Blog das PME´s

20/09/2018

Falta pouco mais de uma semana para entrarmos no último trimestre de 2018, já parou para pensar nisso?

Pois é, o último trimestre traz com ele: eleições, sazonalidade, 13º salário, férias e ainda a importante tarefa de se planejar para 2019!

Sua empresa está preparada para esses cenários?

Contate a L&Barreiros Controladoria para elaborar seu Budget (Orçamento) para 2019.

 

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18/09/2018

SR. CLIENTE, nosso CEO

O que representa este dia na L&Barreiros.

 

Em junho/2012 fizemos uma reestruturação nas operações da L&Barreiros Controladoria, refletida diretamente no organograma da empresa.

Promovemos o SR. CLIENTE como nosso CEO (Diretor Presidente), eu como Fundador e Principal Executivo, passei a função de Vice-Presidente e por consequência ocorreu o ajuste nas demais funções dos sócios e colaboradores.

Na L&Barreiros Controladoria, o SR. CLIENTE não tem só um dia, ele comanda e direciona todos os nossos esforços e ações.

E que fique claro que não é uma ação isolada de marketing ou promoção, é uma crença, está publicado nas apresentações da empresa e principalmente, está no nosso DNA.

Parabéns aos meus CEO’s, SRs. CLIENTES, neste e em todos os dias.

 

Laecio Barreiros

EVP, Executive Vice President

http://www.lbarreiros.com.br

(11)3964-2393

 

15/09/2018

Estréia …. Fambiz Franquias & Gestão

Mais um negócio originado da L&Barreiros … aguardem em breve faremos o lançamento oficial, por enquanto entendam a conceito da marca:
Fam = Família 
Biz = Abreviação de Business (Negócios) 
Fam + Biz = Fambiz 

www.fambiz.com.br

 

14/09/2018

Consultoria financeira pelo valor de um cafezinho

Uma novidade para os Empreendedores de Pequeno Porte.

A L&Barreiros Controladoria em um esforço para ajudar na gestão e nas finanças das pequenas empresas, ajustou a metodologia de Choque de Gestão para um atendimento especial, com valores equivalentes a um cafezinho. Isso mesmo, com o valor de um cafezinho por hora, você controla, organiza e gerencia as finanças de sua empresa.

Nosso plano especial de 20 horas de consultoria, divididos em 3 pagamentos mensais, fará uma grande transformação no seu negócio, acelerando seu crescimento.

Contate,

L&Barreiros Controladoria

http://www.lbarreiros.com.br/index.php/lbarreiros_financas_e_gestao_para_pmes_metodologias_exclusivas/

 

13/09/2018

Regra 80/20

Fizemos algumas experiências na consultoria aplicada a redução de custos, despesas e análise de rentabilidade de produtos vendidos com base na Regra de Pareto e apoiada nas pesquisas e avaliações do autor Chris Anderson, autor do livro “The Long Tail”, os resultados foram bem impressionantes e já incorporamos às metodologias de trabalho da L&Barreiros Controladoria.
Acompanhem a seguir um resumo do conteúdo:
A manifestação mais conhecida das distribuições Pareto/Zift é a Regra 80/20, que geralmente é usada para explicar que 20% dos produtos geram 80% das receitas, ou 20% de nosso tempo é responsável por 80% de nossa produtividade, e numerosas outras avaliações que apresentam essa característica comum de uma minoria exercer impacto desproporcional.
Entretanto a Regra 80/20 é sempre mal interpretada, por três razões. Primeiro, nunca são exatamente 80/20. A maioria dos mercados de grandes estoques que o autor estudou é 80/10 ou ate menos (não mais de 10% dos produtos geram 80% das vendas).
Caso você esteja constatando que 80/10 não corresponde a 100%, essa é a segunda característica confusa da regra. Os 80 e os 20 são percentuais de coisas diferentes e, portanto, não precisam totalizar 100. Um percentual se refere a produtos e outro, a vendas. Pior ainda, não existe convenção padronizada sobre como expressar a relação entre as duas variáveis ou que variável manter constante. Dizer que um mercado tem forma 80/10 ( 10% dos produtos abrangem 80% das vendas) pode ser o mesmo que dizer que ele 95/20 ( 20% dos produtos respondem por 95% das vendas).
Finalmente, a regra é mal compreendida porque as pessoas a usam para descrever fenômenos diferentes. A definição clássica é sobre produtos e receitas, mas a regra também pode ser aplicada a produtos e lucros.
Um dos erro de interpretação mais perniciosos é presumir que a Regra dos 80/20 é um convite a manter em estoque apenas 20% de mercadorias que respondem pela maioria das vendas. Esse engano decorre da observação de que a Regra dos 80/20 é basicamente um estimulo a ser discriminatório quanto a composição dos estoques, pois, caso as estimativas estejam certas, as conseqüências podem exercer efeito desproporcional sobre o negocio.
Essa é razão por que o autor disse que a Cauda Longa era a morte da Regra 80/20, embora, na realidade, a regra em si não seja nada do que em geral se supõe, em face das más interpretações. Na realidade, a regra 80/20 é apenas o reconhecimento da existência, em determinado caso, da distribuição de Pareto, e de algumas coisas venderão muito mais do que outras, o que é verdade nos mercados de Cauda Longa, assim como nos mercados tradicionais.
No entanto, a novidade da Cauda Longa é oferecer estímulos para não se deixar dominar pela regra. Mesmo que 20% dos produtos gerem 80% da receita, isso não é razão para não oferecer os outros 80% dos produtos. Nos mercados de Cauda Longa, em que os custos de carregamento de estoques são baixos, há incentivos para oferecer tudo, qualquer que seja o volume de vendas. Quem sabe se, com boas pesquisas e recomendações, alguns produtos dos 80% menos vendáveis não se convertam em produtos dos 20% mais vendáveis ? Como os varejistas tradicionais ( economia real ) incorrem em custos de estoque significativos, os produtos que não vendem bem tendem a não gerar lucro. Assim, praticamente, todo o lucro decorre dos 20% dos produtos que realmente vendem bem.
Acho que vale a pena a reflexão, estudar um pouco mais os cases de sucesso das empresas pontocom e avaliar a sua aplicação nas empresas da chamada economia real.
Bons Negócios,
Laecio Barreiros
‪+ 55 11 99999-5004‬
http://www.lbarreiros.com.br/
www.linkedin.com/in/lbarreiros
L&Barreiros Controladoria
Consultoria em Planejamento, Finanças e Contábil para PME´s

11/09/2018

Laecio responde: As Fórmulas do Lucro – 4 Indicadores para avaliar a saúde financeira de seu negócio e torná-lo mais rentável.

Pergunta de Wagner Madeira de Campinas, SP

Quais são os principais indicadores e formulas para avaliar a saúde financeira da minha empresa?

 

Prezado Wagner,

 

Indicamos 4 Indicadores básicos para avaliar a saúde financeira de seu negócio e torná-lo mais rentável, a seguir:

 

  • Lucro Operacional

    Receita Líquida – Custos dos Produtos Vendidos – Despesas Comerciais e Administrativas = Lucro Operacional.

    Por que Calcular?– Ao identificar o lucro operacional, você sabe quanto gera de ganhos para distribuir aos sócios, pagar dívidas (pelo menos os juros) e recolher tributos incidentes sobre o lucro (IRPJ e CSLL)

 

  • Margem Operacional

    Lucro Operacional % Receita Líquida x 100 = Margem Operacional.

    Por que Calcular?– A taxa mostra a eficiência operacional da empresa. Revela quanto sobra, para R$ 100,00 da receia líquida, depois da subtração de todos os gastos operacionais.

 

  • Necessidade de Capital de Giro

    Valor das Contas a Receber + Valor em Estoque – Valor das Contas a Pagar = Capital de Giro Necessário.

    Por que Calcular?– Saber quanto é necessário ter em caixa para cobrir os gastos do dia a dia do negócio; ajuda a evitar rombos nas finanças.

 

  • Inadimplência

    Valor das Contas a Receber em Atraso % Valor das Contas a Receber x 100 = Percentual da Inadimplência.

    Por que Calcular?Conhecer a taxa de inadimplência é fundamental para afinar as projeções de fluxo de caixa. Com isso, é possível evitar ser surpreendido por buracos no orçamento. Vale a pena também calcular a inadimplência por períodos de atraso. Você pode saber, por exemplo, quantos e quais clientes estão com contas atrasadas em até dez dias. A estratégia permite dedicar esforços de cobranças para vencimentos com mais chance de recebimento.

Bons negócios,

Laecio Barreiros

www.lbarreiros.com.br

 

10/09/2018

Laecio, responde: “Gostaria de saber quais os produtos que vendo que são realmente lucrativos? ”

Laecio, responde:
Mais uma pergunta respondida sob a oferta de consultoria ou apoio na solução de problemas, acompanhem:

Pergunta da Roseane A. Costa de Brasília, DF.

“Gostaria de saber quais os produtos que vendo que são realmente lucrativos? ”
“Eu tive uma experiência bastante dura por não gerenciar as finanças da minha empresa. Nós tínhamos uma dívida com nosso principal fornecedor de R$ 290 mil quando tínhamos um faturamento de R$ 30 mil por mês – a dívida era quase impagável. Nós fizemos um planejamento estratégico, aprendemos a calcular o custo real de nossos produtos, e neste ano a previsão é de que faturemos R$ 1 milhão, com um lucro aproximado de R$ 240 mil. Bem, vamos ao meu dilema:
A minha empresa é uma editora católica e nós fazemos demonstrativo de resultado mensalmente. Através dele sabemos a margem de contribuição de cada produto, porém, alguns dos livros editados não têm todos os exemplares vendidos e há pouca possibilidade de venda da edição depois de um certo prazo. Existe alguma fórmula para eu saber quais materiais, de fato, foram lucrativos levando em consideração o estoque que ficou ou o valor total da edição?”

Cara Roseane, sugiro que você apure a Margem de Contribuição individualmente por produto ou segmentando por família de produtos, algo assim:

DRE Produto A  Produto B  Produto C  Produto D Critério
Receita bruta
(-) Impostos
Receita líquida
(-) CMV Considerar os gastos diretos dos produtos
Lucro bruto (margem de contribuição)
(-) Custos e despesas fixas Ratear os gastos fixos com base nas vendas (regra de 3)
Resultado líquido

Embora o critério de rateio com base no valor de faturamento possa provocar distorções, é o mais utilizado. Sugiro que você avalie no seu negócio o melhor mecanismo de rateio. Em alguns negócios, o critério de unidades vendidas também consiste em um bom indicador. No seu caso, onde existem produtos que têm um giro muito baixo nos itens estocados, um caminho natural é também atribuir um custo de obsolescência de estoques e também rateá-los aos produtos vendidos. Observe que esta atribuição de custo gerencial não é aceita na legislação de IRPJ e Contábil.

Recentemente, li um livro chamado “A Cauda Longa” (em inglês The Long Tail” que aborda, entre outras coisas, esta nova dinâmica de marketing e vendas e como lucrar com a fragmentação dos mercados. O livro mostra também cases de sucesso no comércio eletrônico. Acho que vale a pensa a leitura. Veja o link no meu blog.
https://lbarreiros.wordpress.com/…/a-cauda-longa-the-long-…/

* Laecio Barreiros é contador com MBA em Finanças, diretor da L&Barreiros Controladoria, especializada em Planejamento, Finanças e Contabilidade para pequenas e médias empresas

05/09/2018

Laecio, respode: Primeira

 

O post de ontem sob a oferta de consultoria ou apoio na solução de problemas, já teve a primeira provocação, acompanhem:

Pergunta do Mario da S. Parreira – Ribeirão Preto, SP:

 “Gostaria de saber se é aconselhável fazer um crédito para abertura de uma franquia, pois o capital que possuo é insuficiente para a abertura da mesma.”

 

Resposta:

Prezado Mario,

Você deseja empreender e abrir um negócio próprio – uma franquia – e não possui todo o dinheiro? Faço a seguir algumas sugestões e dicas para realizar o seu sonho:

1) Tente, primeiro, financiar com o franqueador. Alguns têm na sua estratégia de expansão recursos disponíveis para financiar, principalmente a taxa de franquia. Com isso você terá uma identificação e comprometimento com o sucesso do negócio, dividindo o risco entre o franqueado e o franqueador, além de obter taxas de juros subsidiadas e garantias negociadas.

2) Veja se não é possível obter esse capital com algum membro da família ou amigo, com certeza os juros serão mais baixos e as garantias necessárias serão melhor negociadas.

3) Programas e linhas de crédito específicos para o segmento de franquias. Sugiro dois programas disponíveis nos bancos públicos e dois em bancos privados … São eles:

  1. Programa CEF Franquia – Caixa Econômica Federal
  2. Programa BB Franquia – Banco do Brasil
  3. Programa Franquias Santander
  4. Programa Bradesco Franquias

E quanto você deve financiar?

Vai depender da capacidade de geração de caixa do negócio, ou seja, quanto a franquia pode gerar de resultado após apurar todas as receitas e recebimentos com vendas. Para isso, é necessário deduzir todos os seus desembolsos e gastos com custos e despesas fixas, impostos, composição de estoques, a diferença (saldo de caixa) que deverá ser reservada do capital de giro. A partir daí podemos determinar o valor a destinar para amortização da dívida. Lembre-se que o valor do investimento necessário deve ser composto da seguinte forma: Taxa de Franquia (+) Instalações e Equipamentos (+) Capital de Giro. Esta equação é que vai determinar o valor do investimento na franquia. Normalmente as empresas franqueadoras têm estas planilhas e controles com o objetivo de determinar o capital necessário a ser investido e sua taxa de retorno.
Vejamos a seguir um exemplo didático com base em Regime de Caixa para apurar a capacidade de geração de caixa para amortizar um empréstimo:
Recebimentos (Vendas) ……………………… R$ 100.000,00
(-) Compras para Estoque ………………….. R$ 50.000,00
(-) Impostos ……………………………………….. R$ 10.000,00
(-) Custos e Despesas Fixas ………………….R$ 6.000,00
(-) Custos e Despesas Variáveis ……………R$ 4.000,00
Geração de caixa ( saldo ) …………………….R$ 30.000,00
1/3 para amortização empréstimo ……….R$ 10.000,00
1/3 para manutenção capital de giro……..R$ 10.000,00
1/3 para reservas de capital………………….R$ 10.000,00

Nossa recomendação:

Não comprometer mais que 1/3 do caixa gerado na operação para saldar o empréstimo para investimento e abertura da franquia. É muito importante que antes de tomar esta decisão, de abrir um negócio através de uma franquia e acessar uma linha de crédito para este fim, sejam tomadas algumas precauções como: – Fazer uma pesquisa de mercado para entender o comportamento do negócio, – Pesquisar associações de classe para obter informações e know-how, por exemplo: Associação Comercial, ABF, Sebrae – Preparar um plano de negócio com visão de curto, médio e longo prazo.

 

 

Laecio, responde:

O futuro dos empregos, “ALARMANTE ou OPORTUNIDADE”?!

Atenção, 14% dos empregos brasileiros podem desaparecer até 2030. O preocupante dado, que afetaria cerca de 15,7 milhões de vagas, faz parte de pesquisa da consultoria McKinsey sobre o futuro do mercado de trabalho.
O alerta refere-se ao fato de que sistemas com uso de tecnologias como inteligência artificial põem em xeque o futuro de diversas profissões na próxima década. A consultoria afirma que o Brasil está pouco preparado para as vagas que podem ser geradas pela economia digital, pela falta de preparo da força de trabalho. “As pessoas devem pensar em migrar para atividades que não possam ser facilmente automatizadas”, recomenda Laecio Barreiros.

Topo da lista das profissões em risco, segundo estudo da Universidade de Oxford:
Telemarketing seguido de perto por vendedores de varejo, contadores, auditores e outros profissionais da área administrativa.

Alerta ou oportunidade?!

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