Blog das PME´s

26/05/2016

Infográfico: Como a controladoria pode ajudar sua empresa

infografico

A controladoria é um segmento que otimiza os processos dentro da empresa – das micros até grandes instituições. Sua função é assegurar o futuro do negócio. O controller é uma pessoa capacitada para organizar, traçar metas e objetivos, assim como aplicar conhecimentos contábeis e administrativos para trazer lucratividade para a empresa.

Neste material, preparado para empreendedores e profissionais de todas as áreas, você conhecerá como a controladoria faz este processo e como funciona o business check-up.

 

“A forma de fazer negócio mudou na última década. O aumento da competitividade e as mudanças diárias do mercado, faz com que todas as empresas precisem estar preparadas para todos os cenários e buscar mensalmente otimizar os resultados – por este motivo a controladoria, que era uma ferramenta usada nas grandes empresas, agora é peça fundamental de pequenas e médias também”

 

Por: Laecio Barreiros

L&Barreiros Controladoria

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20/02/2015

Se o Papa é pop, os empreendedores também podem ser: Como sua empresa pode ganhar a atenção das corporações gigantes

pap pop

Quando Papa Francisco anunciou o lançamento da Scholas.Lab, agora no início do mês, ele ganhou a admiração do mundo tecnológico. Em um momento em que a maior parte da comunicação é mais digital, nada mais natural do que o Vaticano saber interagir neste novo ambiente. Assim, criar uma aceleradora de startups parece algo fora da tradição católica, mas faz todo o sentido para quem quer e precisa, urgentemente, interagir com pessoal dos likes, comments e shares. Para o Vaticano e todas as outras grandes empresas, a inovação está cada vez mais fora das organizações.

Por esta razão, se vai empreender ou já está empreendendo, Bradesco, Telefónica e Coca-Cola, apenas para citar alguns exemplos de empresas que venho dando uma força, também podem ajudar.

O Bradesco criou o Inovabra, um programa pioneiro no Brasil que foca na oferta dos mercados e da capilaridade que o banco tem para alavancar o negócio das startups. A Telefónica criou a Wayra, uma sofisticada aceleradora de startups que vem conseguindo atrair empreendedores experientes. E a Coca tem o Coca-Cola Founders, um programa global em que se associa a empreendedores que sabem escalar seus negócios por meio da atuação da gigante de bebidas. A empresa gostou tanto do tema, que lançou o Coca-Cola Up, um segundo programa em parceria com a Artemísia, para apoiar empreendedores de negócios sociais. Em comum, todas estas gigantes oferecem acesso a mercados que uma startup brasileira nunca teria, mesmo que tivesse recebido um aporte milionário.

Mas a lista de gigantes que buscam startups continua. Hospital Albert Einstein, Natura, Mondelez, Senior Solution e Totvs já lançaram suas iniciativas para apoiar startups e muitas outras serão lançadas em 2015.

Mas se você é empreendedor e tem interesse em ser acelerado por uma grande empresa, alguns cuidados devem ser tomados:

-> Entenda se o programa é realmente estratégico para a grande empresa. O principal executivo e, principalmente, o diretor de inovação devem estar a bordo. Isto demonstra não só compromisso da alta direção, mas também um sinal de seriedade para os demais da empresa. Além disso, a chamada deve endereçar os principais desafios da corporação. Se isto não estiver claro, você não saberá exatamente como a sua startup pode ajudar a empresa.

-> Analise detalhadamente a chamada do programa. Algumas cláusulas podem ser abusivas em uma primeira leitura, mas podem fazer sentido em um contexto mais estratégico para a grande empresa. Sempre, na dúvida, entre em contato com o responsável pelo programa. E ter um bom advogado ao lado, não é recomendável, é obrigatório.

-> Só entre em iniciativas ganha-ganha. É fácil, inclusive pelo tamanho e burocracia, a grande empresa pisar na startup. Para que isto não ocorra, prefira os programas que tem, entre os organizadores, pessoas externas à corporação que consigam trazer uma discussão de acordo mais vantajoso para as duas partes e uma interação mais tranquila posteriormente.

-> E saiba aproveitar, mais do que os recursos que a grande empresa pode oferecer, o mercado que ela já tem acesso. Quase sempre, isto seria inatingível para uma startup brasileira conseguir entrar em mercado tão grande em um tempo tão curto.

Por fim, entenda que os programas de startups das grandes empresas também são startups corporativas. Ainda há muitas dúvidas e incertezas também do lado da corporação. Ambos os lados estão e estarão aprendendo a empreender.

Fonte: ESTADÃO PME, por: Marcelo Nakagawa

http://blogs.pme.estadao.com.br/blog-do-empreendedor/categorias/marcelo-nakagawa/

04/02/2015

Perspectivas e Oportunidades para 2015

2015

No ano passado, as empresas brasileiras enfrentaram uma série de desafios econômicos. Para 2015, há a previsão de que se somem ao cenário novas diretrizes para políticas públicas que deverão continuar causando impacto na trajetória econômica do país. Os executivos e empresários não podem esperar pelo desfecho dessas mudanças com os braços cruzados.

O caminho agora é trabalhar no sentido de aumentar a produtividade das empresas, e isto certamente diz respeito a investimentos em soluções tecnológicas, gestão e controles. Percalços econômicos aumentam as oportunidades para que as empresas saiam da massa homogênea de negócios e alcancem posição de destaque e liderança de mercado.

Embora este não seja o caminho percebido como mais natural uma vez que o Brasil passa por dificuldades econômicas, este é o momento certo para as empresas investirem em novas tecnologias e controles que permitam impulsionar a automatização e eficiência de seus negócios, redução de desperdícios e custos.

Os empresários, que enxergam problemas e não oportunidades, não querem gastar, adiam investimentos, e isso acaba por configurar um importante desafio para as PME´s. Por esta razão, é importante estar antenado sobre as oportunidades que estarão perdendo ao optar por não atualizarem e não investir em gestão e controles.

A implementação de novas soluções automatiza os negócios e ajuda as empresas a otimizar seus processos, aumentando a produtividade para manter o foco nas transações de vendas e atendimento aos clientes que no fundo é a missão dos empreendedores e empresas.

Em um recente evento ( jan/15), na Amcham SP em debate com vários representantes setoriais, economistas, executivos e empresários sob as perspectivas e oportunidades para 2015, chegamos a um consenso sobre alguns setores da economia e tendências para o ano, vejamos:

OPORTUNIDADES SETORIAIS:

– Concessão de Rodovias e Pedágios

– Setores que mantem relação com crescimento da economia americana

– Setores ligados a Eco-eficiência e Sustentabilidade

NÃO É OPORTUNIDADE / DIFICULDADES SETORIAIS:

– Setores ligados a credito e consumo

– Infraestrutura

– Educação

Mais do que nunca, o investimento em processos de controladoria, inteligência comercial e gestão de negócios , é imperativo para diminuir os impactos negativos da desaceleração da economia.

Bons negócios,

27/01/2015

Entenda como o Canvas pode trazer maior organização e objetividade para a sua empresa.

canvas2 canvas

 

O processo de estruturação do seu negócio não precisa ser longo e detalhado. Principalmente em startups, tudo passa por validação e muda tão rápido que um relatório tradicional nem sempre é a forma mais prática de modelagem. O Canvas é uma ferramenta bastante eficiente para ilustrar as características do seu Modelo de Negócios (Business Model). Ele permite o gerenciamento estratégico utilizado em negócios existentes ou que ainda estão no papel.

Canvas é um mapa simples e visual, que aborda os principais aspectos que o empreendedor precisa considerar ao trazer sua empresa para a realidade do mercado. Ele deve conter um resumo dos pontos chaves de um bom planejamento. O Canvas não substitui totalmente o Plano de Negócios (PN), mas é uma ferramenta mais fácil de ser utilizada no dia a dia e pode ajudar no ganho de competitividade, já que oferece agilidade ao processo e é flexível o suficiente para suportar alterações constantes.

 

Criando o seu Canvas

Seu modelo de negócios deverá possuir nove campos, que fazem parte de quatro pilares essenciais e insubstituíveis: infraestrutura, oferta, cliente e finanças. A infraestrutura diz respeito à avaliação dos recursos disponíveis para se chegar a um valor do produto para o cliente. A oferta se refere ao produto ou serviço oferecido ao consumidor e sua proposta de valor. O pilar de cliente é composto por público alvo, canais de contato com o consumidor (distribuição e marketing) e o relacionamento estabelecido durante e após a venda. As finanças abrangem os custos gerais e as fontes de receita da empresa.

A organização visual do Canvas já existe e o modelo pode ser baixado online no site do Business Model Generation (em inglês). Para que a equipe de uma empresa que deseja usá-lo possa discutir os aspectos de uma forma mais clara e tangível, recomenda-se a utilização de post-its no quadro impresso, que facilitam o preenchimento dos campos e sua alteração, quando necessário. Um Canvas preenchido visível a todos os colaboradores da empresa, como em um mural no escritório, permite uma visão completa do negócio e incentiva a reflexão sobre aspectos com espaço para melhorias. 

Instrumento de inovação

Canvas é uma excelente ferramenta para a diferenciação do seu negócio no mercado. Tendo uma visão objetiva do todo, é possível entender seu potencial e planejar melhor como atingir o seu público alvo e obter o retorno financeiro desejado. Além disso, nunca é tarde demais para rever seu modelo de negócios. O quadro é útil mesmo para empresas já maduras, mas que desejam entender melhor como seus setores interagem e inovar em seus processos.

Fonte: Endeavor @ https://endeavor.org.br/como-utilizar-modelo-canvas-negocio/

 

Na pratica:

Veja a seguir uma dica quente, elaborada pelo SEBRAE para montar seu Canvas;

Para você que já deve ter se perguntado, se a sua ideia de negócio é viável, certo? Logo em seguida, começam a surgir dezenas de dúvidas a respeito de quais cuidados você deve ter ao abrir uma empresa. Mas afinal, o que é preciso pensar na hora de planejar o seu negócio?

O Business Model Canvas, mais conhecido como Canvas, é uma ferramenta de planejamento estratégico, que permite desenvolver e esboçar modelos de negócio novos ou existentes.

É um mapa visual pré-formatado contendo nove blocos, são eles:

  1. Proposta de valor: o que sua empresa vai oferecer para o mercado que realmente terá valor para os clientes;
  2. Segmento de clientes: quais segmentos de clientes serão foco da sua empresa;
  3. Os canais: como o cliente compra e recebe seu produto e serviço;
  4. Relacionamento com clientes: como a sua empresa se relacionará com cada segmento de cliente;
  5. Atividade-chave: quais são as atividades essenciais para que seja possível entregar a Proposta de Valor;
  6. Recursos principais: são os recursos necessários para realizar as atividades-chave;
  7. Parcerias principais: são as atividades-chave realizadas de maneira terceirizada e os recursos principais adquiridos fora da empresa;
  8. Fontes de receita: são as formas de obter receita por meio de propostas de valor.
  9. Estrutura de custos: São os custos relevantes necessários para que a estrutura proposta possa funcionar.

As ideias representadas nos nove blocos formam a conceitualização do seu negócio, ou seja, a forma como você irá operar e gerar valor ao mercado, definindo seus principais fluxos e processos, permitindo uma análise e visualização do seu modelo de atuação no mercado.

Fonte: http://www.sebraepr.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/Canvas:-como-estruturar-seu-modelo-de-neg%C3%B3cio

29/07/2014

Micro e pequenas empresas geram 27% do PIB do Brasil

mapa

Em dez anos, os valores da produção gerada pelos pequenos negócios saltaram de R$ 144 bilhões para R$ 599 bilhões.

Os pequenos negócios respondem por mais de um quarto do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Juntas, as cerca de 9 milhões de micro e pequenas empresas no País representam 27% do PIB, um resultado que vem crescendo nos últimos anos. Os dados inéditos são revelados pelo presidente do Sebrae, Luiz Barretto. “O empreendedorismo vem crescendo muito no Brasil nos últimos anos e é fundamental que cresça não apenas a quantidade de empresas, mas a participação delas na economia”, afirma Barretto.

 

Em 1985, o IBGE calculou em 21% a participação dos pequenos negócios no PIB brasileiro. Como não havia uma atualização desse indicador desde então, o Sebrae contratou a Fundação Getúlio Vargas para avaliar a evolução das micro e pequenas empresas na economia brasileira, com a mesma metodologia utilizada anteriormente. Em 2001, o percentual cresceu para 23,2% e, em 2011, atingiu 27%.

 

Em valores absolutos, a produção gerada pelas micro e pequenas empresas quadruplicou em dez anos, saltando de R$ 144 bilhões em 2001 para R$ 599 bilhões em 2011, em valores da época.

 

“O empreendedorismo vem crescendo muito no Brasil nos últimos anos e é fundamental que cresça não apenas a quantidade de empresas, mas a participação delas na economia”. Luiz Barretto – Presidente do Sebrae

 

Os valores foram apurados até 2011 para manter a mesma forma de cálculo considerando os dados do IBGE disponíveis sobre os pequenos negócios. A apuração foi feita com a soma das riquezas geradas por empresas de todos os portes nos setores de Comércio, Indústria, Serviços e Agroindústria – exceto o setor público e as intermediações financeiras, uma vez que não há micro e pequenas empresas nestes setores.

 

As micro e pequenas empresas são as principais geradoras de riqueza no Comércio no Brasil, já que respondem por 53,4% do PIB deste setor. No PIB da Indústria, a participação das micro e pequenas (22,5%) já se aproxima das médias empresas (24,5%). E no setor de Serviços, mais de um terço da produção nacional (36,3%) têm origem nos pequenos negócios.

 

“Os dados demonstram a importância de incentivar e qualificar os empreendimentos de menor porte, inclusive os Microempreendedores Individuais. Isoladamente, uma empresa representa pouco. Mas juntas, elas são decisivas para a economia”, considera Barretto, lembrando que os pequenos negócios também empregam 52% da mão de obra formal no País e respondem por 40% da massa salarial brasileira.

 

Segundo ele, os principais motivos para o bom desempenho dos pequenos negócios na economia brasileira são a melhoria do ambiente de negócios (em especial após a criação do Supersimples que reduziu os impostos e unificou oito tributos em um único boleto), o aumento da escolaridade da população e a ampliação do mercado consumidor, com o crescimento da classe média.

 

“Esses três fatores têm motivado o brasileiro a empreender por oportunidade e não mais por necessidade. Antes as pessoas abriam um negócio próprio quando não encontravam emprego. Hoje, de sete a cada 10 pessoas iniciam um empreendimento por identificar uma demanda no mercado, o que gera empresas mais planejadas e com melhores chances de crescer”, avalia o presidente do Sebrae.

 

Pequenos negócios na economia brasileira:

27% do PIB

52% dos empregos com carteira assinada

40% dos salários pagos

8,9 milhões de micro e pequenas empresas

 

Fonte: http://www.agenciasebrae.com.br/sites/asn/uf/NA/Rotativo/Micro-e-pequenas-empresas-geram-27%25-do-PIB-do-Brasil

23/04/2014

CVM quer abrir mercado de capitais às PMEs

Bovespa

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) editará este ano todas as reformas necessárias para destravar o financiamento de pequenas e médias (PMEs) empresas no mercado de capitais.

As medidas vão permitir que o segmento faça ofertas de ações a custos menores e incentivar a demanda. Além do regulador, o BNDES anunciou no dia 15 um pacote de R$ 3 bilhões, dos quais R$ 1 bilhão destinado à compra de ações de companhias do mercado de acesso. Com isso, as expectativas recaem agora sobre o aval da Fazenda a incentivos fiscais.

A proposta é isentar o investidor do Imposto de Renda sobre o ganho de capital de investimentos em companhias de menor porte. O pedido foi levado ao governo em outubro passado pelo Comitê Técnico de Ofertas Menores. O grupo foi formado em 2012 por BM&FBovespa, CVM, BNDES, ABDI e Finep justamente para viabilizar um mercado relevante de financiamento às PMEs via ações.

O Bovespa Mais, segmento de acesso criado pela Bolsa em 2004, até hoje patina e tem apenas nove empresas listadas. O valor médio das ofertas de ações no Brasil é muito elevado em relação a outros mercados: US$ 490 milhões em 2012.

A diretora da CVM, Luciana Dias, acredita que o sinal verde da Fazenda desempenhará um papel importante na demanda pelos papéis dessas empresas. O pacote de medidas a cargo da autarquia inclui a criação do Fundo de Investimento em Ações (FIA) Mercado de Acesso, já levada a audiência pública. A política do novo fundo prevê o investimento de dois terços de seu patrimônio em companhias do mercado de acesso e até um terço em empresas fechadas.

A ideia é permitir que esses fundos acompanhem a evolução de empresas que ainda não fizeram uma oferta pública inicial de ações (IPO), mas que tenham potencial para tanto. No entanto, Luciana avalia que a regra pode ter pouca eficácia sem a isenção. “A minha percepção é que só vai surgir FIA Mercado de Acesso de fato se houver incentivo fiscal. Sem isso, por que um gestor se limitaria a investir 67% do seu portfólio em ações desse segmento?”, diz.

Embora a Fazenda tenha se mostrado simpática à proposta, não há uma janela política favorável a projetos que impliquem em renúncia fiscal. As demais medidas em gestação na CVM independem do benefício. A primeira a ser editada, em maio, será a reforma da Instrução 400, dispensando empresas do segmento de publicar em jornais avisos obrigatórios de ofertas de ações.

No segundo semestre será a vez de a CVM aprovar a extensão das chamadas ofertas com esforços restritos, hoje limitadas às debêntures, para ações. Mais simples em termos de documentação, como o prospecto, elas são regidas pela Instrução 476, têm menos custos e poderão facilitar a aproximação das empresas menores com o mercado de capitais.

Para a diretora de Desenvolvimento de Empresas da BM&FBovespa, Cristiana Pereira, a possibilidade de realizar uma oferta simplificada tende a aumentar o número de emissões, a exemplo do que ocorreu no mercado de renda fixa com as debêntures. “O leque de opções no mercado de capitais será maior. As ofertas com esforços restritos são menos dependentes do humor externo”, diz.

Ainda neste semestre a Bolsa oficializará a criação do Bovespa Mais e Bovespa Mais Nível 2, que permitirá a emissão de ações ordinárias (ON), com direito a voto, e preferenciais (PN). Hoje o Bovespa Mais tem emissão exclusiva de ações ON. O novo regulamento já foi aprovado pela CVM.

 

Bons negócios,

20/11/2013

Dê um Start-up na sua vida

Livro Tiago

Recomendo o livro “ Dê um Start-up na sua vida ”, do Tiago Aguiar, que foi Vencedor do Aprendiz 4 – O Sócio.

 

Conheci o Tiago, pessoalmente a pouco tempo e estamos avaliando e desenvolvendo negócios em conjunto e pude observar na pratica, as estratégias por ele recomendadas no livro.

 

DÊ UM START-UP NA SUA VIDA

 

 RECONHEÇA SUAS MELHORES CHANCES, SIGA SEUS INSTINTOS E O CEU SERA O LIMITE

 

Em qualquer momento na vida há sempre os que fazem e os que esperam acontecer; os que ousam e os que copiam; os que crescem e os que se paralisam. Uma das grandes leis que regem o mundo dos negócios, senão a principal, é que sempre há oportunidades em todos os momentos econômicos. Na época de baixas ou altas, sempre haverá caminhos para começar algo, criar um novo produto ou serviço e tudo o que você precisa é estar preparado para utilizar suas habilidades de modo que possa aproveitar cada momento. Este é um livro voltado para quem deseja criar um negócio inovador, inusitado e com potencial de impacto na vida das pessoas. O autor apresenta o passo a passo para você criar a sua própria startup. Não qualquer uma, mas um negócio que faça a diferença, que traga benefícios à vida das pessoas. Dê um startup num negócio que faça bem aos outros e você terá clientes fiéis para sempre. Empregar seu tempo fazendo aquilo que gosta é importante, mas descobrir como utilizar melhor a sua vocação é o grande segredo! Aproveite o momento para realizar seu projeto pessoal e profissional. Comece hoje a dar um startup na sua vida!

 

Obs.: Atenção especial ao 10º. Passo: O QUE VOCÊ NÃO PODE NÃO SABER SOBRE FINANÇAS.

 

Boa leitura.

 

 Laecio Barreiros

 

 

29/10/2013

Educação Financeira

Palestra Brasilia_out13

Retomamos nosso projeto de palestras em parceria com a Leo Madeiras, nesta nova etapa, trataremos de Educação Financeira para o Empresário da Marcenaria, o objetivo é transferir conceitos e ferramentas para ajudar a elaborar e gerenciar o fluxo de caixa, calcular a margem de contribuição e identificar o ponto equilíbrio dos negócios.

Além da palestra presencial que será ministrada nos Workshops nas mais de 75 lojas da Leo Madeiras pelo Brasil, serão distribuídas planilhas em excel para os participantes e clientes da Leo Madeiras.

A primeira palestra, foi realizada em 24/10/13 na Loja de Brasília com extremo sucesso com a participação de mais 120 pessoas.

Bons negócios,

10/10/2013

Como ganhei o primeiro milhão

Capa (home) - Edição 802 (Foto: ÉPOCA)

As estratégias dos empreendedores que conseguiram superar as tentações financeiras e ultrapassar a barreira do milhão em receitas

Ganhar o primeiro milhão não foi uma dificuldade para os criadores da Galinha Pintadinha, os publicitários e amigos Juliano Prado e Marcos Luporini. Outros empreendedores não tem tanta sorte. As finanças são o principal tema das duvidas atendidas pelo Sebrae em São Paulo. Para superar as dificuldades, é possível aprender com as lições de outros empreendedores que já viraram milionários.

O empresário Daniel Mendez, de Campinas, organiza serviços de refeição para outras empresas. Ele cuida do restaurante de grandes empregadores, como Fiat, Petrobras e Vale. Quando pensou em abrir o negocio, acreditava conhecer o fundamental para lidar bem com o dinheiro, graças aos exemplos que recebera do pai – todos negativos, como ocorre em muitas famílias. “Meu pai era desorganizado. Num momento, tivemos quatro carros. Em outro, minha mãe estava preocupada em esconder eletrodomésticos para que os cobradores não os encontrassem”, diz. Deu um ousado passo inicial para abrir o negócio: raspou o Fundo de Garantia e vendeu o carro. O risco, porem, era calculado. Ele trabalhara por 5 anos em outra empresa de refeições corporativas. Antes disso, tivera emprego em hotéis. Conhecia o ramo. Deu certo. Em 1992, seu faturamento cresceu rápido. No primeiro ano, chegou a R$ 1,8 milhão.

Em 1995, ganhava R$ 10 milhões por ano. Naquele momento, não sabia se conseguiria transformar a grande receita em lucro, por causa dos altos custos da operação. Tratou de cuidar da questão pessoalmente. À medida que a empresa crescia, num mercado já ocupado por concorrentes muito maiores, Mendez resolveu concentrar gastos no que fosse importante para se diferenciar ( por exemplo, permitir que um mesmo refeitório oferecesse tipos diferentes de refeições, para que o funcionário escolhesse ), ao mesmo tempo que continha as despesas gerais com lupa ( mobiliou a empresa frequentando leiloes de moveis ). Esse tipo de controle funcionou ate Mendez perceber que precisava trazer mais conhecimento financeiro para dentro da companhia. Entre 2003 e 2005, reformulou a administração, ate atender aos padrões de organização e transparência necessários para que o BNDES comprasse uma participação. “O fundador da empresa tem que ficar atento a alguns sinais de perigo”, afirma o consultor financeiro Laecio Barreiros. “Se ele for ótimo na área técnica, mas não entender de finanças, precisa trazer para o negocio um sócio ou funcionário que zele pela área.” Hoje, Mendez serve 1 milhão refeições por dia.

A empresaria Tatiana Ganme, de São Paulo, vive outro momento. Ainda recém-chegada ao clube do milhão, ela se considera prudente, mas também dona de boa capacidade de analise de oportunidades. Essas características, acredita, foram fundamentais para erguer seu negócio, a marca de roupas infantis BéBé Sucré, há 4 anos no mercado. “Sempre vou atender um cliente grande, mesmo que tenha de investir mais e, as vezes, recorrer a empréstimos .” Ao pensar em dinheiro, Tatiana venceu 2 obstáculos que derrubam muitos empreendedores: a alergia a tomar capital emprestado e a avidez de faze-lo de forma desordenada.

Antes de completar 1 ano de loja, e muito antes do esperado, Tatiana assumiu um grande desafio: investir na produção para atender grandes revendedores. “Fiz meu primeiro grande investimento, e os recursos vieram de um empréstimo bancário ”, diz. Tatiana conta que tinha 2 opções: usar as economias pessoais ou recorrer a um banco. Consultou conhecidos mais experientes antes de decidir. “Não vale a pena você ficar sem dinheiro como pessoa física para transferir o capital para a empresa ”, diz. Tatiana reconhece que não foi fácil entender que precisaria de um empréstimo para crescer. Naquele momento, ainda relacionava empréstimos a empresas sem saúde financeira. No inicio, por faturar pouco e estar no começo do seu relacionamento com o banco, não conseguiu as melhores taxas de juros. Mas valeu a pena.

Mais tarde, Tatiana precisou novamente lidar com o banco. Planejou que em 2 anos a BéBé Sucré começaria a ter algum lucro. Esse momento só veio com 3 anos e meio. Para administrar o atraso, chegou a recorrer a credito para as despesas cotidianas e ao equivalente ao cheque especial para empresas – esses, sim, péssimos sinais sobre a saúde de um negocio. “ Fui fazendo malabarismo para administrar as contas sem ficar no vermelho”, diz. Isso aconteceu ate o inicio de 2013, quando entrou num pacote do BNDES com a Caixa Econômica Federal, que libera recursos para gastos do dia a dia das empresas, com taxas de juros abaixo da media de mercado. “ Troquei a divida cara anterior por essa, bem mais barata”, afirma.

A empreendedora Mariana Araujo, fundadora d confeitaria especializada em bombas Faire La Bombe, enfrentou um perigo mais insidioso. Ela chegou ao equilíbrio financeiro antes do previsto, ai deparou com desafio de economizar. “ É muito fácil você relaxar depois que a empresa chega ao equilíbrio financeiro”, diz. Trata-se de uma armadilha séria para as empresas do clube do milhão. “ Ao entrar na zona de conforto, o empresário tende a deixar de se empenhar no controle de gastos”, afirma o consultor Barreiros.

Mariana afirma que ter certo dinheiro sobrando afez descuidar das questões maiores da empresa e lidar intensamente com problemas pequenos da rotina da loja, de que ela gosta mais. Resultado: estava comprando mais do que deveria e mais caro. Isso a prejudicou por 3 meses, ate que ela retomasse. “ A experiência me fez ficar ligada o tempo inteiro no financeiro, nas compras, no giro dos produtos que compro e no desperdício ”, afirma.

Controle também é assunto sério para Regina Jordão, fundadora do Instituto Pello Menos, franqueador de salões de depilação. Ela driblou a falta inicial de conhecimento aprofundado em finanças, ao desenvolver um método de organização financeiro próprio, com 2 contas bancarias – uma para os gastos do mês, outra juntar o dinheiro que entrava. A cada mês, alternava as funções. A inversão das contas não chega a ser método consagrado, mas permitiu a Regina saber exatamente  o que ganhava e gastava ao longo do mês . “ De pois de 4 meses, a empresa já se sustentava. Tudo o que entrava a mais, eu mandava para uma terceira conta, uma poupança que poderia ser usada para emergências  ”, diz. Com o passar do tempo, e a empresa lucrando mais, Regina foi sofisticando seu método de gestão financeira. Há 5 anos, delegou a função para a filha. Que estuda administração. Além disso, o negocio ganhou um gerente financeiro, que responde às duas. Regina aprendeu que ficar no clube do milhão exige que se aprenda a delegar. “ Deu certo porque minha filha é mais controlada e rígida que eu ”, diz.

Por: Marcos Coronato, Graziele Oliveira e Rafael Ciscati com colaboração de Laecio Barreiros

Revista Época – edição 802 de 07/10/2013.

 

26/09/2013

Pequenas e médias empresas terão de passar por malha-fina

malha fina

Com o uso da nota fiscal eletrônica, o cruzamento das informações e a detecção de inconsistências nos dados ficou mais fácil.

Cruzamento de dados poderá apontar indícios de irregularidades e empresa será chamada a prestar esclarecimentos

As pequenas e médias empresas vão passar a ganhar maior atenção dos fiscais da Receita Federal. A exemplo do que já ocorre com pessoas físicas, haverá, também, uma malha-fina para essas companhias, que será criada neste ano. É na malha que caem as declarações que apresentam indícios de irregularidades, após o cruzamento de dados que estão à disposição dos auditores fiscais.

A empresa que cair na malha-fina será chamada para prestar esclarecimentos, assim como já acontece com os contribuintes pessoas físicas. As grandes empresas já são alvo de fiscalização diferenciada e várias delas sofreram pesadas autuações no fim do ano passado..

A expectativa da Receita é que a criação da malha amplie a percepção de risco e diminua a sonegação. Isso deve garantir maior abrangência fiscal entre as empresas. Com o uso da nota fiscal eletrônica, o cruzamento das informações e a detecção de inconsistências nos dados ficou mais fácil.

De acordo com o subsecretário de Fiscalização da Receita, Caio Marcos Cândido, a estratégia neste ano será a mesma de 2012. Mas o órgão quer estender o aumento da produtividade obtido na fiscalização dos grandes contribuintes para as demais pessoas jurídicas.

Mudanças. Nos últimos anos, a Receita Federal mudou os procedimentos de fiscalização das grandes companhias, principalmente daquelas que fazem uso de sofisticadas operações de planejamento tributário, o que garantiu maior eficácia nas autuações. Mas nas demais isso não ocorreu.

Cândido contestou a avaliação de que o foco nas grandes companhias reduziu a fiscalização das pequenas e médias e das pessoas físicas. “O que ocorreu foi um aumento da produtividade. Melhoramos nossa capacidade de trabalho, mas não abrimos mão das pequenas e médias empresas e das pessoas físicas.”

A expectativa, segundo o subsecretário, é de que, com a malha-fina das empresas, o número de revisões das declarações de pessoas jurídicas suba de 3 mil para algo entre 20 mil e 30 mil. A malha da pessoa jurídica estava prevista para entrar em funcionamento em 2012, mas não houve recursos orçamentários disponíveis. Agora, o governo assegura que o dinheiro está garantido.

Projeto Alerta. No ano passado, a Receita criou uma espécie de precursor da malha-fina, chamado Projeto Alerta. Por meio dessa sistemática, o órgão comunica erros ou inconsistências nas informações apresentadas e permite a correção ou a prestação de esclarecimentos antes do início da fiscalização.

As primeiras ações do programa foram feitas em empresas tributadas pelo lucro presumido. Das 3.833 companhias informadas, 28% fizeram alterações, o que proporcionou aumento do valor originalmente confessado de R$ 121,8 milhões, 49% a mais que o inicial. Também foram alvo as entidades que disseram ser beneficentes de assistência social sem que houvesse comprovação de certificação.

 

Fonte: Estado de SP – //www.estadao.com.br/noticias/impresso,pequenas-e-medias-empresas-terao-de–passar-por-malha-fina-,987135,0.htm

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