Blog das PME´s

26/05/2016

Infográfico: Como a controladoria pode ajudar sua empresa

infografico

A controladoria é um segmento que otimiza os processos dentro da empresa – das micros até grandes instituições. Sua função é assegurar o futuro do negócio. O controller é uma pessoa capacitada para organizar, traçar metas e objetivos, assim como aplicar conhecimentos contábeis e administrativos para trazer lucratividade para a empresa.

Neste material, preparado para empreendedores e profissionais de todas as áreas, você conhecerá como a controladoria faz este processo e como funciona o business check-up.

 

“A forma de fazer negócio mudou na última década. O aumento da competitividade e as mudanças diárias do mercado, faz com que todas as empresas precisem estar preparadas para todos os cenários e buscar mensalmente otimizar os resultados – por este motivo a controladoria, que era uma ferramenta usada nas grandes empresas, agora é peça fundamental de pequenas e médias também”

 

Por: Laecio Barreiros

L&Barreiros Controladoria

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03/11/2014

As quatro faces do CFO ( Chief Financial Officer )

Bussola

Os CFOs vivenciam, hoje, uma pressão nunca antes experimentada sobre a sua função. Escândalos financeiros enfrentados por empresas nos últimos anos e problemas em publicação de balanços contribuíram para o aumento do ativismo de acionistas que acompanham os movimentos das empresas em detalhes microscópicos. Ao mesmo tempo, esses executivos enfrentam pressão por corte de custos, retorno sobre os ativos, aumento de receitas e controles internos estruturados, que garantam as boas práticas de governança corporativa por parte da empresa.

Além disso, o crescente desaparecimento da função do Chief Operating Officer (COO) nas empresas tem gerado uma sobrecarga de responsabilidades nos CFOs, com funções que, muitas vezes, pouco ou nada têm a ver com a gestão financeira da organização, o que torna sua posição ainda mais desafiadora.

Cada vez mais, o CFO é responsável por cumprir simultaneamente quatro papéis bastante complexos na organização:

 

  • Controlador: proteger e preservar os investimentos da organização, reportando de forma precisa as informações financeiras.
  • Operador: garantir o funcionamento dos processos com a utilização eficaz dos recursos financeiros da empresa.
  • Estrategista: prover uma liderança para tomada de decisões alinhadas à estratégia financeira.
  • Catalisador: estimular iniciativas que contribuam para o alcance dos objetivos estratégicos e financeiros, criando uma cultura de gestão de riscos.

 

Saiba mais sobre Finance Transformation

 

Uma grande mudança começa a tomar conta dos departamentos financeiros das organizações.

Antes voltadas quase exclusivamente para a contabilidade, essas áreas agora são consideradas centros de informações estratégicas, e o Chief Financial Officer (CFO) está ganhando um papel ainda mais abrangente e menos concentrado na rotina financeira.

Cada vez mais, as empresas têm utilizado as informações financeiras de forma mais estruturada, como elemento de alavancagem que proporciona suporte para as unidades de negócio na tomada de decisão. As organizações que estão à frente nesse caminho da transformação financeira apresentam maior crescimento, lucratividade e geração de valor aos acionistas, quando comparadas às demais empresas dos respectivos segmentos.

Neste sentido, o Chief Financial Officer (CFO) precisa se aprimorar continuamente para executar seu papel dentro da função financeira das empresas. Ele pode sustentar a estratégia e a operação de sua organização, com processos e informações estruturadas, para suporte de áreas-chave, como de compras, de produção, de vendas e distribuição e de serviços.

 

Prioridades e oportunidades

 

No geral, as áreas financeiras estão obtendo êxito ao enfrentar esses desafios. Algumas empresas ainda apresentam departamentos financeiros com dificuldades para obter o fechamento dos livros contábeis de maneira ideal, enquanto, em outras, o CFO já desempenha um papel de liderança na estratégia e execução do negócio. A grande maioria das organizações está, na verdade, entre esses dois extremos. Suas principais operações financeiras são confiáveis e estão ganhando eficiência, mas, ao mesmo tempo, o CFO ainda aspira desempenhar um papel mais estratégico no negócio.

 

Fonte: Material condensado e resumido da Revista Deloitte Mundo Corporativo

http://www2.deloitte.com/br/pt/pages/finance-transformation/solutions/finance-transformation-solution-sets.html

 

24/10/2014

Quase 400 mil empresas podem ser excluídas do Simples no ano de 2015

expulsão

Quase 400 mil empresas terão dois meses para regularizar suas pendências e evitar serem excluídas do Simples Nacional em 2015. Segundo a Receita Federal, a dívida total das companhias intimadas chega a R$ 14 bilhões.

“Porém não há previsão de ingresso significativo de arrecadação, pois se espera que as regularizações ocorram apenas na modalidade de parcelamento”, afirmou o fisco ao DCI, por meio de nota.

Para 2014, a arrecadação estimada pela Receita é de R$ 423 milhões, resultantes do pagamento das parcelas de novembro e dezembro. Não se espera valor significativo de pagamentos à vista.

Esse número de empresas a serem excluídas no regime é quase o mesmo dos que poderão optar pelo sistema com as mudanças do Simples – 450 mil conforme previsão do Sebrae – que entrarão em vigor no ano que vem.

De acordo com Tania Gurgel, sócia e diretora da TAF Consultoria Empresarial, em tempos de economia enfraquecida, como ocorre neste ano, as pequenas empresas são as que mais sofrem. “Para manter a atividade, a primeira medidas que esses negócios tomam é não pagar impostos”, esclarece.

Ao mesmo tempo, como a própria arrecadação federal está desacelerando neste ano devido ao ritmo do Produto Interno Bruto (PIB), a tendência é aumentar ainda mais a fiscalização, o que na visão de Tânia, pode fazer com que mais de 360 mil empresas já intimadas – 9% do universo de optantes, de acordo com os dados da Receita Federal – também corram risco de serem excluídas do regime simplificado de tributação.

Soluções

Na nota, a Receita federal informa que as intimações aos devedores do Simples Nacional estão previstas na Lei Geral do Simples Nacional e é um procedimento adotado anualmente pela Receita Federal. “A ação visa oferecer a oportunidade para que devedores regularizarem suas dívidas e possam, desta forma, continuar usufruindo dos benefícios do Simples Nacional.”

O contribuinte pode regularizar suas pendências fazendo o pagamento à vista ou aderindo ao parcelamento de débitos em até 60 meses. O parcelamento pode ser requerido diretamente no sitio da Receita Federal na internet, não sendo necessário o comparecimento às unidades de atendimento da Receita Federal. O fisco estima que 90% dos devedores vão regularizar suas dívidas.

A receita afirmou também que está em processo a consolidação de parcelamentos já solicitados neste mês de outubro. E a partir do início de novembro, o contribuinte poderá consultar o Portal do Simples Nacional ou o e-CAC da Receita Federal para consultar a consolidação e emissão da parcela do mês de novembro. “Temos 641 mil opções pelo parcelamento de débitos do Simples Nacional”, informou o fisco federal.

Para Tânia Gurgel, o efeito de quem não está com as contas em dia recai sobre as contas públicas federais e até as estaduais. “Além de gerar menos arrecadação, para as empresas que estão no anexo 1 e 2, comércio e indústria, está embutido o ICMS. Se não há pagamento no Simples, o estado deixa de receber também. Também nos anexos 1,2 e 3 tem a cota patronal embutida, o que leva a diminuir a arrecadação previdenciária com os inadimplentes”, aponta.

Mudanças

O diretor tributário da Confirp Consultoria Contábil, Welinton Mota, alerta ainda para outra regra, já em vigor, que, se não cumprida, exclui as empresas do regime simplificado. Conforme, a Resolução CGSN 115 de 2014, as empresas que contratam funcionários como Pessoa Jurídica serão expulsas.

“Quando estiver caracterizado o vínculo de emprego entre o contratante e o sócio ou titular, a empresa prestadora de serviços não poderá optar nem permanecer no Simples Nacional. São os casos em que o empregado é contratado como PJ, fornecendo Nota Fiscal de Serviços”, explica o especialista.

Mesmo que a fiscalização seja mais difícil neste caso – por ter que ser feita no estabelecimento -, Mota alerta para o entendimento dessa regra, cuja única saída será ir para o Lucro Presumido, com carga tributária quase 100% maior.

Fonte: Noticias Fiscais – http://www.edisonsiqueira.com.br/site/noticias-detalhes.php?id=17644&&utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=Lula+e+Dilma+%27sabiam+de+tudo%27%2C+diz+revista

08/08/2014

Sancionada lei que beneficia micro e pequenas empresas

Critério de adesão ao Supersimples passa a ser o teto anual de faturamento da empresa e não mais a atividade

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A presidente da República, Dilma Rousseff, sancionou a Lei Complementar 147/2014, que universaliza o Supersimples, regulamenta o uso da Substituição Tributária e cria um cadastro único para micro e pequenas empresas.

Com essa medida, que atualiza a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa, o critério de adesão ao Supersimples passa a ser o teto anual de faturamento de R$ 3,6 milhões por ano.

Durante a cerimônia de sanção, o presidente do Sebrae, Luiz Barretto, destacou que a nova lei foi aprovada por unanimidade no Congresso Nacional e em tempo recorde graças às diversas parcerias realizadas.

“É para o Brasil que estamos fazendo esse esforço. Não há desenvolvimento nesse país sem incluir as micro e pequenas empresas na agenda. Não teremos um país desenvolvido sem pensar no tratamento diferenciado para esse segmento”.

Essa é a quinta vez que a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa é atualizada.

De acordo com o ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos, essa é a história de uma lei viva, que está em permanente processo de construção para favorecer o setor que é o principal gerador de emprego e renda no país.

“Estamos perseguindo a simplicidade. E simplicidade quer dizer eficiência. Se cada uma das nove milhões de empresas gerar um emprego será um grande impacto”.

Com a sanção da lei, mais de 140 atividades, entre elas médicos, advogados, corretores, jornalistas, fisioterapeutas e engenheiros poderão aderir ao Supersimples e passarão a pagar uma carga tributária diferenciada a partir de janeiro do próximo ano.

A nova lei também institui o cadastro único, a partir de março de 2015, e faz com que o CNPJ seja o único número da empresa.

Ela também cria a fiscalização orientadora, ou seja, na primeira vez que um órgão fiscalizador visitar uma empresa, não poderá ser aplicada uma multa.

Outra vantagem da Lei é a desburocratização, que possibilitará um menor tempo de abertura e fechamento das empresas.

De acordo como o ministro Afif o tempo de abertura das empresas será de cinco dias, o que fará com que o Brasil esteja entre os 30 melhores países para se montar um negócio.

Além disso, a nova norma também protege o Microempreendedor Individual (MEI), categoria que fatura por ano até R$ 60 mil, de cobranças indevidas realizadas por conselhos de classe, por exemplo; veda a alteração do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) de residencial para comercial e elimina o ônus previdenciário de 20% para quem contrata o MEI.

A matéria também regulamenta o uso da Substituição Tributária e proíbe que ela seja cobrada de pequenos negócios dos segmentos de vestuário e confecções, móveis, couro e calçados, brinquedos, decoração, cama e mesa, produtos óticos, implementos agrícolas, instrumentos musicais, artigos esportivos, alimentos, papelaria, materiais de construção, olarias e bebidas não alcoólicas.

Essa proibição começará a valer a partir de janeiro de 2016.

Para ajudar os empreendedores, o Sebrae preparou um guia de orientação sobre o Supersimples. Acesse aqui . O material também está disponível no Portal Sebrae ; basta digitar Supersimples na busca.

A L&Barreiros Controladoria, antecipando-se aos fatos, desenvolveu soluções para Planejamento Tributário para a migração e otimização de resultados, contate: http://www.lbarreiros.com.br/

 

Fonte:  http://exame.abril.com.br/pme/noticias/sancionada-lei-que-beneficia-micro-e-pequenas-empresas

 

29/07/2014

Micro e pequenas empresas geram 27% do PIB do Brasil

mapa

Em dez anos, os valores da produção gerada pelos pequenos negócios saltaram de R$ 144 bilhões para R$ 599 bilhões.

Os pequenos negócios respondem por mais de um quarto do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Juntas, as cerca de 9 milhões de micro e pequenas empresas no País representam 27% do PIB, um resultado que vem crescendo nos últimos anos. Os dados inéditos são revelados pelo presidente do Sebrae, Luiz Barretto. “O empreendedorismo vem crescendo muito no Brasil nos últimos anos e é fundamental que cresça não apenas a quantidade de empresas, mas a participação delas na economia”, afirma Barretto.

 

Em 1985, o IBGE calculou em 21% a participação dos pequenos negócios no PIB brasileiro. Como não havia uma atualização desse indicador desde então, o Sebrae contratou a Fundação Getúlio Vargas para avaliar a evolução das micro e pequenas empresas na economia brasileira, com a mesma metodologia utilizada anteriormente. Em 2001, o percentual cresceu para 23,2% e, em 2011, atingiu 27%.

 

Em valores absolutos, a produção gerada pelas micro e pequenas empresas quadruplicou em dez anos, saltando de R$ 144 bilhões em 2001 para R$ 599 bilhões em 2011, em valores da época.

 

“O empreendedorismo vem crescendo muito no Brasil nos últimos anos e é fundamental que cresça não apenas a quantidade de empresas, mas a participação delas na economia”. Luiz Barretto – Presidente do Sebrae

 

Os valores foram apurados até 2011 para manter a mesma forma de cálculo considerando os dados do IBGE disponíveis sobre os pequenos negócios. A apuração foi feita com a soma das riquezas geradas por empresas de todos os portes nos setores de Comércio, Indústria, Serviços e Agroindústria – exceto o setor público e as intermediações financeiras, uma vez que não há micro e pequenas empresas nestes setores.

 

As micro e pequenas empresas são as principais geradoras de riqueza no Comércio no Brasil, já que respondem por 53,4% do PIB deste setor. No PIB da Indústria, a participação das micro e pequenas (22,5%) já se aproxima das médias empresas (24,5%). E no setor de Serviços, mais de um terço da produção nacional (36,3%) têm origem nos pequenos negócios.

 

“Os dados demonstram a importância de incentivar e qualificar os empreendimentos de menor porte, inclusive os Microempreendedores Individuais. Isoladamente, uma empresa representa pouco. Mas juntas, elas são decisivas para a economia”, considera Barretto, lembrando que os pequenos negócios também empregam 52% da mão de obra formal no País e respondem por 40% da massa salarial brasileira.

 

Segundo ele, os principais motivos para o bom desempenho dos pequenos negócios na economia brasileira são a melhoria do ambiente de negócios (em especial após a criação do Supersimples que reduziu os impostos e unificou oito tributos em um único boleto), o aumento da escolaridade da população e a ampliação do mercado consumidor, com o crescimento da classe média.

 

“Esses três fatores têm motivado o brasileiro a empreender por oportunidade e não mais por necessidade. Antes as pessoas abriam um negócio próprio quando não encontravam emprego. Hoje, de sete a cada 10 pessoas iniciam um empreendimento por identificar uma demanda no mercado, o que gera empresas mais planejadas e com melhores chances de crescer”, avalia o presidente do Sebrae.

 

Pequenos negócios na economia brasileira:

27% do PIB

52% dos empregos com carteira assinada

40% dos salários pagos

8,9 milhões de micro e pequenas empresas

 

Fonte: http://www.agenciasebrae.com.br/sites/asn/uf/NA/Rotativo/Micro-e-pequenas-empresas-geram-27%25-do-PIB-do-Brasil

23/04/2014

CVM quer abrir mercado de capitais às PMEs

Bovespa

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) editará este ano todas as reformas necessárias para destravar o financiamento de pequenas e médias (PMEs) empresas no mercado de capitais.

As medidas vão permitir que o segmento faça ofertas de ações a custos menores e incentivar a demanda. Além do regulador, o BNDES anunciou no dia 15 um pacote de R$ 3 bilhões, dos quais R$ 1 bilhão destinado à compra de ações de companhias do mercado de acesso. Com isso, as expectativas recaem agora sobre o aval da Fazenda a incentivos fiscais.

A proposta é isentar o investidor do Imposto de Renda sobre o ganho de capital de investimentos em companhias de menor porte. O pedido foi levado ao governo em outubro passado pelo Comitê Técnico de Ofertas Menores. O grupo foi formado em 2012 por BM&FBovespa, CVM, BNDES, ABDI e Finep justamente para viabilizar um mercado relevante de financiamento às PMEs via ações.

O Bovespa Mais, segmento de acesso criado pela Bolsa em 2004, até hoje patina e tem apenas nove empresas listadas. O valor médio das ofertas de ações no Brasil é muito elevado em relação a outros mercados: US$ 490 milhões em 2012.

A diretora da CVM, Luciana Dias, acredita que o sinal verde da Fazenda desempenhará um papel importante na demanda pelos papéis dessas empresas. O pacote de medidas a cargo da autarquia inclui a criação do Fundo de Investimento em Ações (FIA) Mercado de Acesso, já levada a audiência pública. A política do novo fundo prevê o investimento de dois terços de seu patrimônio em companhias do mercado de acesso e até um terço em empresas fechadas.

A ideia é permitir que esses fundos acompanhem a evolução de empresas que ainda não fizeram uma oferta pública inicial de ações (IPO), mas que tenham potencial para tanto. No entanto, Luciana avalia que a regra pode ter pouca eficácia sem a isenção. “A minha percepção é que só vai surgir FIA Mercado de Acesso de fato se houver incentivo fiscal. Sem isso, por que um gestor se limitaria a investir 67% do seu portfólio em ações desse segmento?”, diz.

Embora a Fazenda tenha se mostrado simpática à proposta, não há uma janela política favorável a projetos que impliquem em renúncia fiscal. As demais medidas em gestação na CVM independem do benefício. A primeira a ser editada, em maio, será a reforma da Instrução 400, dispensando empresas do segmento de publicar em jornais avisos obrigatórios de ofertas de ações.

No segundo semestre será a vez de a CVM aprovar a extensão das chamadas ofertas com esforços restritos, hoje limitadas às debêntures, para ações. Mais simples em termos de documentação, como o prospecto, elas são regidas pela Instrução 476, têm menos custos e poderão facilitar a aproximação das empresas menores com o mercado de capitais.

Para a diretora de Desenvolvimento de Empresas da BM&FBovespa, Cristiana Pereira, a possibilidade de realizar uma oferta simplificada tende a aumentar o número de emissões, a exemplo do que ocorreu no mercado de renda fixa com as debêntures. “O leque de opções no mercado de capitais será maior. As ofertas com esforços restritos são menos dependentes do humor externo”, diz.

Ainda neste semestre a Bolsa oficializará a criação do Bovespa Mais e Bovespa Mais Nível 2, que permitirá a emissão de ações ordinárias (ON), com direito a voto, e preferenciais (PN). Hoje o Bovespa Mais tem emissão exclusiva de ações ON. O novo regulamento já foi aprovado pela CVM.

 

Bons negócios,

20/11/2013

Dê um Start-up na sua vida

Livro Tiago

Recomendo o livro “ Dê um Start-up na sua vida ”, do Tiago Aguiar, que foi Vencedor do Aprendiz 4 – O Sócio.

 

Conheci o Tiago, pessoalmente a pouco tempo e estamos avaliando e desenvolvendo negócios em conjunto e pude observar na pratica, as estratégias por ele recomendadas no livro.

 

DÊ UM START-UP NA SUA VIDA

 

 RECONHEÇA SUAS MELHORES CHANCES, SIGA SEUS INSTINTOS E O CEU SERA O LIMITE

 

Em qualquer momento na vida há sempre os que fazem e os que esperam acontecer; os que ousam e os que copiam; os que crescem e os que se paralisam. Uma das grandes leis que regem o mundo dos negócios, senão a principal, é que sempre há oportunidades em todos os momentos econômicos. Na época de baixas ou altas, sempre haverá caminhos para começar algo, criar um novo produto ou serviço e tudo o que você precisa é estar preparado para utilizar suas habilidades de modo que possa aproveitar cada momento. Este é um livro voltado para quem deseja criar um negócio inovador, inusitado e com potencial de impacto na vida das pessoas. O autor apresenta o passo a passo para você criar a sua própria startup. Não qualquer uma, mas um negócio que faça a diferença, que traga benefícios à vida das pessoas. Dê um startup num negócio que faça bem aos outros e você terá clientes fiéis para sempre. Empregar seu tempo fazendo aquilo que gosta é importante, mas descobrir como utilizar melhor a sua vocação é o grande segredo! Aproveite o momento para realizar seu projeto pessoal e profissional. Comece hoje a dar um startup na sua vida!

 

Obs.: Atenção especial ao 10º. Passo: O QUE VOCÊ NÃO PODE NÃO SABER SOBRE FINANÇAS.

 

Boa leitura.

 

 Laecio Barreiros

 

 

10/10/2013

Como ganhei o primeiro milhão

Capa (home) - Edição 802 (Foto: ÉPOCA)

As estratégias dos empreendedores que conseguiram superar as tentações financeiras e ultrapassar a barreira do milhão em receitas

Ganhar o primeiro milhão não foi uma dificuldade para os criadores da Galinha Pintadinha, os publicitários e amigos Juliano Prado e Marcos Luporini. Outros empreendedores não tem tanta sorte. As finanças são o principal tema das duvidas atendidas pelo Sebrae em São Paulo. Para superar as dificuldades, é possível aprender com as lições de outros empreendedores que já viraram milionários.

O empresário Daniel Mendez, de Campinas, organiza serviços de refeição para outras empresas. Ele cuida do restaurante de grandes empregadores, como Fiat, Petrobras e Vale. Quando pensou em abrir o negocio, acreditava conhecer o fundamental para lidar bem com o dinheiro, graças aos exemplos que recebera do pai – todos negativos, como ocorre em muitas famílias. “Meu pai era desorganizado. Num momento, tivemos quatro carros. Em outro, minha mãe estava preocupada em esconder eletrodomésticos para que os cobradores não os encontrassem”, diz. Deu um ousado passo inicial para abrir o negócio: raspou o Fundo de Garantia e vendeu o carro. O risco, porem, era calculado. Ele trabalhara por 5 anos em outra empresa de refeições corporativas. Antes disso, tivera emprego em hotéis. Conhecia o ramo. Deu certo. Em 1992, seu faturamento cresceu rápido. No primeiro ano, chegou a R$ 1,8 milhão.

Em 1995, ganhava R$ 10 milhões por ano. Naquele momento, não sabia se conseguiria transformar a grande receita em lucro, por causa dos altos custos da operação. Tratou de cuidar da questão pessoalmente. À medida que a empresa crescia, num mercado já ocupado por concorrentes muito maiores, Mendez resolveu concentrar gastos no que fosse importante para se diferenciar ( por exemplo, permitir que um mesmo refeitório oferecesse tipos diferentes de refeições, para que o funcionário escolhesse ), ao mesmo tempo que continha as despesas gerais com lupa ( mobiliou a empresa frequentando leiloes de moveis ). Esse tipo de controle funcionou ate Mendez perceber que precisava trazer mais conhecimento financeiro para dentro da companhia. Entre 2003 e 2005, reformulou a administração, ate atender aos padrões de organização e transparência necessários para que o BNDES comprasse uma participação. “O fundador da empresa tem que ficar atento a alguns sinais de perigo”, afirma o consultor financeiro Laecio Barreiros. “Se ele for ótimo na área técnica, mas não entender de finanças, precisa trazer para o negocio um sócio ou funcionário que zele pela área.” Hoje, Mendez serve 1 milhão refeições por dia.

A empresaria Tatiana Ganme, de São Paulo, vive outro momento. Ainda recém-chegada ao clube do milhão, ela se considera prudente, mas também dona de boa capacidade de analise de oportunidades. Essas características, acredita, foram fundamentais para erguer seu negócio, a marca de roupas infantis BéBé Sucré, há 4 anos no mercado. “Sempre vou atender um cliente grande, mesmo que tenha de investir mais e, as vezes, recorrer a empréstimos .” Ao pensar em dinheiro, Tatiana venceu 2 obstáculos que derrubam muitos empreendedores: a alergia a tomar capital emprestado e a avidez de faze-lo de forma desordenada.

Antes de completar 1 ano de loja, e muito antes do esperado, Tatiana assumiu um grande desafio: investir na produção para atender grandes revendedores. “Fiz meu primeiro grande investimento, e os recursos vieram de um empréstimo bancário ”, diz. Tatiana conta que tinha 2 opções: usar as economias pessoais ou recorrer a um banco. Consultou conhecidos mais experientes antes de decidir. “Não vale a pena você ficar sem dinheiro como pessoa física para transferir o capital para a empresa ”, diz. Tatiana reconhece que não foi fácil entender que precisaria de um empréstimo para crescer. Naquele momento, ainda relacionava empréstimos a empresas sem saúde financeira. No inicio, por faturar pouco e estar no começo do seu relacionamento com o banco, não conseguiu as melhores taxas de juros. Mas valeu a pena.

Mais tarde, Tatiana precisou novamente lidar com o banco. Planejou que em 2 anos a BéBé Sucré começaria a ter algum lucro. Esse momento só veio com 3 anos e meio. Para administrar o atraso, chegou a recorrer a credito para as despesas cotidianas e ao equivalente ao cheque especial para empresas – esses, sim, péssimos sinais sobre a saúde de um negocio. “ Fui fazendo malabarismo para administrar as contas sem ficar no vermelho”, diz. Isso aconteceu ate o inicio de 2013, quando entrou num pacote do BNDES com a Caixa Econômica Federal, que libera recursos para gastos do dia a dia das empresas, com taxas de juros abaixo da media de mercado. “ Troquei a divida cara anterior por essa, bem mais barata”, afirma.

A empreendedora Mariana Araujo, fundadora d confeitaria especializada em bombas Faire La Bombe, enfrentou um perigo mais insidioso. Ela chegou ao equilíbrio financeiro antes do previsto, ai deparou com desafio de economizar. “ É muito fácil você relaxar depois que a empresa chega ao equilíbrio financeiro”, diz. Trata-se de uma armadilha séria para as empresas do clube do milhão. “ Ao entrar na zona de conforto, o empresário tende a deixar de se empenhar no controle de gastos”, afirma o consultor Barreiros.

Mariana afirma que ter certo dinheiro sobrando afez descuidar das questões maiores da empresa e lidar intensamente com problemas pequenos da rotina da loja, de que ela gosta mais. Resultado: estava comprando mais do que deveria e mais caro. Isso a prejudicou por 3 meses, ate que ela retomasse. “ A experiência me fez ficar ligada o tempo inteiro no financeiro, nas compras, no giro dos produtos que compro e no desperdício ”, afirma.

Controle também é assunto sério para Regina Jordão, fundadora do Instituto Pello Menos, franqueador de salões de depilação. Ela driblou a falta inicial de conhecimento aprofundado em finanças, ao desenvolver um método de organização financeiro próprio, com 2 contas bancarias – uma para os gastos do mês, outra juntar o dinheiro que entrava. A cada mês, alternava as funções. A inversão das contas não chega a ser método consagrado, mas permitiu a Regina saber exatamente  o que ganhava e gastava ao longo do mês . “ De pois de 4 meses, a empresa já se sustentava. Tudo o que entrava a mais, eu mandava para uma terceira conta, uma poupança que poderia ser usada para emergências  ”, diz. Com o passar do tempo, e a empresa lucrando mais, Regina foi sofisticando seu método de gestão financeira. Há 5 anos, delegou a função para a filha. Que estuda administração. Além disso, o negocio ganhou um gerente financeiro, que responde às duas. Regina aprendeu que ficar no clube do milhão exige que se aprenda a delegar. “ Deu certo porque minha filha é mais controlada e rígida que eu ”, diz.

Por: Marcos Coronato, Graziele Oliveira e Rafael Ciscati com colaboração de Laecio Barreiros

Revista Época – edição 802 de 07/10/2013.

 

26/09/2013

Pequenas e médias empresas terão de passar por malha-fina

malha fina

Com o uso da nota fiscal eletrônica, o cruzamento das informações e a detecção de inconsistências nos dados ficou mais fácil.

Cruzamento de dados poderá apontar indícios de irregularidades e empresa será chamada a prestar esclarecimentos

As pequenas e médias empresas vão passar a ganhar maior atenção dos fiscais da Receita Federal. A exemplo do que já ocorre com pessoas físicas, haverá, também, uma malha-fina para essas companhias, que será criada neste ano. É na malha que caem as declarações que apresentam indícios de irregularidades, após o cruzamento de dados que estão à disposição dos auditores fiscais.

A empresa que cair na malha-fina será chamada para prestar esclarecimentos, assim como já acontece com os contribuintes pessoas físicas. As grandes empresas já são alvo de fiscalização diferenciada e várias delas sofreram pesadas autuações no fim do ano passado..

A expectativa da Receita é que a criação da malha amplie a percepção de risco e diminua a sonegação. Isso deve garantir maior abrangência fiscal entre as empresas. Com o uso da nota fiscal eletrônica, o cruzamento das informações e a detecção de inconsistências nos dados ficou mais fácil.

De acordo com o subsecretário de Fiscalização da Receita, Caio Marcos Cândido, a estratégia neste ano será a mesma de 2012. Mas o órgão quer estender o aumento da produtividade obtido na fiscalização dos grandes contribuintes para as demais pessoas jurídicas.

Mudanças. Nos últimos anos, a Receita Federal mudou os procedimentos de fiscalização das grandes companhias, principalmente daquelas que fazem uso de sofisticadas operações de planejamento tributário, o que garantiu maior eficácia nas autuações. Mas nas demais isso não ocorreu.

Cândido contestou a avaliação de que o foco nas grandes companhias reduziu a fiscalização das pequenas e médias e das pessoas físicas. “O que ocorreu foi um aumento da produtividade. Melhoramos nossa capacidade de trabalho, mas não abrimos mão das pequenas e médias empresas e das pessoas físicas.”

A expectativa, segundo o subsecretário, é de que, com a malha-fina das empresas, o número de revisões das declarações de pessoas jurídicas suba de 3 mil para algo entre 20 mil e 30 mil. A malha da pessoa jurídica estava prevista para entrar em funcionamento em 2012, mas não houve recursos orçamentários disponíveis. Agora, o governo assegura que o dinheiro está garantido.

Projeto Alerta. No ano passado, a Receita criou uma espécie de precursor da malha-fina, chamado Projeto Alerta. Por meio dessa sistemática, o órgão comunica erros ou inconsistências nas informações apresentadas e permite a correção ou a prestação de esclarecimentos antes do início da fiscalização.

As primeiras ações do programa foram feitas em empresas tributadas pelo lucro presumido. Das 3.833 companhias informadas, 28% fizeram alterações, o que proporcionou aumento do valor originalmente confessado de R$ 121,8 milhões, 49% a mais que o inicial. Também foram alvo as entidades que disseram ser beneficentes de assistência social sem que houvesse comprovação de certificação.

 

Fonte: Estado de SP – //www.estadao.com.br/noticias/impresso,pequenas-e-medias-empresas-terao-de–passar-por-malha-fina-,987135,0.htm

23/05/2013

Acontece na L&Barreiros – Maio 2013

News

Acaba de se juntar em tempo integral ao nosso time, o experiente executivo  Paulo Mattos, com 27 anos de carreira, Contador com Especialização em Controladoria na FGV, atuou como Executivo Controller e Gestor em Finanças, Controladoria, Custos, Planejamento Orçamentário e carreira em empresas como Dupont/Danisco, Moore Brasil, Sul América e BCN, com Experiência Internacional em Implementação da Gestão por Processos – Argentina/Colômbia, Gerenciamento da área financeira no Chile e Peru, Desenvolvimento e Implementação do sistema de reporte e custos – USA e Chile, Conferência Internacional de Controladoria – Dinamarca, Curso SAP/CO – Holanda, foi responsável pelas áreas de Controladoria e Custos América do Sul, implementação do Centro de Serviços Financeiros Compartilhados para América do Sul, realização, consolidação e revisão do budget anual, Demonstrativos financeiros em moeda local e estrangeira (FASB/IFRS), Gestão e acompanhamento da contabilidade fiscal, processos EFD e Sped, implementação e administração dos módulos de CO (material ledger), Special Ledger e BW no SAP R/3, entre outras … O Paulo Mattos já nos apoiava tecnicamente em projetos e agora assume como Sócio, responsável pela Diretoria Técnica Operacional.

A chegada do Paulo Mattos é um grande reforço para nossos quadros, pois ira adicionar muito conhecimento técnico que com certeza será revertido em  valor agregado à nossos clientes, afirma Laecio Barreiros, Vice Presidente Executivo da L&Barreiros Controladoria.

 

Bons Negócios.

 

 

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