões se tivessem feito conta de padaria de vez em quanto.

Esta parte do texto do Ricardo Semler, reflete meu pensamento e por coincidência bate diretamente com a Visão da nossa empresa a L&Barreiros Controladoria que tem como foco de atuação o mercado das Pequenas e Medias Empresas – PME´s que necessitam de indicadores e controles que vão direto ao ponto e direcionem a gestores para uma rápida tomada de decisão. Trazer as técnicas gestão vivenciadas e experimentadas nas grandes companhias nacionais e multinacionais, traduzi-las e simplificá-las para implementar nas PME´s.

(*) Obs.: Companheiros contadores, por favor não entendam mal … também faço parte da classe.

Bons negócios,

Laecio Barreiros
http://www.lbarreiros.com.br/
www.linkedin.com/in/lbarreiros

07/10/2009

Como conseguir recursos para uma empresa endividada?

Filed under: Uncategorized — lbarreiros @ 14:04

REVISTA PEGN – COLUNA DIVÃ DO EMPREENDEDOR laecio preferidahttp://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI96980-17141,00-COMO+CONSEGUIR+RECURSOS+PARA+UMA+EMPRESA+ENDIVIDADA.html

Como conseguir recursos para uma empresa endividada?

Consultor mostra um plano tático para de retomada da lucratividade 

Por Laecio Barreiros*

Contador com MBA em Finanças, diretor da L&Barreiros Controladoria ( www.lbarreiros.com.br) , especializada em Planejamento, Finanças e Contabilidade para pequenas e médias empresas – PME´s 

 PERGUNTA: “Minha esposa e eu trabalhamos há algum tempo em um pequeno salão de beleza em minha própria casa. Fazemos apliques e colocação de cabelo natural. Gostaríamos de investir um pouco mais, porém temos pouquíssimo capital e nenhuma linha de crédito (pois acumulamos dívidas em virtude de maus investimentos que fizemos na ansiedade de que o negócio desse certo). Mas temos muita vontade e disposição, além de um grande campo de trabalho. O que devo fazer?”
Julio Eloi

RESPOSTA: Na sua pergunta, você já mencionou pontos importantíssimos para obtenção de sucesso em um negócio próprio: vontade, disposição e mercado (campo de trabalho).

Precisamos agora adequar suas expectativas a um plano tático de retomada da lucratividade, deixar de lado o imediatismo e pensar no seu negócio com a visão de médio e longo prazos.

Vamos então a algumas sugestões que podem produzir efeito em um período mais longo :

Estruturar uma Política de Saneamento Financeiro:

1º. Relacione em uma planilha ou lista todas as dívidas contraídas, com saldo devedor, quantidade de parcelas, taxa de juros, se parcelada o valor da prestação mensal.
2º. Relacione seus gastos fixos e variáveis necessários para a operação do seu negócio
3º. Relacione suas receitas com faturamento, ou seja, as entradas pela venda dos seus serviços prestados.

Junte todas estas informações e estruture em uma outra planilha com uma visão de fluxo de caixa, conforme o exemplo abaixo: 

FLUXO DE CAIXA Período
SALDO INICIAL  
Recebimentos e Vendas  
Outras Entradas  
TOTAL DE ENTRADAS  
(-) SAÍDAS  
DESPESAS FIXAS  
Pró-labore, Aluguel, Água, Luz, Telefone  
Outros  
DESPESAS VARIÁVEIS  
Materiais e custos de produtos vendidos  
Impostos s/ Faturamento  
TOTAL DE SAÍDAS  
RESULTADO OPERACIONAL – GERAÇÃO DE CAIXA  
SALDO OPERACIONAL  
(-) AMORTIZAÇÃO DAS DÍVIDAS  
Empréstimo / dívida  
(-) INVESTIMENTOS  
Aquisição de equipamentos, reformas, etc…  
SALDO FINAL  

Esta planilha irá proporcionar uma visão dos “Gastos Fixos e Variáveis”, as “Receitas” e principalmente a “Geração de Caixa no Negócio”, que é o dinheiro que sobra para amortizar suas dívidas e fazer novos investimentos.

Conhecendo a sua capacidade de Geração de Caixa, procure as pessoas e empresas que você contraiu as dívidas e inicie uma negociação com o objetivo de aumentar o prazo de pagamento delas e reduzir o custo das dívidas (redução de taxa de juros) compartilhando com eles o seu plano de Saneamento Financeiro.

Geração Futura de Receita:

Outro ponto fundamental para sucesso deste plano é garantir a receita/entrada de caixa planejada, que ela seja constante e se possível torná-la crescente através do aumento do número de clientes atendidos e aumentando o valor agregado aos seus produtos atuais.

Sugiro que você busque estruturar parcerias com outros salões que não prestem o mesmo tipo de serviço que vocês, faça convênios com empresas e associações para garantir fluxo contínuo de clientes, em fim, medidas simples que não precisam de investimentos para alavancar novos negócios. Nesta fase, criatividade e disposição para vendas são as palavras de ordem.
Com esta fórmula e visão de médio e longo prazos, a geração de caixa irá aos poucos crescendo, fazendo com que as dívidas sejam aos poucos amortizadas e liberando caixa para novos investimentos e por conseqüência gerando condições favoráveis para obtenção e acesso a novas linhas de crédito.

Perseverança, disciplina e novamente, visão de médio e longo prazos são requisitos fundamentais para obtenção de sucesso em qualquer plano de retomada da lucratividade, técnica denominada “Turnaround“.

Vale lembrar ainda que o plano deve ser mensalmente revisado e acompanhar sua realização, Comparando com o que foi planejado. Chamamos isto de apurar o “Real x Orçado” .

02/10/2009

Só para Inglês ver ! Como surgiu a expressão ?

Filed under: Uncategorized — lbarreiros @ 21:50

Segundo a maioria dos especialistas, a fonte mais provável data de 1831, quando o Governo Regencial do Brasil, atendendo as pressões da Inglaterra, promulgou, naquele ano, uma lei proibindo o tráfico negreiro, declarando assim livres os escravos que chegassem aqui e punindo severamente os importadores. Mas, como o sentimento geral era de que a lei não seria cumprida, teria começado a circular na Câmara dos Deputados, nas casas e nas ruas, o comentário de que o ministro Feijó fizera uma lei “só para inglês ver”.

No livro: “Mauá – Empresário do Império”, o autor Jorge Caldeira narra esta passagem e o ambiente em que esta expressão foi construída.

E, de fato, foi isso que aconteceu, diz Regina Horta, professora de História do Brasil – Império da Universidade Federal de Minas Gerais. Apesar do esforço do governo inglês, que defendia o fim do tráfico por motivos que vão desde a pressão da opinião pública interna até seus Interesses coloniais na África, a lei brasileira permaneceu como letra morta por mais de 20 anos.” Foi preciso esperar outra lei, promulgada pelo imperador Dom Pedro II, em 1852, para a proibição definitiva do tráfico.

 

Pois bem, trocando apenas a nacionalidade … qualquer semelhança com os dias de hoje é mera coincidência !

 

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