Blog das PME´s

30/07/2010

Acontece na L&Barreiros 04/10

 

Olá amigos,

Por incrível que pareça já estamos próximos do final do ano … como passou rápido e quanto trabalho !!!!

As perspectivas do crescimento econômico se confirmam, nas minhas andanças pude  comprovar  “ in loco”, cidades como Salvador, Feira de Santana, Goiânia, Brasília, Londrina, São Luiz (MA), Santos e a própria SP,  parecem um verdadeiro canteiro de obras, tamanho o volume de construções e projetos em andamento … além do próprio depoimento positivo dos meus clientes que atuam nos mais diversos segmentos da economia, como: serviços, comunicação, industria automotiva, alimentos, construção civil, entretenimento, entre outros …Que bom !!!

Vejamos agora um resumo do que já aconteceu:

  • Entrevistas e Artigos

 

–  Neste mês, fui entrevistado pelo Blog da Microsoft para PME´s – Pensando Grande (http://pensandogrande.com.br) sobre Sistemas de Tributação e Enquadramento Tributário.

–  Também fui convidado à assinar uma coluna de perguntas e respostas para os leitores do Blog, além de ter o nome atrelado à marca e a empresa Microsoft. Assim, daremos continuidade a um projeto pessoal contribuindo com o desenvolvimento dos Empreendedores e das PME´s, acessem: http://pensandogrande.com.br/como-escolher-o-enquadramento-tributario-de-sua-empresa/

– A partir de 10 de agosto, será lançado o Blog e site: TI Especialistas ( http://www.tiespecialistas.com.br ) e também fui convidado para ser colunista, vejam o primeiro artigo publicado:

http://www.tiespecialistas.com.br/2010/07/pequenas-e-medias-empresas-pmes-sao-iguais-a-classe-c/

  • Palestras e Seminários

 

– O projeto em parceria com a Leo Madeiras para desenvolver conteúdo de palestras e treinamentos para seus clientes, está se consolidando. Inclusive estivemos em Julho na cidade de Londrina (PR) e em Agosto estaremos palestrando em Porto Alegre (RS) … assim sendo, em uma rápida avaliação, estimamos já ter falado com mais de 1.200 Empresários da Marcenaria.

– Em  Abril/2010 palestrei com enorme sucesso na Feira Reciclamais South American Expo 2010  foram aproximadamente 250 pessoas, o tema : Porque as Empresas Quebram, provocou bastante a platéia deixando a platéia muito participativa.

  • Blogs e a Home Page (site)

 

Continuamos com uma ótima visitação ( vejam o numero de visitantes por pagina/site ), são postados em media 2 artigos por semana … sempre tem novidade, acessem :

– No Blog da L&Barreiros http://lbarreiros.blogspot.com/  – Período de Ago/09 a Jul/2010 = aprox. 7.000 acessos.

– No Blog das PME´s  https://lbarreiros.wordpress.com/  –  Período de Set/09 a Abr/2010 = aprox. 5.000 acessos.

– Home Page (site) http://www.lbarreiros.com.br – Período de Out/2007 a Abr/2010 = aprox. 40.000 acessos

– Também estamos no Twitter, acompanhem:   http://twitter.com/laeciob

Bons Negócios,

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23/07/2010

O modelo estratégico de negociação

O modelo preconizado por William Ury abrange dois grandes processos: preparar e negociar. Saiba mais !  

1. Preparar

Temos três “alavancas” que impulsionam esse processo:

– Ir para o balcão ou para a varanda. Significa “dar um tempo”. Pode ser uma rápida caminhada, comer um chocolate, ou qualquer outra coisa, para que possamos “olhar de cima”, nos distanciar, e ter uma perspectiva panorâmica da negociação, para mantermos o foco no objetivo principal. Para tanto, é importante identificar quais os comportamentos do outro lado que nos irritam, que nos fazem reagir. E buscar alternativas. Se o acordo não puder ser alcançado, temos que conseguir alcançar a melhor situação para as duas partes.

Ao irmos para o balcão, podemos também pensar em quem são os stakeholders – nossos, deles ou outros interessados (como governo, comunidade, mídia).

Um exemplo de necessidade de irmos ao balcão é uma negociação por e-mail. Não podemos, por e-mail, responder uma mensagem instantaneamente.  O ideal é fazer a resposta e “guardar como rascunho”. Depois, ir até o balcão – sair, meditar, conversar com um amigo… E, somente após, mandar a resposta.

– Formular uma MAPAN (Melhor Alternativa para um Acordo Negociado). Trata-se da melhor forma de agir caso não consigamos chegar ao acordo que imaginávamos. É uma situação, no final, que possa ser boa para as duas partes. Por isso, temos sempre que ter um “Plano B”, para chegarmos a um acordo mínimo aceitável. Podemos formular várias alternativas, de intermediárias a definitivas.

– Conectar-se ao outro lado. Representa se colocar no lugar do outro. Para tal, precisamos ouvir (com atenção) mais do que falar e entender para não refutar. Com isso, às vezes conseguimos surpreender, ficando ao lado do outro, num determinado momento da negociação, para chegarmos a um objetivo ou acordo final. Também é fundamental o respeito nas negociações. O desrespeito, muitas vezes, pode levar ao fracasso. Precisamos criar um clima de confiança.

 

2. Negociar

Depois de moldar o ambiente da negociação, é hora de negociar. Também aqui temos três vértices que devem ser considerados:

– Reenquadrar a situação. Após irmos para o balcão, pensarmos em alternativas e nos conectarmos ao outro lado, podemos reformular o objetivo ou a estratégia. Porém, não devemos rejeitar os argumentos do outro de “bate pronto”. Temos que identificar o que está por trás das trincheiras, os interesses relacionados, e redirecionar a negociação. Nesse caso, fazer perguntas é fundamental. Podem aparecer informações valiosas, mesmo em forma de críticas. Também é importante fazer brainstorm, consultar outras pessoas (com conhecimento técnico do assunto), explorar as opções. E adotar critérios objetivos para decidir o que é justo. Os critérios podem ser: valor de mercado, precedentes, leis, reciprocidade, custos, eficiência, tratamento igual, tamanho da empresa ou do negócio, discernimento científico, e outros.

– Afirmar um NÃO positivo. Para se chegar a um “sim” no final, que seja bom para todos e que satisfaça os seus interesses, é necessário, muitas vezes, falar “não” durante a negociação. Sempre com respeito. No fechamento, o “sim” pode ser uma proposta criativa, clara e construtiva, que atenda aos seus interesses e leve em conta os deles. E que seja praticável e realista.

– Construir uma “ponte dourada”. Para acabar com o abismo que existe entre duas partes em uma negociação, podemos construir uma ponte. E, assim, chegar a um acordo final, com clareza, após um “sim” sustentável. Nessa fase, é muito importante, também, apoiar o outro em seus argumentos de comunicação. Muitas vezes, uma parte não aceita um acordo porque não sabe o que dizer aos seus acionistas, ao público interno, à sociedade, etc. Então, temos que ajudá-los a explicar o porquê do acordo. É uma vitória para eles também.

“Por tudo isso, em uma disputa, o maior poder como negociador é o poder de mudar o jogo, de tal forma que ambas as partes ganhem”, conclui William Ury.

HSM Online

06/07/2010

Como escolher um investidor capitalista para o seu negócio

A captação de investimentos é sempre um grande desafio para as empresas de pequeno e médio portes. Durante o último Seminário Internacional de Empreendedorismo Humberto Matsuda, VP de Venture Capital da Performa Investimentos, esclareceu dúvidas frequentes em relação ao melhor caminho para conquistar investimento privado.

Antes de qualquer passo, o empresário deve ficar atento ao tipo de fundo de investimento que está procurando, existem fatores que os fundos analisam que não estão diretamente relacionados às empresas. “É uma questão de modelo, do que se busca e como se busca investimento, se um investidor não tiver interesse pela sua empresa não significa necessariamente que ela não é boa, talvez ela não esteja dentro do que o investidor busca”, explica Matsuda. Normalmente, os fundos de investimento analisam os seguintes pontos em uma empresa:

Porte da empresa – para cada estágio de desenvolvimento existe um investidor certo. Uma empresa já desenvolvida tem um tipo de investimento muito maior do que uma start up, ou seja, uma iniciante. Uma start up possui uma gestão muito mais focada na própria operação e no negócio em si. “Adeque o seu discurso a quem investe em empresas do seu tamanho. Se você quer convencer um investidor, tem que procurar aquele que busca uma empresa do seu tipo”, explica Matsuda.

Outra pergunta frequente é em relação a que tipo de mercado que mais atrai investimentos de Venture Capital. De acordo com Matsuda, são:

– Software, por se tratar de um modelo de negócios que, uma vez desenvolvido, os investimentos, após esta etapa, são baixos;

– Biotecnologia, principalmente tecnologias ligadas ao desenvolvimento de soluções aplicáveis ao cotidiano;

– Equipamentos e aparelhos médicos que ajudem a reduzir o custo com saúde;

– Tecnologias limpas e sustentáveis;

– Nanotecnologia: a mais importante revolução tecnológica desde a internet;

– Internet com ênfase em negócios baseados em distribuição de conteúdos;

– Telecomunicações: países em desenvolvimento tem maior foco desses investimentos.

Além disso, independente do tamanho da empresa e do mercado em que está posicionada, no momento de optar por investir, os investidores observam também  quais as pessoas envolvidas no empreendimento, a escalabilidade, a capacidade de multiplicar rapidamente a empresa, o seu potencial de crescimento (uma empresa que não tem tendência a crescer torna-se menos atraente ao capital de risco), os diferencias competitivos dela, entre outros.

Ao optar por ter um sócio capitalista é necessário analisar alguns outros fatores. O empresário precisa fazer uma reflexão em relação ao seu próprio perfil e como gosta de administrar o seu negócio, pois ter um sócio desse tipo significa que a gestão do empreendimento será dividida. “É preciso achar aquele que encaixe e que vá funcionar para o seu negócio, ele será o seu sócio e sociedade é como casamento. Para piorar, um casamento com data de divórcio e que tem que dar lucro”, alerta Matsuda.

Por CamilaHungria em 5 de July de 2010

Microsoft PME (Oficial)

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