Blog das PME´s

30/06/2011

Saiba como contratar ou prestar serviços no exterior

Empresas interessadas em contratar ou prestar serviços no exterior precisam ficar atentas às regras e documentos exigidos

As empresas brasileiras que pretendem contratar ou prestar serviços no exterior precisam ficar atentas às regras e documentos exigidos para realizar a operação com segurança, apesar de o processo ser simples e prático. “A exportação de serviços, por  exemplo, não exige registro específico como a de bens. A empresa pode contar com a ajuda de sua instituição bancária
ou mesmo do Banco Central do Brasil”, afirma Francisca Gallon Grostein, professora de Sistemática de Importação e Exportação da Fundação Instituto de Administração (FIA), da Universidade de São Paulo (USP).

O especialista em controladoria Laecio Barreiros, da L&Barreiros Controladoria ( http://www.lbarreiros.com.br ), concorda sobre a praticidade na exportação de serviços. “O exportador de serviços está livre de diversos trâmites quando se exporta um produto, por exemplo. A maior dificuldade está em conquistar um cliente no exterior”, revela. Para auxiliar empreendedores interessados em atuar na prestação de serviços fora do Brasil, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) fornece informações sobre este mercado em seu site (http://www.itamaraty.gov.br/).

Para André Rebelo, assessor de assuntos estratégicos da Federação das  Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), apesar da facilidade, esta ainda é uma prática incipiente no País. “A maioria das importações de serviços é complementar. São empresas exportadoras que contratam serviços necessários para realizar suas atividades fora do Brasil. Há também aqueles negócios que
necessitam de serviços muito específicos e não encontram similar nacional. Já em relação à exportação, ainda temos um mercado de serviços restrito”.

Os documentos básicos para realizar a exportação de um serviço são: contrato de compra e venda internacional, nota fiscal, fatura invoice ou fatura pró-forma; fatura comercial ou commercial invoice e contrato de câmbio ou contrato de câmbio simplificado. A descrição completa está disponível no site do MDIC  (http://www.itamaraty.gov.br/).

Pagamento do serviço

Sobre o aspecto cambial da transação, Barreiros destaca a simplicidade da operação. “O empresário deve contratar um banco comercial que será responsável por receber o valor referente ao serviço prestado. A instituição bancária cuidará de toda a operação. Para isso, cobra uma taxa e uma porcentagem sobre o valor recebido”. A empresa receberá o pagamento em Reais. As informações
cambiais podem ser obtidas na página do Banco Central na internet ( http://www.bcb.gov.br/) ou junto à instituição bancária do empresário.

Já na contratação de um serviço fora do País, a empresa está realizando uma operação de importação, portanto o pagamento é realizado em moeda estrangeira. “Isso muda quando a empresa prestadora possui um representante no Brasil. Neste caso, é possível pagar diretamente pelo serviço em Reais”, explica Gallon. Todo o trâmite é realizado por intermédio de um banco comercial que deve ser contratado pela empresa para realizar o pagamento do serviço. “A operação também é simples, tanto que hoje existem diversas companhias brasileiras buscando serviços no exterior”, completa Barreiros.

http://operacoescambiais.terra.com.br/noticias/operacoes-empresariais-2/saiba-como-contratar-ou-prestar-servicos-no-exterior-62

 

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27/06/2011

Valor agregado e publicidade

De uma forma simples e direta, valor agregado é quando se reconhece um valor ou funcionalidade adicional em um produto ou serviço, permitindo que esse diferencial ou funcionalidade permita uma cobrança adicional no seu preço final.

 

Existe uma infinidade de empresas que atuam com esse conceito e, melhor que falar de empresas, produtos e marcas, cito um exemplo na prática.

A venda de valor agregado pode ser aplicável em operações simples. Você já imaginou como poderia criar uma oferta de valor agregado para venda de milho verde cozido na praia? Vejamos uma situação realmente instigante. O milho verde cozido é ofertado há anos por vendedores ambulantes não só em praias, quanto em parques e demais locais públicos. No Brasil, o preço varia de R$ 1,50 a R$ 2,00 por unidade. A concorrência é acirrada, sem muita diferenciação, a não ser pela aparência e percepção de higiene. Há 15 anos um dos vendedores ambulantes recebeu a solicitação de um cliente para cortar o milho, uma vez que tinha dificuldade para morder a espiga e retirar os grãos cozidos. O vendedor respondeu prontamente, cortando os grãos e colocando-os em um copinho de refrigerante. O cliente ficou muito satisfeito e contou para seus familiares. Alguns deixavam de comprar o milho devido à dificuldade de comê-lo. Como a demanda aumentou, o vendedor comprou pratinhos e garfinhos e começou a cobrar 50% mais pelo milho.

 

Para alcançar a diferenciação, deve-se também investir pesado em publicidade para despertar o interesse do consumidor pela novidade, pela moda, por tendências e por customizações. Buscar formas alternativas de comercialização também é válido, como faz a indústria automotiva, que, embora venda bens duráveis, sempre consegue levar o consumidor a trocar de carro.

A atuação do vendedor também agrega valor ao negócio e pode garantir melhores ganhos. Para isso, ele deve atuar como consultor, entendendo a real necessidade do cliente e ofertando a melhor solução dentro do portfólio de produtos. Ele deve então desenvolver competências técnicas e noções básicas de tecnologia, comunicação, processos de negociação etc. Investindo nesse tipo de profissional, os empresários conseguem muitas vezes aumentar a margem de lucro dos seus produtos, pois a venda passa ser mais direcionada e qualificada.

 

E como definir se para determinado negócio é mais rentável ganhar no volume de vendas ou na margem obtida na venda de cada mercadoria, ao investir no conceito de valor agregado? Normalmente, quando converso com meus clientes de consultoria, digo que o melhor é o “E” e não o “OU”, algo como: Vender mais com menos margem OU vender menos com mais margem. Prefiro: vender mais “E” com mais margem.

 

Brincadeiras à parte, essa resposta só é possível conhecendo o porte e o tamanho de cada negócio, o produto, a marca, o mercado, o capital investido e os concorrentes e, fundamentalmente, tendo conhecimento sobre suas margens de lucro, estrutura de custos e seu ponto de equilíbrio. De qualquer forma, ao escolher a estratégia, tenha sempre em mente que ser rentável é sempre ter foco nos controles, isto é, acompanhar seu negócio em tempo real para nunca ter dúvidas sobre o modelo.

 

Bons Negócios,

Laecio Barreiros

22/06/2011

Três passos para a profissionalização da empresa familiar

Cuide da separação entre os papéis e das atividades dos seguintes núcleos: familiar (trata da integração social dos seus membros), societário (deve responsabilizar-se pela criação de mecanismos, acordos e treinamento dos acionistas), executivo (responsável pelas estratégias empresariais e relacionamento da empresa com a sociedade).

Acerte critérios para reinvestimentos, aquisições ou vendas.

Detalhe parâmetros para o uso de bens e serviços da empresa.

http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI82613-17171,00-TRES+PASSOS+PARA+A+PROFISSIONALIZACAO+DA+EMPRESA+FAMILIAR.html

15/06/2011

10 lições para dar vida longa ao negócio familiar

                                                      Os segredos que levam as empresas familiares adiante

Apenas uma em cada três empresas familiares ultrapassa a terceira geração de seus fundadores. E, destas, apenas 30% chegam à quarta geração. Qual é o segredo? Talvez o mais importante deles seja a preocupação em passar às novas gerações a paixão pelas raízes e pelo próprio negócio. Como quem planta sementes, quem está no comando preocupa-se em formar sucessores cedo, quando eles ainda são meras crianças. Mas essa não é a única lição. Eis mais algumas:

1 – Controle de caixa – Pesquisas internacionais revelam que apenas 5% dos negócios familiares continuam a gerar dividendos atrativos para os seus acionistas depois da terceira geração. A ordem é controlar o caixa com pulso firme

2 – Seleção criteriosa – Jamais empregue alguém que não possa ser demitido. Os descendentes do fundador precisam acumular experiência no mercado e aprender a olhar a empresa da família não como uma herança, mas como um negócio

3 – Crescimento limitado – Por mais eficiente que seja a empresa, dificilmente ela crescerá mais do que a família. Por isso, muito cuidado para não comprometer o negócio por transformá-lo em um cabide de empregos

4 – Conflitos à parte – Estudo feito por uma consultoria internacional especializada em gestão de empresas revela que 65% dos casos de mortalidade decorrem de conflitos entre parentes. Por isso, é importante deixar os rancores do lado de fora dos portões da companhia

5 – História passada a limpo – Procurar manter o vínculo dos descendentes com o negócio deve ser um exercício diário. Uma das formas de fazê-lo é estimular a participação dos herdeiros desde cedo na rotina da empresa

6 – Valorização da essência – É indispensável passar às próximas gerações os princípios e os valores que nortearam a criação do negócio

7 – Planejamento a longo prazo – Empresas só atravessam décadas de vida porque seus gestores estão sempre atentos aos rumos do mercado, aos movimentos da concorrência e às inovações tecnológicas

8 – Aprender com os erros – A maioria da empresas familiares já passou por pelo menos um problema sério ao longo de sua história. Porém, é importante aprender com a história do negócio e tentar não repetir os erros do passado

9 – Olho no futuro – A tradição é um grande diferencial, mas empresas devem ter os olhos voltados para o futuro, para não perder seu lugar no mercado

10 – Sangue novo – É importante que cada geração que assuma o comando dê fôlego ao negócio e ao modelo de gestão, de modo que a empresa seja renovada e esteja preparada para enfrentar novos desafios

Por Kátia Simões

http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI80463-17195,00-LICOES+PARA+DAR+VIDA+LONGA+AO+NEGOCIO+FAMILIAR.html

09/06/2011

Ivix Gestão & Negócios … saindo do forno

Vejam em primeira mão a logomarca do nosso mais novo Business:

A Ivix Gestão & Negócios, ira atuar como uma Consultoria Boutique em Gestão, Controladoria, Finanças, Desenvolvimento de Negócios, Inovação e Melhoria de Performance com foco em Pequenas, Médias Empresas (PME´s ) e Empresas Familiares.
Iniciamos agora o desenvolvimento do site ( http://www.ivixgestao.com.br ), material de marketing e comunicação.

Ate breve,

Laecio Barreiros.

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