Blog das PME´s

26/05/2016

Infográfico: Como a controladoria pode ajudar sua empresa

infografico

A controladoria é um segmento que otimiza os processos dentro da empresa – das micros até grandes instituições. Sua função é assegurar o futuro do negócio. O controller é uma pessoa capacitada para organizar, traçar metas e objetivos, assim como aplicar conhecimentos contábeis e administrativos para trazer lucratividade para a empresa.

Neste material, preparado para empreendedores e profissionais de todas as áreas, você conhecerá como a controladoria faz este processo e como funciona o business check-up.

 

“A forma de fazer negócio mudou na última década. O aumento da competitividade e as mudanças diárias do mercado, faz com que todas as empresas precisem estar preparadas para todos os cenários e buscar mensalmente otimizar os resultados – por este motivo a controladoria, que era uma ferramenta usada nas grandes empresas, agora é peça fundamental de pequenas e médias também”

 

Por: Laecio Barreiros

L&Barreiros Controladoria

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Como multinacionais utilizam a controladoria para crescer

exemplo fluxograma

Um dos segredos das multinacionais que chegam ao País é pensar sempre cinco anos à frente. É uma forma de manter a empresa competitiva com mais produtividade e eficiência diante dos desdobramentos do mercado. O Brasil ainda é um país em desenvolvimento, e com ou sem crise, os investimentos são medidos sempre. As grandes corporações que apostam nos brasileiros avaliam riscos e oportunidades a todo momento. Este é um exemplo que as pequenas e médias também devem seguir. Porém, como adaptar os recursos, objetivos e estratégias de grandes empresas para a realidade do empreendedor que busca também a lucratividade, o crescimento e principalmente o equilíbrio financeiro da sua empresa? A controladoria é parte fundamental deste processo.

Um profissional que trabalha com controladoria tem conhecimento avançado em gestão organizacional, recursos humanos, finanças e produção. Unindo essas forças ele é capaz de diagnosticar possíveis falhas e pontos que podem ser otimizados para aumentar a produtividade da empresa. O controller – como é conhecido – tem  capacidade de trazer uma visão diferente e modificar o modelo de negócio ou até criar auditorias complexas para identificar pontos de melhoria e responder a pergunta que, em algum momento, todo empreendedor faz: por que eu não consigo lucrar mais?

As grandes empresas se beneficiam da controladoria também para acompanhar todos os processos internos da empresa – essa é a fórmula essencial para identificar os gastos desnecessários que devem ser cortados. A área também aponta investimentos certeiros ou até mesmo novas estratégias e modelos de negócios.

A realidade da pequena ou média empresa não muda muito. É preciso mapear os custos para dar um passo à frente, principalmente quando a empresa sai da fase de iniciante e começa a se profissionalizar e construir uma base sólida no mercado. As estratégias de controladoria das multinacionais adaptadas para as PMEs tornam possível acompanhar todos esses dados, otimizar resultados, reduzir custos e gerenciar riscos e fraudes, que são uma das preocupações de quem investe no seu próprio negócio.

Baixe nosso e-book: 20 dicas de como a controladoria pode ajudar na sua empresa 

O papel do controlador nas pequenas e médias empresas é visualizar novos horizontes, evitar situações de risco e até mesmo identificar estratégias para se esquivar das crises econômicas externas. Esta visão vai além dos demonstrativos dos relatórios contábeis ou administrativos. É uma forma de auxiliar o empreendedor nas tomadas de decisão principalmente quando a empresa visa não apenas o crescimento, mas a segurança e continuidade dos negócios.

20/02/2015

Se o Papa é pop, os empreendedores também podem ser: Como sua empresa pode ganhar a atenção das corporações gigantes

pap pop

Quando Papa Francisco anunciou o lançamento da Scholas.Lab, agora no início do mês, ele ganhou a admiração do mundo tecnológico. Em um momento em que a maior parte da comunicação é mais digital, nada mais natural do que o Vaticano saber interagir neste novo ambiente. Assim, criar uma aceleradora de startups parece algo fora da tradição católica, mas faz todo o sentido para quem quer e precisa, urgentemente, interagir com pessoal dos likes, comments e shares. Para o Vaticano e todas as outras grandes empresas, a inovação está cada vez mais fora das organizações.

Por esta razão, se vai empreender ou já está empreendendo, Bradesco, Telefónica e Coca-Cola, apenas para citar alguns exemplos de empresas que venho dando uma força, também podem ajudar.

O Bradesco criou o Inovabra, um programa pioneiro no Brasil que foca na oferta dos mercados e da capilaridade que o banco tem para alavancar o negócio das startups. A Telefónica criou a Wayra, uma sofisticada aceleradora de startups que vem conseguindo atrair empreendedores experientes. E a Coca tem o Coca-Cola Founders, um programa global em que se associa a empreendedores que sabem escalar seus negócios por meio da atuação da gigante de bebidas. A empresa gostou tanto do tema, que lançou o Coca-Cola Up, um segundo programa em parceria com a Artemísia, para apoiar empreendedores de negócios sociais. Em comum, todas estas gigantes oferecem acesso a mercados que uma startup brasileira nunca teria, mesmo que tivesse recebido um aporte milionário.

Mas a lista de gigantes que buscam startups continua. Hospital Albert Einstein, Natura, Mondelez, Senior Solution e Totvs já lançaram suas iniciativas para apoiar startups e muitas outras serão lançadas em 2015.

Mas se você é empreendedor e tem interesse em ser acelerado por uma grande empresa, alguns cuidados devem ser tomados:

-> Entenda se o programa é realmente estratégico para a grande empresa. O principal executivo e, principalmente, o diretor de inovação devem estar a bordo. Isto demonstra não só compromisso da alta direção, mas também um sinal de seriedade para os demais da empresa. Além disso, a chamada deve endereçar os principais desafios da corporação. Se isto não estiver claro, você não saberá exatamente como a sua startup pode ajudar a empresa.

-> Analise detalhadamente a chamada do programa. Algumas cláusulas podem ser abusivas em uma primeira leitura, mas podem fazer sentido em um contexto mais estratégico para a grande empresa. Sempre, na dúvida, entre em contato com o responsável pelo programa. E ter um bom advogado ao lado, não é recomendável, é obrigatório.

-> Só entre em iniciativas ganha-ganha. É fácil, inclusive pelo tamanho e burocracia, a grande empresa pisar na startup. Para que isto não ocorra, prefira os programas que tem, entre os organizadores, pessoas externas à corporação que consigam trazer uma discussão de acordo mais vantajoso para as duas partes e uma interação mais tranquila posteriormente.

-> E saiba aproveitar, mais do que os recursos que a grande empresa pode oferecer, o mercado que ela já tem acesso. Quase sempre, isto seria inatingível para uma startup brasileira conseguir entrar em mercado tão grande em um tempo tão curto.

Por fim, entenda que os programas de startups das grandes empresas também são startups corporativas. Ainda há muitas dúvidas e incertezas também do lado da corporação. Ambos os lados estão e estarão aprendendo a empreender.

Fonte: ESTADÃO PME, por: Marcelo Nakagawa

http://blogs.pme.estadao.com.br/blog-do-empreendedor/categorias/marcelo-nakagawa/

04/02/2015

Perspectivas e Oportunidades para 2015

2015

No ano passado, as empresas brasileiras enfrentaram uma série de desafios econômicos. Para 2015, há a previsão de que se somem ao cenário novas diretrizes para políticas públicas que deverão continuar causando impacto na trajetória econômica do país. Os executivos e empresários não podem esperar pelo desfecho dessas mudanças com os braços cruzados.

O caminho agora é trabalhar no sentido de aumentar a produtividade das empresas, e isto certamente diz respeito a investimentos em soluções tecnológicas, gestão e controles. Percalços econômicos aumentam as oportunidades para que as empresas saiam da massa homogênea de negócios e alcancem posição de destaque e liderança de mercado.

Embora este não seja o caminho percebido como mais natural uma vez que o Brasil passa por dificuldades econômicas, este é o momento certo para as empresas investirem em novas tecnologias e controles que permitam impulsionar a automatização e eficiência de seus negócios, redução de desperdícios e custos.

Os empresários, que enxergam problemas e não oportunidades, não querem gastar, adiam investimentos, e isso acaba por configurar um importante desafio para as PME´s. Por esta razão, é importante estar antenado sobre as oportunidades que estarão perdendo ao optar por não atualizarem e não investir em gestão e controles.

A implementação de novas soluções automatiza os negócios e ajuda as empresas a otimizar seus processos, aumentando a produtividade para manter o foco nas transações de vendas e atendimento aos clientes que no fundo é a missão dos empreendedores e empresas.

Em um recente evento ( jan/15), na Amcham SP em debate com vários representantes setoriais, economistas, executivos e empresários sob as perspectivas e oportunidades para 2015, chegamos a um consenso sobre alguns setores da economia e tendências para o ano, vejamos:

OPORTUNIDADES SETORIAIS:

– Concessão de Rodovias e Pedágios

– Setores que mantem relação com crescimento da economia americana

– Setores ligados a Eco-eficiência e Sustentabilidade

NÃO É OPORTUNIDADE / DIFICULDADES SETORIAIS:

– Setores ligados a credito e consumo

– Infraestrutura

– Educação

Mais do que nunca, o investimento em processos de controladoria, inteligência comercial e gestão de negócios , é imperativo para diminuir os impactos negativos da desaceleração da economia.

Bons negócios,

27/01/2015

Entenda como o Canvas pode trazer maior organização e objetividade para a sua empresa.

canvas2 canvas

 

O processo de estruturação do seu negócio não precisa ser longo e detalhado. Principalmente em startups, tudo passa por validação e muda tão rápido que um relatório tradicional nem sempre é a forma mais prática de modelagem. O Canvas é uma ferramenta bastante eficiente para ilustrar as características do seu Modelo de Negócios (Business Model). Ele permite o gerenciamento estratégico utilizado em negócios existentes ou que ainda estão no papel.

Canvas é um mapa simples e visual, que aborda os principais aspectos que o empreendedor precisa considerar ao trazer sua empresa para a realidade do mercado. Ele deve conter um resumo dos pontos chaves de um bom planejamento. O Canvas não substitui totalmente o Plano de Negócios (PN), mas é uma ferramenta mais fácil de ser utilizada no dia a dia e pode ajudar no ganho de competitividade, já que oferece agilidade ao processo e é flexível o suficiente para suportar alterações constantes.

 

Criando o seu Canvas

Seu modelo de negócios deverá possuir nove campos, que fazem parte de quatro pilares essenciais e insubstituíveis: infraestrutura, oferta, cliente e finanças. A infraestrutura diz respeito à avaliação dos recursos disponíveis para se chegar a um valor do produto para o cliente. A oferta se refere ao produto ou serviço oferecido ao consumidor e sua proposta de valor. O pilar de cliente é composto por público alvo, canais de contato com o consumidor (distribuição e marketing) e o relacionamento estabelecido durante e após a venda. As finanças abrangem os custos gerais e as fontes de receita da empresa.

A organização visual do Canvas já existe e o modelo pode ser baixado online no site do Business Model Generation (em inglês). Para que a equipe de uma empresa que deseja usá-lo possa discutir os aspectos de uma forma mais clara e tangível, recomenda-se a utilização de post-its no quadro impresso, que facilitam o preenchimento dos campos e sua alteração, quando necessário. Um Canvas preenchido visível a todos os colaboradores da empresa, como em um mural no escritório, permite uma visão completa do negócio e incentiva a reflexão sobre aspectos com espaço para melhorias. 

Instrumento de inovação

Canvas é uma excelente ferramenta para a diferenciação do seu negócio no mercado. Tendo uma visão objetiva do todo, é possível entender seu potencial e planejar melhor como atingir o seu público alvo e obter o retorno financeiro desejado. Além disso, nunca é tarde demais para rever seu modelo de negócios. O quadro é útil mesmo para empresas já maduras, mas que desejam entender melhor como seus setores interagem e inovar em seus processos.

Fonte: Endeavor @ https://endeavor.org.br/como-utilizar-modelo-canvas-negocio/

 

Na pratica:

Veja a seguir uma dica quente, elaborada pelo SEBRAE para montar seu Canvas;

Para você que já deve ter se perguntado, se a sua ideia de negócio é viável, certo? Logo em seguida, começam a surgir dezenas de dúvidas a respeito de quais cuidados você deve ter ao abrir uma empresa. Mas afinal, o que é preciso pensar na hora de planejar o seu negócio?

O Business Model Canvas, mais conhecido como Canvas, é uma ferramenta de planejamento estratégico, que permite desenvolver e esboçar modelos de negócio novos ou existentes.

É um mapa visual pré-formatado contendo nove blocos, são eles:

  1. Proposta de valor: o que sua empresa vai oferecer para o mercado que realmente terá valor para os clientes;
  2. Segmento de clientes: quais segmentos de clientes serão foco da sua empresa;
  3. Os canais: como o cliente compra e recebe seu produto e serviço;
  4. Relacionamento com clientes: como a sua empresa se relacionará com cada segmento de cliente;
  5. Atividade-chave: quais são as atividades essenciais para que seja possível entregar a Proposta de Valor;
  6. Recursos principais: são os recursos necessários para realizar as atividades-chave;
  7. Parcerias principais: são as atividades-chave realizadas de maneira terceirizada e os recursos principais adquiridos fora da empresa;
  8. Fontes de receita: são as formas de obter receita por meio de propostas de valor.
  9. Estrutura de custos: São os custos relevantes necessários para que a estrutura proposta possa funcionar.

As ideias representadas nos nove blocos formam a conceitualização do seu negócio, ou seja, a forma como você irá operar e gerar valor ao mercado, definindo seus principais fluxos e processos, permitindo uma análise e visualização do seu modelo de atuação no mercado.

Fonte: http://www.sebraepr.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/Canvas:-como-estruturar-seu-modelo-de-neg%C3%B3cio

12/12/2014

O que é o Big Data e como ele apoia o crescimento das PMEs ?

Administre dados sofisticados e valiosos com dispositivos e sensores habilitados para a internet e transforme operações de negócios.

big data

O Big Data está em qualquer lugar. Quaisquer dados, grandes ou pequenos, podem ser uma força poderosa para acelerar a vantagem competitiva. Como evolução da sua estratégia geral analítica e de Business Intelligence, uma abordagem tática para o Big Data pode prepará-lo para o processo de reimaginação da sua pequena ou média empresa.

Quando pensamos em Big Data, logo pensamos na tradução e imaginamos “Grandes Dados”, relacionando o termo à grande quantidade de dados a ser analisado. Mas o termo é um pouco mais abrangente, levando como base os 3 Vs do Big Data. Mas o que são os 3 “Vs”? Você, empreendedor, conhece ou já ouviu falar?

 

Os 3 Vs são:

Volume, que está relacionado à grande quantidade de dados de dentro e de fora da empresa;

Velocidade, uma vez que muitos novos dados são criados na internet e alguns destes dados podem ser interessantes para sua empresa;

Variedade, sendo que o dado pode ser um compartilhamento de um texto em uma rede social, um post no blog, um review em um e-commerce, etc.

 

Desta forma, com a união destes três pilares, é possível analisar praticamente tudo que está público, envolvendo dados estruturados – caso exista acesso à estrutura de armazenamento daquele contexto – e também os dados não estruturados, como imagens, vídeos, áudios e documentos.

Fonte: Texto adaptado do site: http://www.pensandogrande.com.br

http://www.pensandogrande.com.br/o-que-e-o-big-data-e-como-ele-vai-apoiar-o-crescimento-das-pmes/

 

03/11/2014

As quatro faces do CFO ( Chief Financial Officer )

Bussola

Os CFOs vivenciam, hoje, uma pressão nunca antes experimentada sobre a sua função. Escândalos financeiros enfrentados por empresas nos últimos anos e problemas em publicação de balanços contribuíram para o aumento do ativismo de acionistas que acompanham os movimentos das empresas em detalhes microscópicos. Ao mesmo tempo, esses executivos enfrentam pressão por corte de custos, retorno sobre os ativos, aumento de receitas e controles internos estruturados, que garantam as boas práticas de governança corporativa por parte da empresa.

Além disso, o crescente desaparecimento da função do Chief Operating Officer (COO) nas empresas tem gerado uma sobrecarga de responsabilidades nos CFOs, com funções que, muitas vezes, pouco ou nada têm a ver com a gestão financeira da organização, o que torna sua posição ainda mais desafiadora.

Cada vez mais, o CFO é responsável por cumprir simultaneamente quatro papéis bastante complexos na organização:

 

  • Controlador: proteger e preservar os investimentos da organização, reportando de forma precisa as informações financeiras.
  • Operador: garantir o funcionamento dos processos com a utilização eficaz dos recursos financeiros da empresa.
  • Estrategista: prover uma liderança para tomada de decisões alinhadas à estratégia financeira.
  • Catalisador: estimular iniciativas que contribuam para o alcance dos objetivos estratégicos e financeiros, criando uma cultura de gestão de riscos.

 

Saiba mais sobre Finance Transformation

 

Uma grande mudança começa a tomar conta dos departamentos financeiros das organizações.

Antes voltadas quase exclusivamente para a contabilidade, essas áreas agora são consideradas centros de informações estratégicas, e o Chief Financial Officer (CFO) está ganhando um papel ainda mais abrangente e menos concentrado na rotina financeira.

Cada vez mais, as empresas têm utilizado as informações financeiras de forma mais estruturada, como elemento de alavancagem que proporciona suporte para as unidades de negócio na tomada de decisão. As organizações que estão à frente nesse caminho da transformação financeira apresentam maior crescimento, lucratividade e geração de valor aos acionistas, quando comparadas às demais empresas dos respectivos segmentos.

Neste sentido, o Chief Financial Officer (CFO) precisa se aprimorar continuamente para executar seu papel dentro da função financeira das empresas. Ele pode sustentar a estratégia e a operação de sua organização, com processos e informações estruturadas, para suporte de áreas-chave, como de compras, de produção, de vendas e distribuição e de serviços.

 

Prioridades e oportunidades

 

No geral, as áreas financeiras estão obtendo êxito ao enfrentar esses desafios. Algumas empresas ainda apresentam departamentos financeiros com dificuldades para obter o fechamento dos livros contábeis de maneira ideal, enquanto, em outras, o CFO já desempenha um papel de liderança na estratégia e execução do negócio. A grande maioria das organizações está, na verdade, entre esses dois extremos. Suas principais operações financeiras são confiáveis e estão ganhando eficiência, mas, ao mesmo tempo, o CFO ainda aspira desempenhar um papel mais estratégico no negócio.

 

Fonte: Material condensado e resumido da Revista Deloitte Mundo Corporativo

http://www2.deloitte.com/br/pt/pages/finance-transformation/solutions/finance-transformation-solution-sets.html

 

24/10/2014

Quase 400 mil empresas podem ser excluídas do Simples no ano de 2015

expulsão

Quase 400 mil empresas terão dois meses para regularizar suas pendências e evitar serem excluídas do Simples Nacional em 2015. Segundo a Receita Federal, a dívida total das companhias intimadas chega a R$ 14 bilhões.

“Porém não há previsão de ingresso significativo de arrecadação, pois se espera que as regularizações ocorram apenas na modalidade de parcelamento”, afirmou o fisco ao DCI, por meio de nota.

Para 2014, a arrecadação estimada pela Receita é de R$ 423 milhões, resultantes do pagamento das parcelas de novembro e dezembro. Não se espera valor significativo de pagamentos à vista.

Esse número de empresas a serem excluídas no regime é quase o mesmo dos que poderão optar pelo sistema com as mudanças do Simples – 450 mil conforme previsão do Sebrae – que entrarão em vigor no ano que vem.

De acordo com Tania Gurgel, sócia e diretora da TAF Consultoria Empresarial, em tempos de economia enfraquecida, como ocorre neste ano, as pequenas empresas são as que mais sofrem. “Para manter a atividade, a primeira medidas que esses negócios tomam é não pagar impostos”, esclarece.

Ao mesmo tempo, como a própria arrecadação federal está desacelerando neste ano devido ao ritmo do Produto Interno Bruto (PIB), a tendência é aumentar ainda mais a fiscalização, o que na visão de Tânia, pode fazer com que mais de 360 mil empresas já intimadas – 9% do universo de optantes, de acordo com os dados da Receita Federal – também corram risco de serem excluídas do regime simplificado de tributação.

Soluções

Na nota, a Receita federal informa que as intimações aos devedores do Simples Nacional estão previstas na Lei Geral do Simples Nacional e é um procedimento adotado anualmente pela Receita Federal. “A ação visa oferecer a oportunidade para que devedores regularizarem suas dívidas e possam, desta forma, continuar usufruindo dos benefícios do Simples Nacional.”

O contribuinte pode regularizar suas pendências fazendo o pagamento à vista ou aderindo ao parcelamento de débitos em até 60 meses. O parcelamento pode ser requerido diretamente no sitio da Receita Federal na internet, não sendo necessário o comparecimento às unidades de atendimento da Receita Federal. O fisco estima que 90% dos devedores vão regularizar suas dívidas.

A receita afirmou também que está em processo a consolidação de parcelamentos já solicitados neste mês de outubro. E a partir do início de novembro, o contribuinte poderá consultar o Portal do Simples Nacional ou o e-CAC da Receita Federal para consultar a consolidação e emissão da parcela do mês de novembro. “Temos 641 mil opções pelo parcelamento de débitos do Simples Nacional”, informou o fisco federal.

Para Tânia Gurgel, o efeito de quem não está com as contas em dia recai sobre as contas públicas federais e até as estaduais. “Além de gerar menos arrecadação, para as empresas que estão no anexo 1 e 2, comércio e indústria, está embutido o ICMS. Se não há pagamento no Simples, o estado deixa de receber também. Também nos anexos 1,2 e 3 tem a cota patronal embutida, o que leva a diminuir a arrecadação previdenciária com os inadimplentes”, aponta.

Mudanças

O diretor tributário da Confirp Consultoria Contábil, Welinton Mota, alerta ainda para outra regra, já em vigor, que, se não cumprida, exclui as empresas do regime simplificado. Conforme, a Resolução CGSN 115 de 2014, as empresas que contratam funcionários como Pessoa Jurídica serão expulsas.

“Quando estiver caracterizado o vínculo de emprego entre o contratante e o sócio ou titular, a empresa prestadora de serviços não poderá optar nem permanecer no Simples Nacional. São os casos em que o empregado é contratado como PJ, fornecendo Nota Fiscal de Serviços”, explica o especialista.

Mesmo que a fiscalização seja mais difícil neste caso – por ter que ser feita no estabelecimento -, Mota alerta para o entendimento dessa regra, cuja única saída será ir para o Lucro Presumido, com carga tributária quase 100% maior.

Fonte: Noticias Fiscais – http://www.edisonsiqueira.com.br/site/noticias-detalhes.php?id=17644&&utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=Lula+e+Dilma+%27sabiam+de+tudo%27%2C+diz+revista

29/07/2014

Micro e pequenas empresas geram 27% do PIB do Brasil

mapa

Em dez anos, os valores da produção gerada pelos pequenos negócios saltaram de R$ 144 bilhões para R$ 599 bilhões.

Os pequenos negócios respondem por mais de um quarto do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Juntas, as cerca de 9 milhões de micro e pequenas empresas no País representam 27% do PIB, um resultado que vem crescendo nos últimos anos. Os dados inéditos são revelados pelo presidente do Sebrae, Luiz Barretto. “O empreendedorismo vem crescendo muito no Brasil nos últimos anos e é fundamental que cresça não apenas a quantidade de empresas, mas a participação delas na economia”, afirma Barretto.

 

Em 1985, o IBGE calculou em 21% a participação dos pequenos negócios no PIB brasileiro. Como não havia uma atualização desse indicador desde então, o Sebrae contratou a Fundação Getúlio Vargas para avaliar a evolução das micro e pequenas empresas na economia brasileira, com a mesma metodologia utilizada anteriormente. Em 2001, o percentual cresceu para 23,2% e, em 2011, atingiu 27%.

 

Em valores absolutos, a produção gerada pelas micro e pequenas empresas quadruplicou em dez anos, saltando de R$ 144 bilhões em 2001 para R$ 599 bilhões em 2011, em valores da época.

 

“O empreendedorismo vem crescendo muito no Brasil nos últimos anos e é fundamental que cresça não apenas a quantidade de empresas, mas a participação delas na economia”. Luiz Barretto – Presidente do Sebrae

 

Os valores foram apurados até 2011 para manter a mesma forma de cálculo considerando os dados do IBGE disponíveis sobre os pequenos negócios. A apuração foi feita com a soma das riquezas geradas por empresas de todos os portes nos setores de Comércio, Indústria, Serviços e Agroindústria – exceto o setor público e as intermediações financeiras, uma vez que não há micro e pequenas empresas nestes setores.

 

As micro e pequenas empresas são as principais geradoras de riqueza no Comércio no Brasil, já que respondem por 53,4% do PIB deste setor. No PIB da Indústria, a participação das micro e pequenas (22,5%) já se aproxima das médias empresas (24,5%). E no setor de Serviços, mais de um terço da produção nacional (36,3%) têm origem nos pequenos negócios.

 

“Os dados demonstram a importância de incentivar e qualificar os empreendimentos de menor porte, inclusive os Microempreendedores Individuais. Isoladamente, uma empresa representa pouco. Mas juntas, elas são decisivas para a economia”, considera Barretto, lembrando que os pequenos negócios também empregam 52% da mão de obra formal no País e respondem por 40% da massa salarial brasileira.

 

Segundo ele, os principais motivos para o bom desempenho dos pequenos negócios na economia brasileira são a melhoria do ambiente de negócios (em especial após a criação do Supersimples que reduziu os impostos e unificou oito tributos em um único boleto), o aumento da escolaridade da população e a ampliação do mercado consumidor, com o crescimento da classe média.

 

“Esses três fatores têm motivado o brasileiro a empreender por oportunidade e não mais por necessidade. Antes as pessoas abriam um negócio próprio quando não encontravam emprego. Hoje, de sete a cada 10 pessoas iniciam um empreendimento por identificar uma demanda no mercado, o que gera empresas mais planejadas e com melhores chances de crescer”, avalia o presidente do Sebrae.

 

Pequenos negócios na economia brasileira:

27% do PIB

52% dos empregos com carteira assinada

40% dos salários pagos

8,9 milhões de micro e pequenas empresas

 

Fonte: http://www.agenciasebrae.com.br/sites/asn/uf/NA/Rotativo/Micro-e-pequenas-empresas-geram-27%25-do-PIB-do-Brasil

20/11/2013

Dê um Start-up na sua vida

Livro Tiago

Recomendo o livro “ Dê um Start-up na sua vida ”, do Tiago Aguiar, que foi Vencedor do Aprendiz 4 – O Sócio.

 

Conheci o Tiago, pessoalmente a pouco tempo e estamos avaliando e desenvolvendo negócios em conjunto e pude observar na pratica, as estratégias por ele recomendadas no livro.

 

DÊ UM START-UP NA SUA VIDA

 

 RECONHEÇA SUAS MELHORES CHANCES, SIGA SEUS INSTINTOS E O CEU SERA O LIMITE

 

Em qualquer momento na vida há sempre os que fazem e os que esperam acontecer; os que ousam e os que copiam; os que crescem e os que se paralisam. Uma das grandes leis que regem o mundo dos negócios, senão a principal, é que sempre há oportunidades em todos os momentos econômicos. Na época de baixas ou altas, sempre haverá caminhos para começar algo, criar um novo produto ou serviço e tudo o que você precisa é estar preparado para utilizar suas habilidades de modo que possa aproveitar cada momento. Este é um livro voltado para quem deseja criar um negócio inovador, inusitado e com potencial de impacto na vida das pessoas. O autor apresenta o passo a passo para você criar a sua própria startup. Não qualquer uma, mas um negócio que faça a diferença, que traga benefícios à vida das pessoas. Dê um startup num negócio que faça bem aos outros e você terá clientes fiéis para sempre. Empregar seu tempo fazendo aquilo que gosta é importante, mas descobrir como utilizar melhor a sua vocação é o grande segredo! Aproveite o momento para realizar seu projeto pessoal e profissional. Comece hoje a dar um startup na sua vida!

 

Obs.: Atenção especial ao 10º. Passo: O QUE VOCÊ NÃO PODE NÃO SABER SOBRE FINANÇAS.

 

Boa leitura.

 

 Laecio Barreiros

 

 

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