Blog das PME´s

29/08/2009

Empreendedor é um caçador de oportunidades

Filed under: Uncategorized — lbarreiros @ 16:57

O empreendedor tem um comportamento similar ao de um animal na busca da caça. Está sempre inquieto, procurando novas oportunidades. Esse estado de atenção constante é essencial para o êxito de um negócio. É isso que o faz correr riscos, mobilizar pessoas e recursos e lançar-se em um novo empreendimento, buscando construir o seu sonho.

O Brasil, sem dúvida, possui um grande número de empreendedores, que buscam na construção de novos negócios a esperança de crescimento e realização profissional. Isso se deve, principalmente, à limitação das oportunidades no mercado de trabalho, à criatividade de nosso povo e à ampliação do acesso a informação e a tecnologias. Porém, também sabemos que a maioria deles fracassa em seus primeiros anos de trabalho. Por que isso ocorre?

Certamente, a dificuldade de empreender possui raízes na História. A sociedade foi desenvolvida, em grande parte, a partir do conceito da subordinação, estabelecendo o seu funcionamento de acordo com uma ordem central. Isso vale, até hoje, para escolas, universidades, igrejas, exército, entre outros. Criamos poucos líderes e muitos subordinados.

O reflexo disso é o baixo estímulo a uma atitude empreendedora, que se vislumbra, por exemplo, na limitada interação entre universidades e empresas no Brasil. Os bons resultados obtidos por pesquisadores brasileiros, muitas vezes, não ganham aplicações comerciais por falta de entendimento entre os dois lados. Em nações mais desenvolvidas, que conseguiram superar essa barreira cultural, a pesquisa, inclusive a científica, é orientada para objetivos vinculados ao desenvolvimento econômico e social.

Somem-se a essa herança cultural os conhecidos problemas estruturais que barram o empreendedorismo no Brasil. É muito difícil criar ou fechar uma empresa, assim como enfrentar a burocracia vigente, que mata as atitudes empreendedoras, desestimulando investimentos. Existem, entretanto, iniciativas positivas, como o Simples, sistema tributário para micro e pequenas empresas que unifica e reduz o pagamento de impostos. Além disso, há bons projetos financiados pela iniciativa privada, como a Junior Achievement, que estimula o empreendedorismo em estudantes do Ensino Médio. Em 26 anos de existência, a organização já sensibilizou 1,6 milhão de jovens sobre o mundo dos negócios e as vantagens da atividade empreendedora para a sociedade. Também merecem destaque trabalhos como o do Instituto Endeavor, no apoio a novos empreendedores, e as iniciativas do Movimento Brasil Competitivo e do Sebrae, com programas de melhoria de gestão para micro e pequenas empresas.

Para que o Brasil prospere, precisamos estimular o espírito empreendedor ao máximo. Qualquer ação que traga desenvolvimento e gere empregos e renda deve ser incentivada. O primeiro passo é que cada um de nós avalie o seu comportamento no dia a dia, com filhos e netos, assim como atue fortemente para gerar mais mudança na ação dos governos, principalmente em prol do incentivo às micro e pequenas empresas. Afinal, o empreendedor é um dos principais agentes sociais de qualquer nação. Ao correr riscos, ele promove o desenvolvimento, beneficiando toda a sociedade. E é essa atitude que devemos praticar e estimular desde cedo em nossos jovens.

por Jorge Gerdau Johannpeter

L&Barreiros Controladoria
Consultoria e Planejamento Financeiro, Contabil para PME´s – Pequenas e Médias Empresas

27/08/2009

PMEs buscam crescimento pós-crise

Filed under: Uncategorized — lbarreiros @ 14:17

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PMEs buscam crescimento pós-crise

Passado quase um ano, a economia dá sinais de recuperação e  projeta bons índices para o segundo semestre

 

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Sindicato da Micro e Pequena Indústria do Estado de São Paulo (Simpi), mais de 19% das 1.068 companhias consultadas, todas com até 50 funcionários no quadro de colaboradores, irão contratar profissionais no terceiro trimestre de 2009. Levando em consideração que 61% destas empresas possuem até nove empregados, o número torna-se considerável.

Dados otimistas que dão um novo ‘fôlego’ para o mercado que sofreu com a série de demissões desde o final do ano passado. Para o diretor da L&Barreiros Controladoria, Laecio Barreiros, o importante é saber o que fazer após a crise.

O controller Laecio Barreiros alerta que agora as empresas precisam avaliar o que aprenderam com tudo que aconteceu. “Além de ficarmos aliviados e esperançosos com as projeções e com as notícias divulgadas, devemos pensar nas lições deste período para montarmos um plano de contingência e ações de planejamento estratégicos e táticos visando nos preparar para novas e inesperadas turbulências ou mesmo como otimizar os bons momentos nos negócios”, explica Barreiros.

Um outro exemplo de superação frente a crise econômica é o relatório divulgado pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) onde afirma que a economia brasileira vai acelerar o ritmo da retomada de seu crescimento no segundo semestre de 2009, “o aumento da demanda interna, motivado pela melhoria das condições de crédito e pela redução das taxas de juros, é a principal causa deste ‘boom’”, registra o documento.

Para contribuir com os micro, pequenos e médios empresários, Laecio destaca alguns questionamentos importantes para bater os obstáculos. Confira algumas perguntas ‘chaves’ levantadas pelo consultor: 

  • Você tem um planejamento estratégico com visão de curto, médio e longo prazos?
  • Há controles minuciosos de suas despesas e custos?
  • Tem o domínio e controle de suas margens e da formação do preço de vendas?
  • Os seus controles internos estão organizados e os utiliza para tomada de decisões?
  • Existe uma contabilidade regularizada, além de demonstrações financeiras atualizadas e está em dia com suas obrigações fiscais?
  • Sua empresa tem uma boa gestão de riscos e um plano de contingência para situações de crise?
  • Tem um controle dos indicadores de desempenho, plano de negócios ou processo orçamentário para acompanhar os negócios? 

O diretor da L&Barreiros finaliza “são as respostas positivas para estas questões que irão facilitar a passagem pelos constantes desafios do dia-a-dia do empresário, pois ajudam a trabalhar a visão de curto, médio e longo prazos, além de tomar decisões e mudar os percursos quando necessário”. 

O consultor Laecio Barreiros conta com todo o know how em consultoria para empresas de pequeno e médio portes adquirido em passagens em organizações de renome como GE Capital It Solutions / IBM Brasil (Ivix), Mc Donald’s, Manah, Moore Brasil, Zurich Seguros, Rhodes, Estanplaza Hotels e Grupo JM Fitafer, além de alguns cases de sucesso em PMEs como  WWSports, SMKT Suplementos Alimentares,  Zest Cozinha Criativa e MKR Comercial, entre outras. www.lbarreiros.com.br

 

25/08/2009

Loucura ou empreendedorismo?

Filed under: Uncategorized — lbarreiros @ 19:54

070206_symbol_02_06Martha Beck, autora do livro “Finding your Nothern Star” (sem versão para português) listou os primeiros passos do empreendedorismo nesse artigo, no qual mostra que entre altos e baixos nos negócios, fica a lição que a situação sempre pode melhorar e que por mais que suas escolhas mostrem o contrário, você não é louco, apenas empreendedor.
 

Primeira fase: A morte e o nascimento

Características: Quando você sai do escritório como empregado para se tornar chefe e está tudo meio confuso.
Mantra: “Eu não sei o que está acontecendo, mas está tudo bem”.
Recomendação: Esteja centrado na suas próprias visões e criatividade. Coma direito, se exercite que o resto é só trabalho. Mantenha a cabeça aberta para novas possibilidades.

Segunda fase: Sonhar e conspirar

Características: Depois de conseguir mudar a identidade profissional sem traumas, você passa a pesquisar e pensar em diversas ideias, sonha longe.
Mantra: “Não existem regras, mas está tudo bem.”
Recomendação: Não limite sua imaginação, tenha ousadia para explorar novas ideias e serviços.

Terceira fase: A saga do herói

Descrição: Você começa e a invalidar diversas ideias para um negócio aparentemente viável, dá os primeiros passos e tudo está errado. As pessoas te criticam e isso faz com que questione sua sanidade.
Mantra: “Isso é muito mais do que eu esperava, mas está tudo bem.”
Recomendação: Não fique afobado, as coisas vão continuar dando errado por um tempo. Aprenda, aprimore-se e foque onde você está errando. Procure pessoas que possam te dar apoio.

Quarta fase: A terra prometida

Descrição: Depois de passar pela prova de fogo da terceira fase, a empresa se estabiliza. Você começa a fazer as primeiras contratações, paga os primeiros clientes e reúne uma pequena equipe.
Mantra: “Tudo está mudando, mas está tudo bem.”
Recomendação: Aproveite! Guarde dinheiro, invista e continue trabalhando. Com o tempo essas atitudes se convertem em bons retornos.

Fonte: Endeavor – Bota pra fazer

24/08/2009

Lições de uma grande empresa para as PME´s

Filed under: Empreendedorismo,Gestão — lbarreiros @ 14:13

Estratégias da Disney podem fortalecer o seu negócio

No livro “Criando Magia”, da editora Sextante, Lee Cockerell, 65 anos, explica como usar as estratégias de negócios da Disney para ser um líder melhor e fortalecer sua empresa. “Nas pequenas e médias empresas, não só é possível aplicar as estratégias como é mais fácil. Nestes negócios, o líder está mais próximo dos funcionários, o que facilita a comunicação”, diz.

 Saiba a verdade
Circule na sua empresa e fique ciente de tudo o que acontece nela. Em pequenas e médias empresas, esta comunicação é mais fácil.

Use um combustível grátis
Incentive e elogie os funcionários pelo trabalho bem feito

Mantenha-se na dianteira
Renove seus conhecimentos e aprenda com os concorrentes

Cuidado com aquilo que você diz e faz
O empresário é o exemplo dos funcionários. Seja positivo e estabeleça padrões altos para seu trabalho

Desenvolva o caráter
Você serve de exemplo também como pessoa

Na pratica:
Sua empresa cresceu, você gostaria de ter controles mais eficazes que demonstrem a sua rentabilidade real, o ponto de equilíbrio ( brak-even ) de seu negocio, os custos reais de sua operação e indicadores de desempenho para apoiá-lo na tomada de decisão, contate a L&Barreiros Controladoria, somos uma assessoria empresarial focada em Pequenas e Medias Empresas ( PME´s).

Temos soluções para atender as suas expectativas e implementar em tempo record, técnicas de gestão e governança Corporativa vivenciadas nas grandes companhias e multinacionais para melhor a performance do seu negocio.

Fonte: Exclusivo Online – Extra da edição de julho da revista PEGN

L&Barreiros Controladoria
www.lbarreiros.com.br

23/08/2009

As mentiras que os empreendedores contam

Filed under: Uncategorized — lbarreiros @ 23:14
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Sua empresa fala sempre a verdade? Se e a sua resposta é não, relaxe. Você faz parte apenas da maioria – e não acredite em qualquer um que disser que é transparente como cristal nos negócios. Quem garante isso é John Wells, presidente do IMD, (Institute for Management Development, ou, em português, Instituto para o Desenvolvimento de Gestão).

“As empresas mentem e muitas fazem isso porque não têm outra alternativa”, afirmou ele esta semana na abertura do Conarh, congresso de Recursos Humanos, em São Paulo. “A estrutura de capitalização das empresas não admite que os executivos sejam sinceros sobre as finanças das companhias, obrigando-os a mentir a maior parte do tempo”, disse o especialista. “Se afirmarem que estão com problemas, como a maioria das empresas está, simplesmente deixam de captar recursos e podem ir à falência”, segundo relata o site Canal Executivo.

As mentiras mais comuns

As mentiras no mundo do negócio parecem ser tão comuns que até livros já se escreveram sobre o tema. Conheça algumas das principais mentiras contadas por empreendedores, postadas por Millor Machado, blogueiro do Saia do Lugar, reproduzido no blog Super Empreendedores. As dicas são baseadas no livro “Reality Check“, de Guy Kawasaki, diretor da Garage Technology Ventures.

Nossas projeções são conservadoras
Estimativas de venda são sempre um chute. O empreendedor normalmente pensa “Se a estimativa for muito baixa, não vai valer a pena. Se for muito alta, vou parecer arrogante. Então vou pegar minha projeção mais alta, cortar pela metade e falar que estou sendo conservador.”

Nós estamos vendo se a ideia é garantida
A única forma de garantir que uma ideia dá dinheiro é depois que ela der dinheiro. Ser empreendedor significa acreditar que algo vai dar certo e fazer a aposta.

Ninguém faz o que nós fazemos
Se ninguém faz o que você faz, isso pode significar duas coisas: ou você não se deu ao trabalho de pesquisar o suficiente ou você está indo em um mercado que não existe. Logicamente existem ideias completamente novas, mas se não há nada absolutamente parecido, normalmente é um sinal de que alguma coisa está errada.

Nós não teremos concorrência
Lembre-se de que se o cliente simplesmente não comprar seu produto, você estará concorrendo com o nada. Ou seja, não existe falta de concorrência. Queira sempre fazer o melhor e satisfazer seu cliente ou você começará a perder consumidores para o nada, que é sempre um concorrente brutal.

Nós temos uma patente que nos protegerá da concorrência
Patentes ajudam, é lógico. Mas, se for uma patente de algo que ninguém queira comprar, o nada será um concorrente voraz.

Temos um mercado de X milhões de pessoas, só precisamos de 1% dele
Essa mentira mostra dois problemas no seu discurso. O primeiro é que ninguém quer investir em empreendedores que só querem 1% de algum mercado. O outro é que conseguir 1% de um mercado não é tão fácil assim. Seja mais realista e mostre que conhece as dificuldades de entrar no mercado.

21/08/2009

Gestão de Micro e Pequenas Empresas: Sete práticas de sucesso

Filed under: Uncategorized — lbarreiros @ 13:26

A implantação de um sistema de gestão em micro e pequenas empresas pode ser fundamental no resultado. Saiba mais!

Se me perguntarem qual é a característica mais fundamental para que um micro ou pequeno empresário tenha sucesso, não terei dúvidas ao responder: é a ousadia!

Digo isso porque esses profissionais, pela sua própria condição, precisam, obrigatoriamente, contar com essa qualidade em especial para não apenas começar um negócio, mas, principalmente, inovar e investir na qualidade de seus produtos e serviços de forma a serem competitivos no mercado em que estão inseridos.

É nessa hora que ter um sistema de gestão que assegure o cumprimento dos passos fundamentais para que o produto ou serviço ofereça a qualidade prometida é fundamental. No entanto, infelizmente, é muito comum entre os empreendedores brasileiros a crença de que essa implantação é penosa e capaz de trazer pouco retorno para a empresa.

Para a implantação de qualquer sistema de gestão, há sete importantes práticas. Geralmente elas são pouco valorizadas pelas micro e pequenas empresas, o que dificulta o sucesso desse trabalho, criado para facilitar a tarefa e não complicar a vida de quem a realiza. São elas:

Planejamento: este é o primeiro passo a ser seguido. É nesta etapa que micro e pequenos empresários determinarão os rumos de seus projetos, ou seja, metas e métodos a serem seguidos para que se alcance o sucesso. Este trabalho inicial jamais poderá ser encarado como perda de tempo, pelo contrário, é o planejamento que possibilitará a antecipação de diversos cenários e possíveis problemas;

Capacitação: a capacitação de sua equipe é uma questão extremamente importante para o bom andamento do planejamento. Novos aplicativos e ferramentas são sempre bem-vindos, desde que seus funcionários sejam treinados de forma adequada para usá-los. Caso contrário, você apenas terá gastado dinheiro à toa. Fica aqui uma sugestão: invista em comunicação e conscientização interna, assim, sua equipe poderá realmente entender o Sistema de Gestão que a organização segue e o que ela espera com ele;

Disciplina: é fundamental que todos os seus colaboradores estejam envolvidos e motivados a cumprir o Sistema de Gestão vigente, afinal, disciplina é primordial para o sucesso de qualquer projeto, tanto pessoal quanto empresarial. Além disso, o planejamento só poderá ser cumprido se todos desenvolverem suas funções pré-estabelecidas;

Investimento: invista em recursos materiais e pessoais, pois somente assim sua equipe terá meios adequados para executar com excelência suas funções. Um trabalho bem feito exige um conjunto de recursos e não apenas um ou outro item qualquer. Mesmo que o orçamento de sua micro ou pequena empresa seja enxuto, pesquise bem e tente ao máximo encontrar bons produtos a preços acessíveis;

Produtividade: comumente costumamos ouvir nos corredores das empresas, sejam elas grandes ou pequenas, que “o dia não é o bastante”, que “o trabalho parece que não render”. Caso isso ocorra na sua empresa, pare e faça um diagnóstico: como meus funcionários usam o tempo de trabalho? Será que algo está os distraindo, tirando-lhes o foco? A partir de então, tome atitudes para resolver o problema de queda de atenção e produtividade. Às vezes, medidas simples como a adoção de um software de gerenciamento, podem ser o suficiente;

Comprometimento da gerência: não tenho dúvidas de que uma equipe estará mais motivada e comprometida com o trabalho ao perceber que a gerência está, de fato, também empenhada. Um bom líder incentiva seus colaboradores, dialoga com eles, mostra-se acessível. Não deixe de comemorar conquistas e incentivar o crescimento de seus funcionários; e

Análise e Melhoria dos Processos: não basta apenas focar no resultado final. Um bom empresário é aquele que entende todo o processo de construção e todas as etapas que o levaram ao sucesso. Dessa forma, ele aprende muito, pois, certamente, durante esse processo ocorreram erros que, no futuro, servirão como experiência.

19/08/2009

Laecio Barreiros no Programa Marcenaria Moderna Rede Vida TV

Filed under: Uncategorized — lbarreiros @ 19:30
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Divã do Empreendedor: Coluna de Laecio Barreiros na Revista PEGN

Filed under: Uncategorized — lbarreiros @ 18:49

A partir deste mês, passo a assinar uma coluna na Revista PEGN – Pequenas Empresas Grandes Negócios ( online) da Editora Globo.
Trata-se de uma seção de perguntas enviadas pelos leitores sob Finanças e Empreendedorismo, aonde retorno com respostas numa linguagem simples e direta.

“Gostaria de saber se é aconselhável fazer um crédito para abertura de uma franquia, pois o capital que possuo é insuficiente para a abertura da mesma.”
Marcelo Parreira – Ribeirão Preto, SP

Link: http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI84709-17161,00-E+ACONSELHAVEL+FAZER+UM+CREDITO+PARA+ABERTURA+DE+UMA+FRANQUIA.html

Resposta:

Você deseja empreender e abrir um negócio próprio – uma franquia – e não possui todo o dinheiro? Faço a seguir algumas sugestões e dicas para realizar o seu sonho:

1) Tente, primeiro, financiar com o franqueador. Alguns têm na sua estratégia de expansão recursos disponíveis para financiar, principalmente a taxa de franquia. Com isso você terá uma identificação e comprometimento com o sucesso do negócio, dividindo o risco entre o franqueado e o franqueador, além de obter taxas de juros subsidiadas e garantias negociadas.

2) Veja se não é possível obter esse capital com algum membro da família ou amigo, com certeza os juros serão mais baixos e as garantias necessárias serão melhor negociadas. 3) Programas e linhas de crédito específicos para o segmento de franquias. Sugiro dois programas disponíveis nos bancos públicos. São eles:

I. Programa CEF Franquia – Caixa Econômica Federal

É um programa de crédito destinado ao segmento de franchising que oferece recursos para capital de giro, antecipação de receitas, financiamentos para investimentos, convênios, seguros e previdência. A partir da análise e aprovação do plano de negócios, elaborado em conjunto com a rede de franquia, o candidato pode obter financiamento para o investimento fixo e capital de giro associado necessário à implantação de sua unidade. As condições são atraentes: taxa de juros de 5% ao ano mais a variação da TJLP (Taxa de Juros de Longo Prazo), que estava em 6,25% ao ano em julho de 2009, e prazo de até 48 meses, com até seis meses de carência. O empresário deve aguardar o financiamento da Caixa para adquirir o equipamento. O teto máximo de financiamento é R$ 400 mil e o percentual máximo financiado pode variar de 30% a 60%, de acordo com a rede.

II. Programa BB Franquia – Banco do Brasil

É um Programa destinado a apoiar as empresas do segmento de franquias. Por meio de um convênio assinado entre a franqueadora e o Banco, as unidades franqueadas têm acesso aos produtos e serviços do BB, entre eles linhas de crédito para capital de giro, financiamentos de investimentos, e outras soluções que o BB coloca à disposição da empresa. Os conveniados do Programa dispõem de maior agilidade no fluxo de contratação de operações para financiamentos. O Banco do Brasil possui a linha de financiamento Proger Urbano Empresarial que, além de financiar a implantação e modernização de sua empresa, financia também a taxa de franquia, com as melhores condições negociais do mercado.

E quanto você deve financiar?

Vai depender da capacidade de geração de caixa do negócio, ou seja, quanto a franquia pode gerar de resultado após apurar todas as receitas e recebimentos com vendas. Para isso, é necessário deduzir todos os seus desembolsos e gastos com custos e despesas fixas, impostos, composição de estoques, a diferença (saldo de caixa) que deverá ser reservada do capital de giro. A partir daí podemos determinar o valor a destinar para amortização da dívida. Lembre-se que o valor do investimento necessário deve ser composto da seguinte forma: Taxa de Franquia (+) Instalações e Equipamentos (+) Capital de Giro. Esta equação é que vai determinar o valor do investimento na franquia. Normalmente as empresas franqueadoras têm estas planilhas e controles com o objetivo de determinar o capital necessário a ser investido e sua taxa de retorno.
Vejamos a seguir um exemplo didático com base em Regime de Caixa para apurar a capacidade de geração de caixa para amortizar um empréstimo:
Recebimentos (Vendas) ……………………… R$ 100.000,00
(-) Compras para Estoque ………………….. R$ 50.000,00
(-) Impostos ……………………………………….. R$ 10.000,00
(-) Custos e Despesas Fixas ………………….R$ 6.000,00
(-) Custos e Despesas Variáveis ……………R$ 4.000,00
Geração de caixa ( saldo ) …………………….R$ 30.000,00
1/3 para amortização empréstimo ……….R$ 10.000,00
1/3 para manutenção capital de giro……..R$ 10.000,00
1/3 para reservas de capital………………….R$ 10.000,00

Nossa recomendação:

Não comprometer mais que 1/3 do caixa gerado na operação para saldar o empréstimo para investimento e abertura da franquia. É muito importante que antes de tomar esta decisão, de abrir um negócio através de uma franquia e acessar uma linha de crédito para este fim, sejam tomadas algumas precauções como: – Fazer uma pesquisa de mercado para entender o comportamento do negócio, – Pesquisar associações de classe para obter informações e know-how, por exemplo: Associação Comercial, ABF, Sebrae – Preparar um plano de negócio com visão de curto, médio e longo prazo.

* Laecio Barreiros é contador com MBA em Finanças, diretor da L&Barreiros Controladoria, especializada em Planejamento, Finanças e Contabilidade para pequenas e médias empresas

SOLUÇÕES EM CONTROLADORIA. QUEM É GRANDE TEM, QUEM É INTELIGENTE TAMBÉM !

Filed under: Uncategorized — lbarreiros @ 18:33

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Cuidados na Gestão – 10 erros a evitar

Filed under: Uncategorized — lbarreiros @ 18:10

Especialistas em administração e empreendedorismo dizem que pequenos empresários cometem erros sistemáticos antes de falir.
Veja quais são os tropeços mais comuns e escape deles:

1. Escolha da atividade errada;
2. Falta de Planejamento e adaptação a novas demandas;
3. Não pensar formas de inovação;
4. Cair na ciranda financeira;
5. Não estabelecer parcerias e falhar no mix de produtos;
6. Errar na escolha do sócio;
7. Contratações erradas e envolvimento familiar;
8. Agir com ansiedade e tomar decisões apressadas;
9. Criar produtos pensando nos gastos e necessidades pessoais;
10. Não ter perfil de empreendedor;

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Laecio Barreiros
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